Batistão: privatizar ou implodir

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O governador Marcelo Déda, que como a maioria dos brasileiros gosta de futebol, tem uma chance de resolver definitivamente o problema do Estádio Lourival Batista, o Batistão. Nos últimos 20 anos o estádio vem passando por reformas, mas que não adiantam mais nada, apenas são paliativos na tentativa de preservar uma estrutura carcomida e ultrapassada.

 

O governo do Estado tem que deixar de lado o Batistão. A atividade fim do governo não é administrar praça de esporte. Uma das alternativas seria passar a administração para uma empresa privada como já ocorre em alguns outros estádios. Com isso o estádio poderia sofrer algumas modificações e receber, por exemplo, catracas eletrônicas, como vem defendendo alguns políticos a exemplo dos deputados Venâncio Fonseca e Garibaldi Mendonça. O governo colocar catracas, e continuar administrando de nada adiantará. Os problemas da evasão de renda continuarão.

 

Existem vários vícios que ninguém tem coragem de mudar, mesmo simples. Por exemplo: qual o motivo que leva a Secretaria de Esportes e a Federação, não realizar o rodízio dos bilheteiros e dos porteiros? Algo normal, mas que em Sergipe não acontece. Com a privatização acabaria outro vicio: profissionais que mesmo não trabalhando entram de graça. A começar pela imprensa. Só entra de graça quem estiver trabalhando. Os policiais a mesma coisa. Um absurdo! Tem policial que acha pouco não pagar e ainda leva uma familiar ou um amigo. Polícia tem que pagar, menos quem estiver trabalhando e assim por diante.

 

Este jornalista entende que a solução correta seria um novo Batistão em outra área e com a administração toda terceirizada. E o governo pode fazer isso com um custo baixo. É só usar o programa de Parcerias Público-Privadas, o PPP. O local do Batistão tem vários problemas, como a falta de estacionamento e o desconforto para a vizinhança. Com certeza qualquer grande construtora de Sergipe desejaria aquela área do Batistão. Através da PPP, o governo poderia fazer uma troca justa. A construtora construiria um novo estádio (de preferência na entrada da cidade) e em troca ganharia o velho Batistão que seria implodido para que a empresa possa construir um condomínio no local.

 

O governador precisa ter vontade política para resolver este problema. E para o Batistão tem apenas dois jeitos: privatizar ou implodir. Ou melhor, se optar pela implosão, o novo deve passar para a administração privada. Do contrário, toda vez que tiver um jogo importante e o Batistão estiver cheio de gente, “saindo pelo ladrão”, todo mundo continuará desconfiando da renda divulgada e do público presente. Se falar nos graves problemas estruturais que aparecem todo ano. Seria um verdadeiro gol de placa, resta saber se o governador tem jeito de goleador…

 

300 cadeiras de cortesia e promoções

Um absurdo! O presidente da FSF, Carivaldo Souza disse que das cerca de 1,7 mil cadeiras, 300 são entregues para a diretoria do Confiança para que dê em forma de cortesia e para as promoções. Primeiro: não seria mais rentável para o time dá apenas ingressos da arquibancada? E qual o critério utilizado? A imprensa precisa se espelhar no programa de Douglas Magalhães e Fernandes Dória, da rádio Atalaia e pedir a parceria dos empresários para comprar os ingressos das promoções. Chega de doar ingressos para sorteios.

 

Boutique do Confiança: uma vergonha

Último sábado, às 12h05. Um torcedor chega a boutique do Confiança para comprar algo do clube. Na calçada um funcionário estava na calçada e foi informado que a loja acabará de ser fechada. Mesmo com o responsável dentro da loja e implorando não teve jeito. Não comprou nada. Pobre futebol sergipano. Para começar no sábado o correto seria fechar às 13hs. É por isso que o futebol sergipano é pobre …

 

André Moura será o federal do PSC

Com a decisão do PSC, de não abrir mão da candidatura do atual deputado federal Eduardo Amorim para o Senado Federal, o partido já tem outra posição. O candidato a deputado federal será o deputado estadual André Moura, que depois dos problemas com a Justiça Eleitoral e no município de Pirambu, voltou a mostrar força com a vitória em Japaratuba e outros municípios. Se o PSC ficar na coligação da situação a disputa será grande para a Câmara dos Deputados. Terá André Moura, Valadares Filho, Heleno Silva, Iran Barbosa, Rogério Carvalho, José Eduardo, Jorge Alberto, Nilson Lima, José Franco…Eitá tem muitos nomes para no máximo, cinco vagas.

 

Coletiva de Mendonça foi mudada para quarta

Considerando a impossibilidade de acesso a elementos técnicos durante final de semana, a assessoria de imprensa do deputado Mendonça Prado (DEM) informou que entrevista coletiva foi remarcada para a quarta-feira, 22, na sede do gabinete parlamentar, localizado à Rua Cedro, 346-348. Bairro São José. Sendo mantido o horário de 7h30.

 

Novas linhas de financiamento

Em entrevista ao Jornal da Cidade, o superintendente da Caixa em Sergipe, Luciano Pimentel garantiu que não há motivo de pânico, por conta dos efeitos da crise financeira mundial e que a facilidades continuarão as mesmas. Ele anunciou que a Caixa estará abrindo novas linhas de financiamento que só vem para facilitar a aquisição da casa própria dos brasileiros e por conseqüência dos sergipanos.

 

Absurdo em Igreja evangélica

Sexta-feira, 17, aproximadamente às 18h40, um jovem, aparentemente embriagado, entra numa igreja evangélica situada na Avenida Desembargador Maynard, 95. Que o jovem precisava ser retirado do local, não há dúvidas, mas a forma foi horrível para quem prega o nome de Deus. O jovem foi expulso através de chutes e ponta pés. Algo de mais grave não aconteceu porque funcionários da lojas Jaluzi e Serilon Serigrafia intercederam. É preciso uma punição, os funcionários são testemunhas o jovem, por pouco não morreu. Que tipo de cristãos são esses, que não sabem lidar com uma situação complicada e apenas usa a violência?

 

TSE muda resolução e beneficia Internet I

O TSE decidiu mudar, por 5 votos a 2, a resolução que trata de propaganda eleitoral e condutas de agentes públicos, liberando a manifestação partidária de órgãos de comunicação impressa inclusive na internet. A Corte alterou um parágrafo do artigo 20 da resolução 22.718. O texto afirmava que “não caracterizará propaganda eleitoral a divulgação de opinião favorável a candidato, a partido político ou a coligação pela imprensa escrita, desde que não seja matéria paga, mas os abusos e os excessos, assim como as demais formas de uso indevido do meio de comunicação, serão apurados e punidos”. Os ministros incluíram, após a referência à imprensa escrita, a citação: “inclusive nos respectivos sítios na internet”.O TSE também mudou o parágrafo 5º do artigo 21, que trata da programação de rádio e TV. Diferentemente de jornais e revistas, essas empresas não podem fazer propaganda ou emitir opinião sobre candidato, pois são concessões públicas.

 

TSE muda resolução e beneficia Internet II

Agora, o texto diz que as restrições “aplicam-se às paginas na internet mantidas pelas empresas de rádio e TV e às demais redes destinadas a prestação de serviços de valor adicionado”. O antigo texto desse parágrafo dava a entender que as empresas de comunicação que têm página na internet, inclusive as da imprensa escrita, estavam sujeitas às mesmas vedações de rádio e TV. Com a dúvida, o Grupo Estado, proprietário do jornal “O Estado de S. Paulo” e da “Agência Estado”, entrou com um mandado de segurança questionando o parágrafo.O tribunal resolveu não julgar a ação, mas o presidente Carlos Ayres Britto propôs, nesta semana, uma questão de ordem administrativa para reavaliar o artigo, afirmando que o direito de expressão que jornais e revistas possuem também vale para seus sites. (FSP).

 

DO LEITOR

 

Sobre Termo Circunstanciado I

Do major Reinaldo José Chaves Silva: “Estamos presenciando uma verdadeira quebra de braço entre a Polícia Militar e A Polícia Civil do Estado de Sergipe, tentando ocupar todos os espaços possíveis e impossíveis para justificar ou não quem é a autoridade policial competente para lavrar o Termo Circunstanciado, nos casos de crime de menor potencial ofensivo, lei nº 9.099/95. Não devemos esquecer que vivemos desde 1988, com a promulgação da Constituição Federal, num Estado Democrático de Direito, no qual todo poder emana do povo, único legitimado e detentor do poder, razão de ser de toda a estrutura sistematizada de nossa constituição, daí ser o povo a verdadeira fonte de toda autoridade. É neste prisma que como autoridade do Estado, tanto os Policiais Civis com Militares, devemos direcionar nossos esforços, pois o cidadão comum ao buscar o serviço público destas instituições, visam que este seja efetivado de acordo com os ditames da carta política, de eficiência, impessoalidade, legalidade, proporcionalidade, dentre outros, pouco importando para o cidadão quem irá lavrar o referido Termo Circunstanciado”.

 

Sobre Termo Circunstanciado II

Continua o major: E neste aspecto reside a verdadeira razão de reflexão, ora sendo o Estado, unidade federativa, UNO, todos os órgãos devem trabalhar de forma contínua e imparcial, no sentido realizar o serviço de excelência ao cidadão. Outro aspecto relevante desta panacéia desnecessária é que o Magistrado que irá conduzir o processo nos Juizados Especiais Criminais, bem como o digníssimo membro do Parquet, irá de acordo com a vontade da lei, tentar de toda sorte conciliar o litígio, propondo a transação penal, e nestes casos o que menos importa é quem foi a AUTORIDADE POLICIAL  que lavrou o TOC (se PM ou PC). De sorte que precisamos ampliar a qualidade de serviços prestados a sociedade, tal discussão que agora veio a tona e vem nos últimos dias ganhando tons de pessoalidades por parte de algumas entidades, representativa de classes, que estão buscando espaços na mídia através de palestrantes nacional das instituições que vêm ao Estado para reafirmar quem pode ou não lavrar o TCO. Enquanto isso nós PM e PC esquecemos que quando de folga também somos cidadãos e quando vitimados esperamos um atendimento rápido e adequado, não importando quem irá assinar o TCO, nem se irá ser com caneta Bic ou Mon Blanc”. Major Reinaldo José Chaves Silva – Bacharel em segurança Pública, Concludente do Curso de direito – Atualmente exerce a função de Ouvidor Adjunto da PMSE.

 

Sobre o relato de uma vítima da violência I

E-mail recebido de um leitor sobre o relato de uma vítima da violência publicado no final de semana no blog: “O relato desta senhora pode apenas ser mais um, de alguém que percebe que na esfera administrativa tudo poderia funcionar melhor, mas tal relato pode também ser o pontapé inicial para o governo comece a repensar qual o grau de responsabilidade das pessoas que lidam diretamente com o atendimento à população. Não dá para que diariamente seja noticiada uma série de atrocidades e maus tratos, além de obstáculos inexistentes colocados para dificultar o atendimento na esfera pública, e todo esse caos permaneça sendo atribuído ao secretário da pasta ou ao governante de plantão. Dentre os servidores públicos, existem abnegados que agem com competência e espírito de cidadania, mas temos os denominados parasitas e inescrupulosos, alguns apenas insatisfeitos, outros até mal intencionados por frustração política ou coisa que o valha. Já chegou a hora do governador começar a esboçar uma preocupação maior com esse tipo de comportamento, e começar a desmascará-los, é inadmissível que dentro da máquina pública, alguém que está sendo remunerado para atender bem a população, atue com desdém, com a prática de sabotagens e em algumas situações pelo laço de amizade conquistado ao longo dos anos, contando com a generosidade de benéficos pareceres, produzidos por setores que deveriam oferecer exemplo de probidade administrativa e atuarem transmitindo seriedade”.

 

Sobre o relato de uma vítima da violência II

Continua o leitor: “Se a Administração Pública fizer um diagnóstico dos benefícios recebidos ao longo dos últimos 10 anos por servidores públicos, vai descobrir situações horripilantes, de concessões indevidas e acobertadas, pelo corporativismo interno do órgão e em muitos casos contra a aceitação do órgão onde trabalha, mas respaldada por pareceres externos, os quais, alguns servidores desprezam o setor de recursos humanos do próprio órgão onde trabalham, vão até o setor responsável pelo parecer e arrancam pessoalmente a decisão que lhes favorecem. Tem uma amiga minha que atua na área de recursos humanos da administração estadual, que se diz alarmada com a quantidade de atestados apresentados por uma servidora, e revela que a mesma, faz questão de espalhar entre as colegas que conseguiu o devido atestado para prolongar o fim de semana, por estar cansada da cara do chefe. O pior segundo ela é que esse atestado é sempre muito bem respaldado por quem deveria melhor avaliar. Ela imagina que a incorporação de benefícios e as averbações de tempo de serviço, não resistiriam a um sopro de séria investigação. Onde muitos conseguiram averbar tempo de serviço sem apresentar a devida “Certidão de contribuição do INSS”, e em outras situações a averbação que não deveria servir para efeito de aposentadoria, pode sim acabar sendo aproveitada para essa finalidade em razão da falta de controle com as informações individuais e pormenorizadas”.

 

Sobre o relato de uma vítima da violência III

Conclui o leitor: “Nesse caso acho que o Estado deveria demandar uma melhor atenção para saber até que ponto procede tais informações, mas é bom saber que isso somente seria possível com a criação de uma comissão sem vícios e sem vínculo algum com as pessoas que atuam nesta área. Mas voltando ao caso dessa senhora, o problema dela deveria servir para o secretário da Segurança Pública, convocar a sua equipe de planejamento, mais especificamente o setor de organização e métodos (suponho que exista) e solicitar que seja criado um fluxograma de atendimento para que casos dessa mesma natureza não mais se repita. O problema dessa senhora não adianta mais tentar resolver, até porque ela já passou por tudo isso que relatou publicamente, cabe agora trabalhar sobre o relato dela para impedir novas e idênticas ocorrências. Interessa é saber que ao ter um veículo roubado a pessoa vai acionar o serviço 190, ou a própria delegacia de roubos e furtos, pessoalmente ou por telefone e que a partir daí todas as providencias serão de responsabilidade da delegacia especializada, que pode também ter sido acionada pelo “serviço 190” a partir da denúncia recebida, e se a denúncia levou dois dias para ser inserida no sistema integrado de informações, ou para chegar ao conhecimento da CPRV, ou a PRF, que os responsáveis pelo 190 e pela delegacia respondam na forma de inquérito administrativo para averiguar se houve prevaricação. Apenas para lembrar, todo cidadão tem direito a receber cópia de qualquer documento que assinou no imediato momento”. Tai, se a Ouvidoria desejar, pode aproveitar muito bem a sugestão do leitor.

 

Vitória de Chiquinho em Simão Dias

E-mail recebido: “Vento através deste parabenizar o candidato Chiquinho do PT de Simão dias. Quero expressa a alegria dos amigos deste jovem humilde que obteve 711 votos em uma cidade que reina uma política ditatória ao longo dos anos, será que dessa vês o PT não vai ter espaço necessário na nova administração que vai governa a partir de 2009?. Neste momento nos filiados do PT de Simão Dias como também da sociedade se congratula com este jovem pobre e humilde não se elegeu mais fez bonito. Sendo que as lideranças da política locais e capitalista faziam comentários que este jovem não tinha 400 votos, pois isto mostra que só faltou um olhar especial das grandes lideranças do PT Estadual para eleger este jovem humilde”.

 

Gastos do governo com publicidade

Do leitor Maximino: “A TV Sergipe faz uma blitz  quase diária no Hospital João Alves. Para  a sociedade é meritória esta ação. A saúde no nosso  estado, como no Brasil, está  em estado deplorável. Mas, para avaliar os  reais propósitos desta TV,  solicito a este  repórter, se possível,  nos  informar  quais foram os gastos no último  ano do governo  João  Alves  e  no primeiro ano governo Marcelo Deda em  comunicação  com esta Rede  de TV.Não vejo  atualmente aquela enxurrada de comerciais do governo e, principalmente, do Banese na mídia. Era uma  gastança irresponsável com  publicidade em toda a mídia do nosso estado. Lembro que não existia esta vontade cívica da mídia em defender os mínimos diretos da sociedade. De qualquer maneira,  prefiro a situação  atual.  A mídia a  serviço da população. Penso que este comportamento influenciou bastante os outros agentes de defesa da sociedade a OAB, O Ministério Público Estadual e Ministério Público Federal. No governo anterior era observado uma certa omissão”.

 

Sintrase: Banese chantageia Servidor Publico I

Os servidores Públicos Estaduais e Municipais de quase todos os Municípios do Estado de Sergipe, que são obrigados a manter conta corrente no Banese. Deveria merecer tratamento melhor do senhor José Andrade Presidente do Banese, mas infelizmente esse senhor ao contrário do que esperávamos, nunca demonstrou o menor respeito, e os servidores continuam sendo extremamente explorados pelo Banese. O banco que arranca o couro sem dó nem piedade de servidores que contraí empréstimos pessoais, cobrando taxa de abertura de credito, que cobra juros aviltados, que faz inveja as financeiras e agiotas, e que obriga os servidores a pagar um seguro de valor considerável para cobrir o menor risco do mundo no mercado financeiro.

 

Sintrase: Banese chantageia Servidor Publico II

E como se isso não bastasse à direção do Banese sob o comando desse senhor resolveu chantagear uma pequena parcela dos servidores que ainda não estão atolados até o pescoço nessa instituição e anuncia um pacote de maldade afirmando que para ter acesso ao financiamento da casa própria o servidor tem que possuir uma cesta mínima de produtos oferecidos pelo Banese tais como: conta corrente com cheque especial e cartão de crédito Banesecard. O que constitui uma ilegalidade perante o Código de Defesa do Consumidor no seu artigo 39, pois caracteriza a tal condenada “venda casada”, ou seja, a prática de subordinar a venda de um bem ou serviço à aquisição de outro. O banco está  obrigando o servidor, a ter uma cesta mínima de produto do próprio banco para poder ter acesso ao financiamento da casa própria. Essa prática deveria deixar roxo de vergonha qualquer gestor com o mínimo de responsabilidade com as mudanças, o que não é o caso dos gestores que compõe a Direção do Banese, que deveria acabar com as velhas praticas de exploração deplorável e ao contrário só faz aumentar, e o que é pior a base de chantagem. Reconstruir os alicerces do relacionamento dos Servidores Públicos com o Banese é uma obrigação do Governador Marcelo Déda. Do jeito que está, é uma relação doentia de muitos anos que não pode continuar. Chegar Governador! Respeito é muito bom! Mas tem que ser mutuo. A direção do Sintrase.

 

Frase do Dia

“Seja determinado, não tema sacrifício algum e supere todas as dificuldades para ganhar a vitória”. Mao Tse-Tung.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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