Naurêa encanta público com música criativa
17/06/2008


Descontração no camarim da banda Naurêa
A banda sergipana Naurêa é bem conhecida e aclamada por seus conterrâneos. Nos dois últimos anos passou a ser bem conhecida por todo o Brasil e no mundo com um som que mescla xote, xaxado, baião a estilos de outros países como as melodias do leste europeu. O Portal Infonet esteve no camarim com a banda pouco antes do show para conversar sobre o lançamento do DVD do Naurêa, previsto para o mês de julho.

 

Portal Infonet – É verdade que mesmo antes do lançamento, o DVD de vocês já está rolando pelo Brasil.

Alex Santana – Sim, é verdade. Nós gravamos em março do ano passado, mas ainda não estamos vendendo o DVD. Mesmo assim o Canal Brasil cedeu as imagens do show pra galera assistir. Praticamente o Brasil todo já viu. Ah, e além da internet divulgar, claro!

 

Infonet – Conta como o Canal chegou até vocês.

AS – Pedro Luiz veio a Aracaju gravar um programa do Canal Brasil, o "Rumo Brasil Musical". A proposta do programa era divulgar as bandas locais de cada Estado brasileiro. Fomos convidados e o pessoal do Canal Brasil acabou gostando de nós. Um dia depois da apresentação que fizemos no Pan 2007 eles ligaram nos convidando para gravar esse DVD.

 

Infonet – Soube que bastante gente foi no dia da gravação. Quando e onde foi?

AS – Gravamos em março do ano passado, na Rua da Cultura. A galera veio mesmo, lotou. Modéstia parte, ficou muito bom! (risos)

 

Infonet – O show veiculou por três dias no Canal Brasil. Vocês gravaram em março e foi ao ar em maio, certo?

AS – Isso mesmo. Gravamos em março, o Canal Brasil veiculou por três dias em maio e a previsão para lançarmos oficialmente o DVD é agora em julho. Estamos ansiosos para dividir o resultado com o público. Só faltam uns ajustes para o produto final ir às lojas.

 

Infonet – O público de vocês adora essa influência de todas as partes do mundo na música que fazem. Por que tanta diversidade?

AS – Na verdade a nossa base é o forró. O que a gente faz é reinventar o forró.

 

Por Wilma Anjos e Andréa Moura