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Delegado Antônio Francisco (Foto: Arquivo Portal Infonet) |
A pedido do Ministério Público de Nossa Senhora da Glória, o delegado Antônio Francisco, responsável pelas investigações do caso que envolve o padre Márcio Gonzaga de Lima, suspeito de abuso sexual, dará início a novas diligências ainda esta semana.
De acordo com o delegado, funcionários do Conselho Tutelar de Glória e testemunhas arroladas pela defesa, serão ouvidos a fim de detalhar o que de fato aconteceu. “As investigações já foram concluídas. Devamos iniciar as diligências, já que o Ministério Público requisitou ouvir o Conselho Tutelar e algumas pessoas que forma arroladas pela defesa. Após a conclusão dessas diligências enviaremos o inquérito mais uma vez ao MP para que eles tomem as medidas”, disse o Antônio Francisco.
O promotor de justiça que acompanha o caso, Antônio Carlos Nascimento explica que o objetivo é preciso mais elementos de convicção para que o Ministério Público acate a denúncia. “A gente devolveu o caso para a polícia, para que ela possa colher mais elementos de convicção, como laudos e também ouvir outras pessoas. Depois que a polícia concluir as diligências eles devolvem para nós e vamos analisar. Se já tiverem os elementos de convicção suficientes a gente pode formula a denúncia, mas por enquanto vamos aguardar a conclusão”, disse o promotor.
O fato foi mostrado pelo Portal Infonet onde após investigação da polícia, a Diocese de Propriá afastou o padre Márcio Gonzaga de Lima, da Paróquia de Nossa Senhora da Glória, devido ao envolvimento com o crime de estupro de vulnerável.
O padre Márcio Gonzaga de Lima está sendo acusado de ter cometido o crime de estupro a vulnerável. A vítima, um garoto de 12 anos, confessou o relacionamento e contou detalhes à polícia sobre o abuso que teria sofrido.
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