Dona de casa diz ter casa invadida por Policiais Civis

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Fato aconteceu no conjunto Albano Franco (Foto: Arquivo Infonet)

Uma dona de casa prestou um boletim de ocorrência na última segunda-feira, 4, afirmando que sua casa foi invadida por Policiais Civis. Eliete Souza de Arimatéia, que mora no conjunto Albano Franco, apresentou a denúncia na Corregedoria da Polícia Civil, para a delegada geral Katarina Feitosa, da Secretaria de Segurança Pública.

Segundo Eliete, sua casa foi invadida por dois policiais civis, na alegação de que a ela estaria envolvida em uma tentativa de assalto a um banco. “Eu estava descansando, quando ouvi um estouro. Me levantei assustada e vi que tinham dois homens com as roupas da Polícia Civil na minha casa”, disse. “Um deles apontava uma pistola para mim e eles diziam que minha casa era um esconderijo de bandidos, que era para entregar o pessoal”, explicou Eliete.

Ainda de acordo com a dona de casa, os policiais entraram sem nenhum mandado de busca. “Eles entraram destruindo tudo e quando eu perguntei sobre o mandado, eles disseram que não era necessário”, falou a mulher. Ainda segundo relatos de Eliete, os policiais reviraram a sua casa também em busca de entorpecentes. “Quebraram tudo na minha casa, me fizeram muitas acusações e disseram para que eu consertasse os danos que foram causados”, disse.

Eliete Souza falou que está bastante assustada com a situação. “Eu moro com minhas três filhas e eles feriram nossa integridade, nosso psicológico está muito abalado”, afirmou a dona de casa.

SSP

A equipe do Portal Infonet entrou em contato com o assessor da SSp, Sérgio Freire que informou que Eliete compareceu à SSP nesta terça-feira, 05, e apresentou seu relato para a delegada Katarina Feitosa. Segundo o assessor, as investigações começarão a ser feitas na medida de tentar identificar os acusados e averiguar se eles são realmente policiais civis. O assessor disse ainda que se os homens forem identificados como policiais, a SSP tomará as providências necessárias para punir os agentes.

Por Helena Sader e Aisla Vasconcelos

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