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| Ibarê Dantas desconfiou da ação e resolver prestar queixa / Foto: Arquivo |
O historiador Ibarê Dantas fala que ao entrarem em contato com ele e disse o valor, achou tudo muito estranho. “Chegaram a enviar para minha conta a quantia. Achei estranho e entrei em contato com o banco para verificar. A averiguação do banco apontou ser um cheque sem fundo. O mais absurdo é que o estelionatário tinha todos os meus dados, inclusive endereço, data de nascimento e matrícula no CIAF [controle interno administrativo e financeiro]”, explica.
Mas para esse depósito acontecer, Ibarê teria que fazer outro depósito num número de conta que lhe seria passado. “O homem pediu que fosse depositado R$ 11.860, e igual quantia referente a minha esposa, totalizando R$ 23.720 referentes aos honorários advocatícios. Mas que teria que fazer a transferência o quanto antes porque o prazo para o processo estava se esgotando”. Ele conta que para acertar a transferência teria que ligar para o número (21) 8542-6134.
Mas para esse depósito acontecer, Ibarê teria que fazer outro depósito num número de conta que lhe seria passado. “O homem pediu que fosse depositado R$ 11.860, e igual quantia referente a minha esposa, totalizando R$ 23.720 referentes aos honorários advocatícios. Mas que teria que fazer a transferência o quanto antes porque o prazo para o processo estava se esgotando”. Ele conta que para acertar a transferência teria que ligar para o número (21) 8542-6134.
Nesse intervalo, dois homens Geraldo Magela, dizendo ser chefe da seção e Horacio Albuquerque entraram no esquema para confirmar a transação e confirmar o CPF, respectivamente.


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