Governo alerta para golpes de renegociação de dívidas nas redes

Levantamento identificou 544 anúncios fraudulentos nas plataformas da Meta entre abril e junho. Fazenda não envia esse tipo de mensagem

Estudo apontou que 49% dos anúncios faziam referência ao suposto programa “Libera Brasil”, que não existe (Foto: Agência Gov)

A população deve ficar alerta a golpes praticados por meio de anúncios falsos nas plataformas da Meta, como Facebook, Instagram e WhatsApp, e também por meio de envio de links e mensagens digitais. As publicações usam indevidamente nome e logomarcas do Governo Federal para enganar pessoas interessadas em renegociar dívidas.

A renegociação de dívidas é feita somente e diretamente nas instituições bancárias. Não há sites do governo específicos para a renegociação, e não são enviados links, mensagens digitais ou SMS.

Todas as informações e orientações sobre a renegociação de dívidas estão disponíveis no portal gov.br/fazenda em página específica e nos canais oficiais do Ministério da Fazenda.

Levantamento do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NetLab/UFRJ) identificou 544 anúncios fraudulentos nas plataformas da Meta entre 1º de abril e 14 de junho. Desse total, 38% foram produzidos com o uso de inteligência artificial.

O estudo também apontou que 49% dos anúncios faziam referência ao suposto programa “Libera Brasil”, que não existe. Além disso, 72% utilizavam indevidamente o nome e a imagem do Governo do Brasil e de marcas conhecidas dos setores financeiro e de comunicação para conferir aparência de legitimidade às fraudes.

Fonte: Agência Gov

Portal Infonet no WhatsApp
Receba no celular notícias de Sergipe
Acesse o link abaixo, ou escanei o QRCODE, para ter acesso a variados conteúdos.
https://whatsapp.com/channel/
0029Va6S7EtDJ6H43
FcFzQ0B

Comentários estão fechados.

Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso portal. Ao clicar em concordar, você estará de acordo com o uso conforme descrito em nossa Política de Privacidade. Concordar Leia mais