Água, a escassez taí

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A água continua sendo um problema para milhões de famílias no mundo, tanto pelo excesso como pela escassez. As enchentes e a falta de água afligem inúmeros cidadãos que vivem na esperança de que chova para recolher um pouco de água na vasilha; ou apreensivos, prontos para escapar da próxima enchente.

Ambos os problemas podem ser resolvidos com a construção de pequenas barragens, que armazenam as águas das chuvas, levando-as de volta para os lençóis freáticos e permitindo o uso para consumo. Esta solução traz ainda outros benefícios, a comunidade ganha de volta a motivação e as condições de produzir, minimizando os riscos de perder toda a produção.

Além de recuperar a motivação da população que passa ter acesso à água, as barragens têm papel importante na conservação do meio ambiente. Recuperam áreas degradadas e interrompem o processo de erosões.

As ações de preservação ambiental têm menor custo para o país do que corrigir os problemas causados por projetos que não consideram o desenvolvimento sustentável.

Considerando ser a água um bem, que por seu uso descontrolado, deverá ainda no Século XXI sofrer uma valorização indescritível. Muitas medidas terão de ser adotadas para evitar o seu desperdício e assim prolongar sua existência no Planeta Terra.

Os novos imóveis a serem construídos, por exemplo, deveriam contemplar uma série de medidas para economizar água. Sem esses dispositivos, o projeto do imóvel não deveria ser aprovado. Dentre as medidas estariam a obrigatoriedade de instalação de sistemas de reutilização da água usada no banho e nas pias e de mecanismos de coleta de água da chuva, para uso posterior na limpeza dos edifícios ou para regar jardins e hortas. Além disso, também, deveria ser prevista a necessidade das novas construções terem vasos sanitários mais econômicos e de arejadores nas torneiras (peça que mistura a água ao ar na saída da torneira e, assim, promove a economia).

Eis um exemplo a ser seguido: Todo consumidor de água que estiver lavando calçadas ou automóveis com o uso contínuo da torneira aberta ou for surpreendido praticando outra forma de desperdício de água deveria ser multado.

Segundo o representante da Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, Carlos Fernandez, apenas 14 países do mundo avançaram na gestão da água.

O Brasil foi o único da América Latina e o primeiro do sul do continente a concluir o seu planejamento estratégico de gestão de águas dentro do prazo estabelecido pela ONU.

Como vimos, parece que a conscientização está acontecendo , mas muito ainda precisa ser feito para que a água não falte no nosso Planeta Terra.

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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