A juventude tomou as ruas. Brasa acesa que não se apaga. Acordou o país…

                               Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça
      “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

 

A juventude tomou as ruas. Brasa acesa que não se apaga.

Acordou o país como chama que alumia.

Viva nossa democracia!

Somos corpo que sonha e que ama.

Sigamos, com fé e muita luta.

É o que pede a boa conduta.

O Brasil é um país lindo e soberano.

Não terá na presidência um tirano.

 Nordestinos!

Para aqueles que sentem que a noite está escura e sem estrelas.

Vamos ajudá-los a acendê-las.

Existem horas, como agora, que quem é convarde não tem como se esconder.

 Todo mundo vê!

Ainda bem que aqui na Bahia fascista não se cria.

Boa senha! Quer ir mais nós, venha.

 

 Dom Vicente Ferreira – Bispo da Diocese de Livramento de Nossa Senhora, Bahia. Membro da Comissão de Ecologia Integral e Mineração. Doutor em Ciência da Religião, poeta e escritor.

 

Presidência da Assembleia A eleição do novo presidente da Assembleia Legislativa envolverá, como sempre, um processo político-eleitoral democrático, delicado e competitivo. Por enquanto já temos 4 candidatos declarados: os deputados Jorginho Araújo e Luciano Bispo (PSD) e Cristiano Cavalcante e Marcelo Sobral (UD), todos da base aliada do governo. E, claro, ainda podem surgir outros nomes, inclusive de representantes da oposição. Com a situação dividida, todos os grupos, teoricamente, passam a ter chances reais. Embora o governador Fábio Mitidieri tenha muita influência no processo, os deputados estaduais são autônomos e costumam tomar decisões de acordo com seus interesses políticos e suas responsabilidades institucionais.

Presidência da Assembleia II O deputado Jorginho Araújo, ex-secretário da Casa Civil do governo do estado, tem sido avaliado por setores da mídia e por colegas do Legislativo como um dos presidenciáveis favoritos. Sua boa atuação no Parlamento e seu bom desempenho no secretariado do Executivo ajudam muito na construção dessa expectativa. O deputado Jorginho Araújo foi reeleito com mais de 49 mil votos e tem uma relação bastante proativa e prestigiosa para com a classe politica. Os demais pretendentes à presidência da Alese – deputados Cristiano Cavalcante, Marcelo Sobral e Luciano Bispo – também são fortes candidatos ao cargo e possuem qualificações para o exercício da presidência da Alese, em alto nível.

Entrega O governador Fábio Mitidieri entrega hoje, 22, às 16h, a segunda alça do Complexo Viário Senadora Maria do Carmo Alves, em Aracaju. A nova alça facilitará o acesso da Avenida Tancredo Neves à Avenida Beira-Mar, no sentido Centro, oferecendo mais uma alternativa de circulação aos condutores. Enquanto isso, segue em andamento a construção da ponte estaiada sobre o Rio Poxim, que ligará a Tancredo Neves ao bairro Coroa do Meio.

Rode Bem A secretária de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania, Érica Mitidieri, informou que as inscrições para o Programa Rode Bem seguem abertas até 31 de dezembro. A iniciativa garante isenção do IPVA para proprietários de motocicletas de 50 a 165 cilindradas que atendam aos critérios do programa. O cadastro deve ser feito pelo site da Seasic: https://assistenciasocial.se.gov.br/

Agronegócio sergipano em alta O Governo de Sergipe informou que o agronegócio sergipano registrou superávit de US$ 48,80 milhões entre janeiro e setembro deste ano. No período, as exportações do setor somaram US$ 71,29 milhões, enquanto as importações totalizaram US$ 22,49 milhões. O resultado demonstra que Sergipe exportou mais do que importou no período. Assim, o setor se consolida como um dos segmentos de maior relevância para a economia estadual, com potencial para gerar riquezas e contribuir para a redução das desigualdades sociais.

Agronegócio sergipano em alta II “Os resultados demonstram a relevância estratégica do agronegócio para o desenvolvimento econômico de Sergipe e reforçam a competitividade do estado no mercado internacional. A Desenvolve-SE segue comprometida com o fortalecimento de iniciativas que contribuam para a atração de investimentos, a ampliação dos mercados e o crescimento sustentável da economia sergipana”, afirmou o presidente da Agência Sergipe de Desenvolvimento (Desenvolve-SE), Milton Andrade.

Prefeitura fortalece atuação da rede municipal na prevenção e no cuidado às pessoas em situação de violência Em situações de violência, os serviços de saúde da Prefeitura de Aracaju também podem representar uma importante porta de entrada para o cuidado e a proteção da população. É nesse contexto que atua o Núcleo de Prevenção de Violências e Acidentes (Nupeva), da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), responsável por planejar ações de prevenção, fortalecer a capacitação dos profissionais e articular a rede de atenção para garantir assistência integral às pessoas em situação de violência.Instituído por portaria em novembro de 2011, o Nupeva atua na organização das estratégias de prevenção, na qualificação dos profissionais e no fortalecimento dos fluxos de cuidado e proteção. O trabalho alcança diferentes pontos da rede municipal, como Unidades de Saúde da Família (USFs), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), serviços de urgência e emergência, hospitais e centros de especialidades.

Situações de violência De acordo com a gestora de Referência Técnica do Núcleo de Prevenção de Violências, Lidiane Gonçalves, os serviços de saúde são espaços importantes para identificar situações de violência, pois a população pode chegar a diferentes pontos da rede.“O Núcleo é responsável por fazer o planejamento e a execução de ações de prevenção de violência, acidentes e promoção da cultura da paz. Entre outras atribuições, trabalhamos no fortalecimento da atuação do profissional de saúde para o cuidado integral às pessoas em situação de violência”, explica.

Acolhimento é porta de entrada para o cuidado O atendimento na rede de saúde pode ser fundamental para que uma pessoa em situação de violência encontre apoio e seja direcionada aos serviços adequados. A partir da identificação de uma suspeita ou confirmação de violência, os profissionais são orientados a realizar o acolhimento, a escuta qualificada, a avaliação da situação, os cuidados necessários e, quando indicado, os encaminhamentos para outros pontos da rede de proteção. Lidiane reforça, entretanto, uma diferença importante: a unidade de saúde não deve ser compreendida como um canal de denúncia. Seu papel é acolher e cuidar da pessoa, respeitando a situação dela, a autonomia e suas decisões. Isso significa que o profissional de saúde deve atuar para proteger a pessoa atendida sem retirar dela o direito de participar das decisões sobre a própria vida. No caso de mulheres em situação de violência, por exemplo, a atuação da rede inclui verificar quais serviços de proteção e assistência já acompanham a vítima e ofertar os encaminhamentos necessários. “Proteger, por exemplo, uma mulher em situação de violência não é decidir por ela. Mas, a partir do momento que eu notifico, de certa forma, estou oferecendo cuidado”, ressalta Lidiane.

Dados ajudam a direcionar ações preventivas Uma das ferramentas utilizadas pelo Nupeva é o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), que permite registrar e acompanhar informações relacionadas às situações de violência identificadas pelos serviços de saúde. A notificação tem caráter epidemiológico e não substitui os canais destinados à denúncia. “É um instrumento que serve como instrumento epidemiológico para dar visibilidade àquele problema. É fundamental que a gente trace o perfil epidemiológico dessas pessoas que estão em situação de violência para, a partir disso, priorizar algumas regiões e alguns grupos para desenvolver ações preventivas”, explica Lidiane. Os dados ajudam o município a compreender o perfil das notificações e a identificar públicos e territórios que podem demandar maior atenção nas ações de prevenção. Em 2025, foram registradas 1.188 notificações de violência envolvendo residentes de Aracaju. A maior concentração ocorreu entre pessoas de 20 a 29 anos com 271 registros, seguida pela faixa de 30 a 39 anos com 201 notificações. Entre adolescentes, foram registrados 147 registros na faixa etária de 15 a 19 anos e 149 entre 10 e 14 anos.

Os dados também evidenciam um recorte de gênero: 878 notificações envolveram pessoas do sexo feminino, enquanto 310 corresponderam ao sexo masculino. Entre os tipos de violência registrados, aparecem 443 notificações relacionadas à violência autoprovocada, 397 de violência física, 93 de negligência ou abandono, 21 de violência psicológica e 10 de violência financeira ou econômica. Entre os autores identificados em violências praticadas por terceiros, destacam-se o cônjuge, com 123 registros, seguido por amigos ou conhecidos com 93, e filho ou filha com 72. A residência foi o principal local registrado nas notificações com 659 ocorrências, enquanto 112 tiveram como local a via pública. Outros 326 registros tiveram o campo de local ignorado ou não preenchido.Os números, entretanto, não representam necessariamente a totalidade das situações ocorridas no município. Diferentes fatores podem contribuir para a subnotificação, especialmente nos casos em que a violência não apresenta marcas físicas ou é naturalizada pela própria vítima ou por quem realiza o atendimento. Lidiane explica ainda que diferenças no acesso aos serviços também precisam ser consideradas. Segundo ela, situações de violência podem ser menos notificadas em determinados segmentos da população que utilizam com maior frequência serviços particulares de saúde. Por isso, os dados são utilizados como um retrato epidemiológico das notificações, e não como uma representação absoluta da ocorrência de violência em cada território.

Da notificação ao cuidado A notificação não encerra o atendimento. A partir das informações registradas, o Nupeva avalia os encaminhamentos necessários e articula os serviços que integram a rede de cuidado e proteção. Qualquer profissional de saúde pode realizar a notificação diante de uma situação suspeita ou confirmada de violência, seguindo os fluxos estabelecidos para cada caso. Em situações envolvendo crianças, adolescentes e pessoas idosas, existem ainda mecanismos de comunicação obrigatória aos órgãos de proteção, conforme previsto na legislação. Nos casos envolvendo crianças e adolescentes, por exemplo, existem fluxos de comunicação com o Conselho Tutelar e outros órgãos responsáveis pela garantia de direitos. Para mulheres e pessoas idosas, também são acionados os serviços e mecanismos de proteção correspondentes a cada situação. O Núcleo pode realizar essas comunicações para preservar a segurança dos profissionais que atuam no território, sem impedir que a própria unidade ou o profissional adote imediatamente as providências necessárias diante de situações graves. Em casos que envolvem risco imediato à vida, a orientação é que não se aguarde o fluxo administrativo. O serviço deve tomar as medidas cabíveis para garantir a proteção da pessoa atendida. A notificação também possui caráter de cuidado nos casos de violência autoprovocada e sexual. Situações de tentativa de suicídio e autolesão são de notificação imediata, assim como os casos de violência sexual, permitindo que a rede seja acionada com maior rapidez.

Saúde mental integra cuidado às vítimas de violência A violência também pode produzir consequências que não são visíveis fisicamente. Medo, sofrimento psíquico, autolesão e tentativas de suicídio podem estar relacionados a situações de violência e exigem acompanhamento especializado. Em Aracaju, esses casos são acompanhados pela Rede de Atenção Psicossocial (Reaps), que atua de forma articulada com o Núcleo de Prevenção de Violências e Acidentes da SMS. De acordo com a coordenadora do Reaps, Cristian Paula Santana, a rede conta com diferentes pontos de atenção, definidos de acordo com o perfil e a intensidade do sofrimento apresentado pela pessoa. Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) funcionam como portas abertas para os casos de sofrimento psíquico mais grave, persistente ou cronificado. Já o atendimento ambulatorial, atende casos moderados e é acessado por meio de encaminhamento da Unidade Básica de Saúde (UBS) e regulação. “Nós temos as Referências em Saúde Mental para os casos de sofrimento psíquicos moderados, nos quais são avaliados e encaminhados pelos médicos ou psicólogos das UBS de referência. Para os casos mais graves, de sofrimento psíquico mais agravado, persistente e cronificado, são os CAPS, que são porta aberta”, explica.

Articulação A articulação entre a Reaps e o Núcleo de Prevenção permite que pessoas identificadas pelos serviços de saúde sejam acompanhadas mesmo quando não chegam espontaneamente aos equipamentos de saúde mental. A partir dos encaminhamentos realizados pelo Núcleo, a equipe do Serviço de Atendimento Psicossocial (SAPS) organiza os casos e pode iniciar uma busca ativa.Segundo Cristian Paula, o primeiro contato é realizado pelo telefone com o objetivo de verificar se a pessoa já está recebendo acompanhamento e, quando necessário, orientar sobre o serviço adequado. “Quando a equipe identifica que é necessário um contato presencial ou quando não consegue entrar em contato com a pessoa, é realizada uma visita domiciliar”, detalha.  A estratégia permite que o cuidado não termine no momento da identificação ou da notificação da violência. A proposta é garantir continuidade ao acompanhamento e ampliar as possibilidades de proteção, especialmente nos casos em que a violência está associada a sofrimento psíquico intenso.

Serviços Em situações mais graves, os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) são referências para o acompanhamento especializado. Em Aracaju, quatro serviços atendem adultos com transtornos mentais, distribuídos de acordo com os territórios de referência. Outros dois serviços são destinados a pessoas que fazem uso de álcool e outras drogas, com atendimento organizado por faixa etária. Já crianças e adolescentes que apresentam sofrimento psíquico grave e persistente são acompanhados pelo Caps Ivone Lara. A Reaps também conta com um Serviço de Atendimento Psicossocial – SAPS, que é um atendimento no formato remoto, que oferece acolhimento, escuta, orientação e suporte por telefone. A integração entre as redes reforça uma das premissas defendidas pelo Núcleo de Prevenção de Violências: identificar uma situação de violência é apenas uma etapa do cuidado. É necessário acolher, avaliar as necessidades da pessoa e garantir que ela tenha acesso aos serviços capazes de oferecer acompanhamento e proteção. Nesse sentido, a atuação da saúde mental também contribui para a prevenção de novos episódios, especialmente quando a violência está relacionada a situações de sofrimento psíquico e violência autoprovocada.

Escuta qualificada evita revitimização A preparação dos profissionais é uma das principais frentes de atuação do Nupeva. O núcleo promove capacitações sobre os fluxos de atendimento e os protocolos relacionados às diferentes formas de violência, buscando garantir que a pessoa seja acolhida de maneira adequada desde o primeiro contato. A formação envolve situações como violência sexual, violência contra crianças e adolescentes, violência autoprovocada e outras formas de violência interpessoal. O objetivo é fazer com que os profissionais reconheçam os sinais, saibam como proceder diante de uma suspeita e conheçam os serviços que integram a rede de proteção. A qualificação também busca evitar a revitimização, que pode ocorrer quando a pessoa é submetida a julgamentos, questionamentos inadequados ou à necessidade de repetir diversas vezes uma situação traumática. Por isso, além do conhecimento técnico, o trabalho desenvolvido pelo núcleo enfatiza a postura dos profissionais diante de quem procura ajuda.

Prevenção O trabalho do Nupeva não se limita às situações de violência já identificadas. A prevenção também é desenvolvida diretamente nos territórios, por meio de ações educativas e de mobilização social. As iniciativas envolvem temas como prevenção da violência sexual contra crianças e adolescentes, promoção da cultura de paz, autonomia financeira e emocional e educação de meninos e meninas para relações mais respeitosas. O núcleo também articula ações com outras áreas da Prefeitura e instituições que integram a rede de proteção, fortalecendo estratégias conjuntas de prevenção e enfrentamento das violências. Entre as ações desenvolvidas estão atividades em escolas, iniciativas vinculadas ao Programa Saúde na Escola (PSE), ações nas Unidades de Saúde da Família e mobilizações em períodos do ano dedicados à conscientização sobre diferentes formas de violência. Mais informações aqui. 

 

 

 

 

 

 

 

Dor persistente por mais de três meses exige atenção e avaliação especializada Conviver com dores frequentes não deve ser considerado algo normal. Quando persiste por mais de três meses ou apresenta episódios recorrentes relacionados à mesma condição, a dor pode ser classificada como crônica e precisa de avaliação especializada. O alerta é do médico especialista em Medicina da Dor, Dr. Guillermo Ramirez, em referência ao Dia Mundial de Combate a Dor, celebrado no último dia 17 de outubro. Um dos desafios no tratamento é o fato de a dor crônica nem sempre apresentar sinais visíveis, o que pode levar à incompreensão do sofrimento do paciente. “Um dos grandes problemas é que a dor crônica é invisível. Quem está ao redor muitas vezes olha para o paciente, vê que ele está andando, trabalhando ou realizando alguma atividade e questiona como ele pode estar sentindo dor. Esse paciente acaba sendo taxado de exagerado, preguiçoso ou até de estar inventando o que sente”, explica Guillermo.

Sensibilização central Segundo o médico, a dor persistente pode continuar mesmo depois que a causa inicial deixa de existir, em um processo associado à sensibilização central. “Quando o paciente passa muito tempo sentindo dor, pode ocorrer um processo chamado sensibilização central. É como se o cérebro criasse uma memória da dor. Por isso, quando a dor persiste e não há resolução do problema, é importante buscar atendimento e tratamento”, alerta.A tentativa de controlar o sintoma por conta própria também pode trazer riscos, tanto pelo atraso no diagnóstico quanto pelos efeitos do uso frequente de medicamentos. “A dor pode esconder doenças mais graves, inclusive alguns tipos de câncer, ou condições que poderiam ser revertidas com medidas menos invasivas. Quando a pessoa tenta controlar a dor sozinha ou simplesmente espera que ela desapareça, pode acabar atrasando o diagnóstico e, consequentemente, o tratamento”, afirma o especialista. O uso prolongado de analgésicos e anti-inflamatórios também pode provocar problemas gastrointestinais, sangramentos e comprometimento dos rins.

Comprometimento Além dos efeitos físicos, a dor crônica pode comprometer o sono, o trabalho, os relacionamentos e a realização de atividades cotidianas. Para Guillermo, esse processo pode provocar perdas progressivas na autonomia e na vida social. “A dor crônica é, de certa forma, uma experiência de perda. A pessoa vai perdendo autonomia, identidade, trabalho, relacionamentos, viagens e atividades que faziam parte da sua vida. Aos poucos, ela começa a fazer adaptações para conseguir conviver com a dor e, quando percebe, já deixou de fazer muitas coisas”, explica.
O sofrimento também pode repercutir na saúde emocional. De acordo com o médico, existe uma relação entre o processamento da dor e áreas cerebrais envolvidas no humor e em outros comportamentos, além de possíveis alterações no sono. A falta de compreensão por parte das pessoas próximas pode agravar a situação, gerando frustração e solidão para quem convive com o problema.

 Rotina e qualidade de vida A Medicina da Dor busca tratar o paciente de forma integral, considerando não apenas o sintoma, mas também os impactos sobre sua rotina e qualidade de vida. “A Medicina da Dor é muito mais ampla do que simplesmente tratar a dor. Em muitos casos de dor crônica, não conseguimos oferecer uma cura, mas conseguimos oferecer alternativas para que a pessoa se reinvente, retome a autonomia e tenha mais qualidade de vida”, destaca Guillermo. O acompanhamento pode envolver cuidados com o sono, a alimentação, a mobilidade e a atividade física, além de estratégias para que o paciente retome atividades importantes em sua vida. “A Medicina da Dor acompanha o paciente de uma maneira horizontal e por longos períodos, pensando em autonomia, qualidade de vida, mobilidade e redução da dor. Para isso, precisamos entrar na vida do paciente, e não olhar apenas para a dor”, conclui o especialista.

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