A partir de uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, a data 1° de dezembro, dia oficial de combate a doença, foi inserida no calendário internacional, com o apoio da Organização das Nações Unidas-ONU. Segundo a parlamentar, as maiores barreiras no combate à epidemia e ao apio adequado às pessoas infectadas, são o preconceito e a discriminação. “É fundamental desenvolver o sentimento de tolerância, compreensão e solidariedade nas pessoas para a aceitação da doença, ao invés de negá-la”, comentou. Ana Lúcia também explicou que os estigmas são desencadeados por motivos que incluem a falta de conhecimento, mitos e medos, ressaltando que é preciso discutir o preconceito e a discriminação para aliviar o impacto da AIDS.A deputada pontuou ainda a necessidade de ampliar as políticas públicas e ações tanto para prevenção quanto para a contribuição na busca da cura da doença.
No dia mundial de Combate a AIDS,1º,na Assembléia Legislativa, a deputada Ana Lúcia (PT), falou da importância de mobilizações sociais pelo combate ao preconceito e ao estigma da doença. (Foto:Arquivo Portal Infonet)
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