2012

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(Idem). EUA, 2009. Direção de Roland Emmerich. Roteiro de Emmerich eHarald Kloser. Produção de Kloser, Mark Gordon, Larry Franco. Direção de Fotografia: Dean Smler. Edição de David Brenner e Peter S. Elliot. Música de Kloser e Thomas Wander. Desenho de Produção: Barry Chusid. Direção de Arte: Dan Hermansen, Ross Dempster, Kendelle Elliot. 14 anos. 158m. Cia. Produtora: Centropolis Productions para a Sony Pictures. Distr. no Brasil: Columbia Pictures. Com John Cusack, Chiwetel Ejiofor, Amanda Peet, Oliver Platt, Thandie Newton, Danny Glover, Woody Harrelson, Tom McCarthy, George Segal, Philippe Haussman, Zlatko Buric, Patrick Bauchau, Stephen McHattie, Lisa Lu.

 

Gênero – Ação/Catástrofe

 

Sinopse – Em 2012, quando desastres naturais começam a destruir a Terra, pesquisador acadêmico lidera um grupo de pessoas numa luta para evitar esses eventos apocalípticos que foram previstos num antigo calendário dos povos maias e que pode culminar com o fim da civilização.

 

Sinopse – Retorno do chamado “disaster movie”, mais conhecido no Brasil, como filme catástrofe. Aqui o diretor Emmerich se vale das profecias de um calendário maia, que assinala previsões até o ano 2012. Entende-se que, a partir daí, o mundo não mais existiria. Faltaria apenas 3 anos para o mundo se acabar. Dá para esperar para ver que esta é mais uma profecia fajuta. O diretor Emmerich tem experiência em filmes desastre, já que fez um dos títulos mais ambiciosos, “Independence Day”. Desde princípios dos anos 70 fazem-se filmes catástrofes – lembrem-se de “Inferno na Torre”, “Terremoto”, etc., precursores até de ficções como “Exterminador do Futuro”. Quem for ver “2012” poderá se surpreender até com a destruição do Cristo Redentor, do Rio de Janeiro. Diz-se que o filme custou 260 milhões de dólares, o que o tornaria o filme mais caro de todos os tempos.

 

Fique de Olho – Nos assombrosos efeitos especiais  que permeiam as duas horas e meia de projeção.

 

Por Ivan Valença

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