Segundo Josué Modesto, a instituição vai recorrer da decisão da Justiça favorável a candidatos que ingressaram com ação no sentido de garantir matrícula na UFS. “Nós cumprimos as decisões liminares e matriculamos os três candidatos, mas com certeza iremos recorrer”, adianta. Liminares Até agora são cerca de 48 candidatos que se sentiram prejudicados e entraram na Justiça pelo direito de se matricular na Universidade Federal de Sergipe. Caso todos eles consigam liminares, a UFS terá de ir aumentando o número de vagas nos cursos oferecidos, até porque não vai tirar as vagas dos cotistas. “A nossa expectativa é de que as liminares sejam cassadas e enquanto isso não acontece nós vamos matriculando por semestre”, explica o reitor Josué Modesto. De acordo com a advogada Laura Figueredo, os candidatos que tiveram ação favorável estão se matriculando sem problemas. “Eles estão sendo matriculados tranquilamente, inclusive no primeiro semestre”, comemora, acrescentando que continua aguardando novas decisões favoráveis, a serem proferidas por juízes das varas federais no Estado de Sergipe. Por Aldaci de Souza
O reitor da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Josué Modesto dos Passos Subrinho, informou que candidatos não cotistas fizeram a matrícula sem problemas na manhã desta sexta-feira, 12. Esses candidatos entraram com ação na Justiça pelo direito de entrar na universidade, já que fizeram pontos suficientes e se sentiram prejudicados por conta do sistema de cotas, que destinou 50% das vagas para candidatos egressos da escola pública. Sistema de cotas da UFS é de 50%
Quanto à possibilidade em se reduzir o percentual destinado aos cotistas [50%], como queremmuitos candidatos não-cotistas, o reitor da Universidade Federal de Sergipe foi enfático. “De jeito nenhum. Algumas universidades possuem um percentual menor do que o nosso, mas há um projeto de lei tramitando no Congresso, cujo número é igual ao nosso”, ressalta. Reitor Josué Modesto: “Estamos cumprindo as decisões liminares”
Após essas decisões, muitos candidatos que se sentiram prejudicados já começaram a procurar meios de também serem beneficiados. Marcelo Machado, advogado responsálvel por outro escritório que conseguiu o direito de matrícula para três estudantes de Medicina, afirma que essa luta para manter os estudantes na universidade vai longe, já que o reitor já se pronunciou que deverá recorrer. “Se trata de questões que envolvem o direito à igualdade e acesso à universidade pública e que pode, inclusive, chegar às instância superiores”
Obs: A matéria foi alterada às 15h40 do dia 13/02 para acréscimo de informação.
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