Café Pequeno-Só Freud explica

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E os tambores femininos rufaram nos quatro cantos do Brasil, do Oiapoque ao Chuí, e a mulherada, no melhor estilo boca a boca, acorreu e lotou os cinemas para assistir a uma sessão de análise com reflexões sobre casamento, amores, vida e morte.

 

Tudo começou com o livro de Martha Medeiros transformado em peça, já com Lília Cabral no papel de Mercedes, uma mulher surpreendente e que, mesmo não se sentindo infeliz, resolve encarar o divã e descobrir que existe vida além da cara metade.

 

Li o livro mas, desta vez, gostei mais do filme que explora na medida certa humor e drama e tem nos diálogos seu ponto forte, como na cena do reencontro do ex-casal no supermercado.

 

E a Lília, com seu jeitinho meio sem jeito, dá um toque todo especial de realismo a criatura que, convenhamos, já é bem mais saidinha do que a maioria das mulheres que o filme pretende retratar.   

 

Mas bom …bom mesmo, além do Cauã Reymond, é a presença do Reynaldo Gianecchine que muito lindo e charmoso faz as muito pra lá de balzaquianas realizarem uma doce, mesmo que ilusória, vingança em cima daqueles que pensam que só mulher nova é capaz de seduzir um bonitón.

Carnaval 2007-Foto Ana Libório

 

 

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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