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Lançamento do CD do Sescanção 2011 reuniu músicos (Fotos: Monique Garcez/ Portal Infonet) |
Em sua 13ª edição, o Sescanção homenageou os 16 compositores e intérpretes que compõem o cenário da música sergipana. Lançando um CD com 16 faixas, a Mostra Sergipana de Música, que já tem lugar cativo no Estado, fechou, na noite desta terça-feira, 20, o ciclo iniciado em 2011, e oportunizou para o público um pout-porri que mesclou todas as canções que compuseram o disco de sua última edição.
Além da apresentação das músicas selecionadas para a última edição, o evento desta noite homenageou alguns parceiros, dentre eles o Portal Infonet, e relembrou algumas músicas de Luiz Gonzaga, que foi prestigiado com a apresentação da Orquestra Sanfônica de Aracaju.
“Inicialmente foram 20 minutos de música, tocadas pelos músicos da orquestra de câmara sinfônica e por membros da nossa banda base, e interpretadas por quatro cantores convidados”, comenta o técnico em música, Fábio Oliveira, que também faz parte da coordenação do Sescanção.
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Luiz Gonzaga foi prestigiado com apresentação da Orquestra Sanfônica |
Ainda de acordo com Fábio, o evento de hoje serviu também para divulgar o trabalho dos artistas sergipanos. “O foco do evento são os intérpretes e compositores. E tudo isso é uma questão de reconhecimento”, destaca.
A diretora regional do Sesc, Excelsa Maria Machado, ressalta a originalidade das músicas que compõem o novo CD. “Este é um momento de festa e de celebração da música sergipana. Estão aqui os que mais se destacaram em alguns quesitos, dentre eles a originalidade e a harmonia musical”, expõe.
Contemplados
Dentre os artistas contemplados no Sescanção 2011 está Paulinho Só. Participando pela primeira vez do evento, o cantor trouxe a canção ‘Uma Ruma’. “Nela retrato os temas sociais, políticos, e falo sobre o dia-a-dia e de como há manipulação para que algumas pessoas continuem na ignorância”, revela.
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Grupo Diconduta foi um dos contemplados |
Já o grupo Diconduta, formado há sete anos, usou o rap como estilo musical para a canção ‘Se tá no jogo é pra jogar’. De acordo com um dos cantores, Alexandre Xandaum, em suas condições de rappers, os três têm a oportunidade de reivindicar e de mostrar suas vozes.
“Infelizmente não temos como viver do rap, mas levamos mensagens a todos os que precisam”, afirma Xandaum, que também fala mais sobre o estilo musical. “O rap é um protesto, e o fazemos devido às condições do mundo, que está decadente”, desabafa.
Muito contente com a contemplação da sua canção ‘Corpo Invisível’, a cantora Carol Prudente afirma que se sentiu acolhida e homenageada com a iniciativa do Sescanção. “Fiquei muito feliz por fazer parte desta equipe e confesso que me senti muito prestigiada e valorizada. Estou há apenas dois anos no cenário musical e começar dessa forma é muito bom”, finaliza.
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