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Vila Vaticano: o governo procura Roma e abandona Aracaju

O Governo de Sergipe parece ter decidido procurar no Vaticano uma solução para um problema que está bem diante dos seus olhos, no coração de Aracaju. Enquanto o Hotel Palace, patrimônio histórico sob responsabilidade estadual, cai lentamente em ruínas, surge a Vila Vaticano, uma proposta extravagante, sem pé nem cabeça, que ameaça demolir imóveis, desalojar comerciantes e bagunçar ainda mais a frágil estrutura econômica do Centro. Em vez de recuperar o que já existe, o governo prefere encomendar maquete, inventar nome internacional e posar de urbanista. É como deixar a própria casa desabar e anunciar, com fogos e apresentação em PowerPoint, a construção de uma varanda na residência do vizinho. O Hotel Palace poderia ser restaurado, reaberto e transformado em símbolo da recuperação do Centro, inclusive com um rooftop, desde que aprovado pelos estudos técnicos e pelos órgãos de proteção, oferecendo vista panorâmica para o Rio Sergipe, o oceano e parte da cidade. Seria uma atração turística conectada à história de Aracaju, capaz de movimentar restaurantes, lojas, hotéis e o entorno dos mercados. Mas o governo prefere brincar de Roma tropical enquanto o Centro se aproxima do cenário de uma cidade fantasma, com portas fechadas, imóveis degradados e comerciantes assustados. Revitalização de verdade traz pessoas, empregos e vida; não chega de marreta na mão, expulsando quem resistiu ao abandono. Se o Vaticano tem papa, a Vila Vaticano sergipana corre o risco de ter apenas fumaça branca na maquete e uma nuvem de poeira sobre a memória de Aracaju.

Cardiologista no comando. Valmir de Francisquinho reapareceu em vídeo, informou que o procedimento cardíaco foi bem-sucedido e disse que continua se recuperando em São Paulo. A campanha aguarda a indispensável liberação médica para definir os próximos passos. Neste momento, pesquisa, carreata e adversário precisam esperar na recepção. O único cabo eleitoral autorizado a dar ordem, cancelar agenda e mandar o candidato descansar é o cardiologista.

Fábio chama André. O governador voltou a pedir voto abertamente para André Moura durante os atos realizados no interior, deixando o apoio tão explícito que nem precisou de legenda. A demonstração ocorre numa aliança que também abriga Rogério Carvalho, outro candidato ao Senado. Política sergipana é essa arte de colocar todo mundo na mesma fotografia e garantir que ninguém pisque. Ainda assim, cada candidato observa cuidadosamente quem ganhou o pedido de voto, o abraço mais demorado e o melhor ângulo da câmera.

Iguá no banco dos réus. Entre suas 22 propostas, Ricardo Marques promete auditoria, revisão rigorosa do contrato de saneamento e fiscalização mais pesada sobre a Iguá. A bandeira conversa diretamente com quem abre a torneira e escuta apenas o soluço do encanamento. Água é um tema perigoso para qualquer governo porque não aceita maquiagem, jingle nem filtro de Instagram. O eleitor verifica a promessa em cinco segundos: gira a torneira e espera para saber se sai água ou outro discurso.

O áudio pediu exoneração. Marcelo Araújo Silva perdeu o cargo após a repercussão das ofensas encaminhadas ao bispo Dom George e ao padre José Cláudio. Diante do barulho, o prefeito Vado Gavião decidiu pela exoneração do secretário. Em política, o WhatsApp tem memória melhor que arquivo público, assessor antigo e aliado ressentido. Antes de apertar “enviar”, convém respirar fundo, porque áudio malcriado também sabe redigir portaria de demissão.

A Orla vestiu as cores do orgulho. A 25ª Parada LGBT+ reuniu uma multidão neste domingo na Orla de Atalaia, com trios elétricos, artistas sergipanos e show de Melody. Entre música, alegria e reivindicações, a Avenida Santos Dumont virou palco de diversidade e cidadania. O trânsito parou por algumas horas; a luta por respeito continuou avançando.

SaúdeAlmir, uma vida pela prevenção. Há quase quatro décadas, o professor e médico Almir Santana enfrenta o HIV, a sífilis e outras ISTs com informação, acolhimento e coragem. Pioneiro no atendimento às pessoas com HIV em Sergipe, ele levou novamente a unidade Fique Sabendo à Parada LGBT+, oferecendo testes rápidos e preservativos. Enquanto alguns aparecem na festa, Almir chega com uma história inteira de serviço público e vidas protegidas.

Amarelo no bolso. A conta de energia continuará sob bandeira amarela em setembro, mantendo a cobrança adicional para os consumidores. Pode não render carreata nem discurso inflamado, mas é uma notícia que o bolso compreende antes mesmo de o cidadão terminar de ler o boleto. Bandeira amarela é como sinal de trânsito: significa atenção, cautela e possibilidade de sofrimento logo adiante. A diferença é que, na conta de luz, ninguém consegue acelerar para escapar.

Anderson ainda não ganhou a rua. Anderson de Tuca lançou sua candidatura a deputado estadual e tenta levar para Sergipe o capital político construído em quatro mandatos de vereador em Aracaju. O problema é que, até agora, a campanha aparece mais nas peças digitais do que nas ruas e no interior. Tem história e mandato, mas precisa acelerar: eleição estadual não se vence apenas com postagem bonita e sobrenome conhecido.

Pastor Heleno nos Povoados Hoje foi dia de caminhada no povoado Angico, em Nossa Senhora da Glória. Um povo forte, sertanejo, que faz Sergipe acontecer. Seguimos juntos, com fé e esperança.Diego e Heleno abrem as portas da vitória. Pastor Diego e Pastor Heleno inauguraram o comitê de campanha em Aracaju, fortalecendo uma dobradinha que cresce entre os evangélicos e avança pelo sertão sergipano. Diego chega mostrando força, organização e disposição para percorrer o estado, enquanto Heleno amplia a união do grupo. Dois pastores, um só propósito e muita fé na vitória.

 

Meio passo na frente. O Vox Brasil colocou Flávio Bolsonaro com 45,1% e Lula com 44,5% no segundo turno, um empate técnico tão apertado que nem cabe uma promessa entre os dois. No primeiro turno, Lula aparece à frente por 37,1% a 34,8%. Flávio tem meio passo de vantagem numa corrida em que ambos continuam dentro do mesmo palmo. Se os dois espirrarem juntos, o instituto terá de atualizar a planilha e chamar a perícia.

Breno larga com vontade de vencer. Breno Silveira começou a campanha mostrando disposição, presença nas ruas, adesivaço e articulação com lideranças de diferentes regiões. Candidato pelo Republicanos aposta na renovação e demonstra que conhece o tamanho do desafio. Breno não está esperando a campanha acontecer: está percorrendo Sergipe, reunindo apoios e construindo competitividade com trabalho.

Colaboração assusta Brasília. Daniel Vorcaro voltou à Polícia Federal, enquanto sua defesa reafirmou que ele está disposto a colaborar com as autoridades. Isso não significa, por enquanto, a existência de delação formalmente negociada ou homologada. Mesmo assim, quando um banqueiro pronuncia a palavra “colaboração”, Brasília inteira começa a sofrer de ansiedade seletiva. Tem político colocando o telefone no silencioso e assessor apagando até convite de aniversário.

O carteiro trouxe o rombo. Os Correios perderam R$ 2,4 bilhões apenas no segundo trimestre e encerraram o semestre com prejuízo acumulado de R$ 5,55 bilhões. Houve melhora em relação ao resultado trimestral de 2025, mas o paciente continua respirando com ajuda do Tesouro. O rombo é tão grande que não cabe em envelope, caixa ou caminhão de encomendas. Desta vez, o carteiro não tocou duas vezes: deixou a conta diretamente na porta do contribuinte.

Maísa espera sentadinha. Maísa Mitidieri permanece confortavelmente na cadeira, esperando que o paizão e a força do sobrenome façam boa parte da campanha pela reeleição. O problema é que, enquanto ela contempla o movimento, Jorginho Araújo, o “irmão postiço” de Fábio Mitidieri, percorre municípios e avança sobre lideranças antes associadas ao território eleitoral de Maísa. Em política, cadeira cativa só existe até alguém chegar com mais disposição, puxar outra e sentar primeiro.

Delegado Augusto Cesar (@del.augustocesar) • Instagram photos and videosAugusto César começa a ganhar corpo. O delegado vem construindo uma campanha organizada para deputado federal, com boa presença nas redes sociais, circulação pelo interior e propostas voltadas à segurança e aos interesses da sociedade. Ainda é cedo para saber se alcançará a votação necessária para conquistar uma cadeira, sobretudo numa disputa tão pesada. Mas uma coisa já ficou clara: Augusto César não entrou apenas para preencher a chapa; trabalha com seriedade e começa a se apresentar como candidato competitivo.

Fábio erra o tom. Depois de Valmir de Francisquinho passar por uma cirurgia cardíaca, Fábio Mitidieri declarou: “Quem não aguentar a pressão não venha para cá”. Embora o governador provavelmente estivesse se referindo ao peso da disputa eleitoral, a escolha das palavras foi infeliz e pegou mal nas redes sociais e em parte da sociedade sergipana. O momento exigia serenidade, respeito e sensibilidade, não uma frase que pudesse ser interpretada como provocação ao adversário ainda em recuperação. Na política, pressão faz parte; quando a saúde entra em campo, porém, a humanidade deve falar mais alto.

A fotografia não esquece. Imagens publicadas mostram Lula ao lado de Roberta Luchsinger após o presidente afirmar que não a conhecia. Fotografias comprovam encontros, mas não demonstram, sozinhas, participação do presidente em qualquer irregularidade. O problema político está na contradição: a memória pode falhar, mas a câmera do celular trabalha em regime de plantão. Em campanha, o adversário nunca perde o álbum e ainda manda ampliar a fotografia.

Louro mudou de poleiro. Conhecido como “Louro de Belivaldo”, assessor fiel e homem que resolvia quase tudo no antigo governo, Louro foi visto esta semana abraçado a Fábio Mitidieri. Os amigos de Belivaldo reclamaram, estranharam e perguntaram se até a lealdade entrou no horário eleitoral. Mas política também é escolha: cada um segue o caminho que deseja e ninguém manda em ninguém. Só não vale trocar de galho e achar ruim quando o antigo poleiro começar a cantar.

Marcelo procura fora os votos que perdeu em casa. Marcelo Sobral reuniu aliados em Propriá e prometeu lutar pelo desenvolvimento econômico do Baixo São Francisco, região onde tenta compensar perdas políticas sofridas em Itaporanga d’Ajuda. A aproximação de Gracinha Garcez e antigas lideranças do seu grupo com Fernando Franco acendeu o sinal vermelho na principal base do deputado. Em Propriá, Marcelo conta com o ex-prefeito Dr. Valberto e novos articuladores, mas precisa saber se os apoios entregam votos ou apenas fotografias. Sua reeleição ainda não está perdida, porém parece caminhar sobre um fio cada vez mais esticado.

Zé Franco quer anular ata da convenção do PDT - O que é notícia em SergipeZé Franco mostra força, mas escolhe um sobrinho por vez. O ex-prefeito voltou a movimentar Socorro com uma grande caminhada e apresentou publicamente Fernandinho Franco como seu candidato a deputado estadual. A demonstração confirmou que Zé Franco ainda conserva liderança e capacidade de mobilização no município. O suspense permanece na disputa federal: Marcos Franco, também sobrinho, continua esperando que o tio anuncie seu nome com o mesmo entusiasmo. Por enquanto, Fernandinho ganhou caminhada; Marcos ainda procura a bênção e a ajuda de tio Zé.

Mais um B.O. Com Valmir em recuperação, André Davi assumiu o plantão da oposição e saiu distribuindo um adesivo do “pato e do lobo” durante as movimentações da campanha. A Quaest lhe deu 11% e colocou combustível novo em sua corrida pelo Senado. Pesquisa eleitoral é assim: o candidato dorme delegado, acorda líder e passa o domingo tentando transformar adesivo em voto. Agora falta descobrir quem será o pato, quem será o lobo e quem acabará registrando o boletim de ocorrência depois da apuração.

Eduardo larga a campanha para cuidar do amigo. Eduardo Amorim deixou de lado sua própria corrida pelo Senado para permanecer ao lado de Valmir durante a recuperação cardíaca. Assumiu o plantão médico e político, tranquilizou aliados, orientou a família e manteve o grupo informado. Enquanto muito candidato aproveitaria a ausência do companheiro para correr sozinho e tomar conta do palanque, Eduardo fez o contrário: freou a própria campanha e colocou a amizade em primeiro lugar. Saiu menos na fotografia, mas ganhou algo que santinho nenhum consegue imprimir: respeito, lealdade e credibilidade.

Alessandro faz campanha de laboratório. Alessandro Vieira passou o fim de semana entre propostas, discursos e redes sociais, mas longe das grandes mobilizações. Teve mais postagem do que povo e mais algoritmo do que aperto de mão. O problema é que eleição não se vence apenas no Wi-Fi: até o senador independente precisa sair do laboratório e encontrar o eleitor.

A fumaça ainda não baixou. Continua repercutindo a fala de Rodrigo Valadares sobre o delegado Mário Leony, candidato a deputado federal pelo PSOL, chamado por ele de “delegado maconheiro”. A declaração rendeu cortes, respostas e uma nuvem de comentários nas redes. Rodrigo acendeu a polêmica, Mário soprou de volta e a campanha sergipana segue tossindo..

Essa valentia é só arroto de internet?", questiona Coronel Rocha ao criticar ausência de André David em debate - Fan F1De coronel a soldado conscrito. Coronel Rocha revelou nas redes que, após 12 dias de campanha, recebeu do PL apenas “uma bolinha”, seu primeiro e único material. Enquanto Rodrigo Valadares aparece espalhado pelos adesivos, Rocha dirige um carro que parece fazer mais campanha para os colegas do que para ele próprio. No quartel eleitoral do PL, Rodrigo ficou com a artilharia da propaganda; Rocha foi rebaixado a soldado conscrito e mandado para a batalha armado com uma bolinha.

 

Iran lê enquanto a carreata passa. Iran Barbosa manteve o discurso sobre educação, serviço público e diversidade. Tem coerência, mas pouca estrutura diante das grandes coligações. Enquanto Iran termina o manifesto, os adversários já passaram buzinando por três municípios.

Luizão põe o pé embaixo e fica na estrada. Luizão Donatrampi, o autoproclamado “Pé Embaixo de Sergipe”, acelera sua candidatura a deputado federal sem o apoio declarado de um único prefeito. O motor ronca, o vídeo sai e o bordão corre, mas a campanha ainda parece procurar passageiros. Se não montar bases rapidamente, Luizão vai colocar tanto o pé embaixo que passará direto por Brasília e terminará a eleição parado no acostamento.

Paulinho, o senador da viradinha. Paulinho da União Tur ganhou um título novo: senador da viradinha. Durante a campanha, bastava perceber uma câmera para virar o rosto, acertar o ângulo e oferecer o melhor perfil ao eleitor. O Senado ainda está longe, mas a pose já chegou. Se cada viradinha valesse um voto, Paulinho entraria em Brasília dando pirueta.

Ícaro segura o volante. Com Valmir em recuperação, Ícaro usou as redes para tranquilizar apoiadores e preservar a unidade do grupo. Fez política sem transformar o boletim médico do pai em comício. Num período eleitoral, isso já pode ser considerado procedimento de alta complexidade.

Fábio Reis caça voto no subterrâneo. Fábio Reis trabalhou prefeitos, ex-prefeitos e lideranças do centro-sul, longe do barulho digital. Enquanto alguns contam curtidas, ele conversa com quem sabe onde cada voto toma café. É menos Instagram e mais mapa do tesouro.

GuMPF pede impugnação de Gustinho por constatação da existência condenação por improbidade administrativa - Fan F1stinho chega com a conta paga. Gustinho Ribeiro percorre os municípios falando de obras e emendas, mas não chega apenas com promessade palanque: os registros oficiais mostram milhões destinados e pagos a Sergipe, sobretudo para a saúde. Enquanto alguns candidatos levam abraço, selfie e um “vamos ver”, Gustinho aparece com recurso empenhado e dinheiro liberado. Pode até haver disputa pela paternidade da praça, mas, quando a verba cai na conta, o exame de DNA político fica bem mais fácil.

Thiago troca curtida por investimento. Thiago de Joaldo passou o fim de semana fortalecendo bases e colhendo a repercussão de um número respeitável: mais de R$ 27 milhões destinados a Aracaju entre 2023 e 2026, sobretudo para a saúde. Enquanto muito candidato chega ao município carregando promessa, Thiago aparece com recurso registrado. Prefere prefeito a curtida e verba liberada a coraçãozinho no Instagram. Nesse caso, o feed pode até cochilar, mas a obra permanece acordada.

O Rei do Guincho puxa a campanha. Adailton Martins ganhou o reforço do empresário Neto Coutinho, o Rei do Guincho, que também entrou firme nas campanhas de Eduardo Amorim e Valmir de Francisquinho. Coutinho colocou prestígio, amigos, parentes, caminhões e disposição na estrada. Acostumado a resgatar veículo enguiçado, agora trabalha para puxar seus candidatos até a vitória. Se depender dele, campanha parada não fica no acostamento.

O Guaxinim e o Saruê disputam Capela. Cristiano Cavalcante, o Guaxinim, continua brigando pelo território contra Carlinhos de Brejão, o Saruê, agora reforçado pelo apoio de Sukita. A campanha virou uma confusão de apelidos, palanques e marcação cerrada: o Guaxinim cerca de um lado, o Saruê avança do outro e Sukita atiça a disputa. Em Capela, até a fauna já escolheu candidato..

Linda ocupa a avenida. Linda Brasil apareceu ligada à diversidade, aos direitos humanos e à Parada LGBT+ da Orla. Pode não possuir a maior estrutura, mas tem identidade reconhecida. Enquanto alguns precisam de três minutos para explicar quem são, Linda resolve antes de o locutor ligar o microfone.

Garibalde cozinha a oitava eleição. Garibalde Mendonça fez mais bastidor que palanque, mas ninguém deveria subestimar quem já venceu sete eleições consecutivas para deputado estadual e agora busca o oitavo mandato. Enquanto os novatos aprendem a receita, o decano da Alese já conhece o ponto do café, o nome das lideranças e até quem leva a família inteira. Garibalde cozinha em fogo baixo, mas há quase três décadas não deixa a candidatura queimar.

Luciano procura as peças perdidas. Luciano Bispo terá de montar vários quebra-cabeças para chegar à reeleição. As estimativas que circulam indicam dificuldades justamente em Itabaiana, seu principal reduto político, onde a campanha ainda não teria encontrado o encaixe esperado. Experiência ele possui; agora precisa recuperar peças, reorganizar alianças e torcer para não descobrir, na apuração, que a tampa era de outra caixa.

Marcos acende a própria campanha. Marcos Oliveira vem fazendo uma campanha organizada, movimentada e cada vez mais identificada com seu próprio mandato. Sem abandonar o grupo de Valmir, ganhou estrada, presença e luz própria na disputa pela reeleição. Enquanto alguns candidatos ainda procuram a tomada, Marcos já acendeu a lâmpada, iluminou o santinho e saiu procurando voto. Se mantiver o ritmo, não corre o risco de apagar nem quando faltar energia no palanque.

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.

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