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| Audiência conteceu no MPE (Foto: Portal Infonet) |
Diante dos táxis irregulares que circulam pela grande Aracaju, o Ministério Público Estadual (MPE) convocou uma audiência nesta terça-feira, dia 17, com representantes desses municípios.
O desentendimento entre os taxistas clandestinos e os credenciados já gerou discussão e atos de rovolta entre ambos.
Para o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Táxis (Sintax), Gerson Ferreira, a situação é preocupante. “A situação hoje é gritante e dramática porque só quem sofre com tudo isso é o bandeira de Aracaju que está comprometido com a invasão dos taxistas de placa cinza. Tem também a questão da desunião dos taxistas da Grande Aracaju, ou seja, é preciso que nós taxistas possamos nos entender e começar respeitar o direito de cada um. Assim vai ficar fácil as autoridades tomar as devidas providências, já que está difícil o diálogo”.
Segundo a promotora Euza Missano, em 2003, as SMTTs da Barra, Socorro e São Cristovão realizaram um acordo para que os serviços fossem ordenados. “Foram acordos de parcerias entre as Smtts metropolitanas para que esses veículos pudessem entrar em Aracaju e voltar pra sua cidade com o seu passageiro de origem, sendo proibido o transporte interbairro. Hoje, temos outros veículos de placa cinza que são de Aracaju, mas estão irregulares. O MPE vai reativar os procedimentos e vamos sentar com são Cristovão, Barra e Socorro, e paralelo a isso, no combate necessário ao transporte clandestino de passageiros dentro de Aracaju”
SMTT
Presente na audiência, o superintendente Nelson Felipe, da Superintendência Municipal de Transporte se Trânsito (SMTT) destacou que a SMTT vem realizando seu papel.
“Temos feito a nossa parte e cabe aos municípios faze a parte deles pra que esse acordo possa valer. Hoje quando você apreende o veiculo é necessário que se pague a multa que não é alta e o veículo liberado com relação ao transporte irregular de passageiro. Precisamos ter situações mais modernas e efetivas onde esse tipo de atividade seja desestimulado para que essas pessoas que pratiquem esses atos inflacionais não possam reincidir nessas infrações”.
Por Aisla Vasconcelos


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