Loteamento Moema Meyre sem água
Moradores do Loteamento Moema Meire, localizado nas proximidades da Av. Euclides Figueredo, passaram quase 13 dias sem água. A situação revoltou a comunidade que fechou a avenida, queimando pneus, na última sexta-feira, 12, como forma de protesto. A água começou a chegar nesta quarta-feira, 17, mas em alguns locais, o abastecimento está sendo feito por carros-pipas.
De acordo com o morador do Moema Meyre, Genésio Bispo dos Santos, a situação está insuportável. “Eu moro aqui há oito anos e falta água direto. Se não chegasse hoje, já era pra ser 14 dias sem água. Foi preciso a gente queimar pneus fechando a avenida para mandarem uns carros-pipas. A água
chegou hoje, mas a gente sabe que amanhã já não tem. E o que revolta é que o talão chega certinho pra gente pagar”, lamenta Genésio. Genésio Bispo lamenta situação
Na tentativa de solucionar o problema, é comum observar na porta das casas do Loteamento Moema Meyre, tonéis cobertos. “Com esse calor que está fazendo, a situação é pior nas casas com crianças. A gente fica sem água até para cozinhar e ninguém resolve nosso problema”, afirma a dona de
casa Maria Aparecida Mendes.
Construções
Carros-pipas começam abastecer o local |
Em quase todas as ruas do Loteamento Moema Meyre, existem construções ou reformas de casas. “Essa falta d’água está atrapalhando o nosso trabalho, pois acabamos atrasando os serviços. Os moradores muitas vezes são obrigados a comprar água, se quiserem adiantar as construções. Como a gente pode fazer a massa sem água?”, indaga o ajudante de pedreiro, Gilvan Silva.
Por Aldaci de Souza
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