Decisivo na campanha de Bolsonaro, Moro começa a ser rechaçado

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“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

“O presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, está tentando se afastar ao máximo do caso envolvendo o então juiz e hoje ministro da justiça do seu governo.”

O texto acima é de uma matéria da Folha de São Paulo de ontem, 10, informando que a cúpula do Congresso Nacional já vê como inevitável uma CPI sobre o caso do vazamento das conversas do então juiz Sérgio Moro e o procurador da República, Deltan Dallagnol, divulgadas no domingo pelo site Intercept Brasil.

Pelo que a imprensa nacional publicou ontem, decisivo na campanha de Bolsonaro, Moro começa a ser rechaçado por conta do vazamento.

De todos os textos que o titular deste espaço leu ontem sobre o assunto, escolheu um para reflexão do leitor. O de Frederico Vasconcelos, da Folha de São Paulo:

Uma pergunta clássica que antecede as grandes investigações e reportagens é: a quem interessa?

O objetivo aparente da divulgação do vazamento pela Intercept do Brasil é implodir a Lava Jato. O epicentro óbvio é Curitiba, e, por extensão, o TRF-4, em Porto Alegre. O alvo primeiro das interceptações, o ex-juiz Sergio Moro e a força-tarefa do Paraná.

O vazamento, contudo, deve mirar o poder central, em Brasília.

Várias dúvidas deverão ser esclarecidas numa investigação que avance em relação às suspeitas, levantadas semanas atrás, de que procuradores e magistrados tinham seus celulares hackeados:

A divulgação resulta de fogo amigo, ou seja, uma tentativa de evitar a indicação de Moro para o STF?
Ou cortar, desde já, eventuais pretensões de o ex-juiz chegar à presidência da República?
Alguns desdobramentos são esperados.

As redes sociais deverão reforçar a tese de que Lula é vítima de uma perseguição política. Haverá pressões pela soltura do ex-presidente (por exemplo, a Associação Juízes para a Democracia já emitiu nota nesse sentido).

Como observa Celso Rocha de Barros em sua coluna na Folha, nesta segunda-feira (10), “não há nada nos vazamentos que prove que Lula é inocente, mas há sinais fortes de que seu julgamento não foi normal”.

Em nota, Moro nega qualquer “anormalidade ou direcionamento”.

Alguns magistrados tinham restrições a práticas adotadas por Moro e avaliavam com reserva (nos dois sentidos) as escusas dirigidas a Teori Zavascki, quando o ministro do STF advertiu o juiz da Lava Jato.

A divulgação das interceptações também deve afetar a sucessão de Raquel Dodge na Procuradoria-Geral da República.

O site da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República), que promove a votação para a lista tríplice da categoria, mantém um link que remete para artigo do procurador da República Vladimir Aras, o candidato mais identificado com o juiz Sergio Moro, com quem atuou desde o caso Banestado.

Em julho de 2018, em artigo que tratava de fake news, Aras faz um comentário que aparentemente vale para os fatos atuais:

“Conhecer a autoria é importante. Porém, mais importante, no que concerne às fake news, é considerar o conteúdo divulgado, porque somente o exame da mensagem, da postagem ou do discurso é capaz de revelar as informações falsas, o discurso de ódio ou a incitação à violência, ou a existência de uma atuação concertada”.

 

 

Rogério Carvalho é destaque em matéria do Valor: perfil técnico e apaziguador O senador Rogério Carvalho foi destaque no jornal Valor de ontem, 10, com uma matéria com o título “PT no Senado ganha perfil técnico e apaziguador”, onde cita ele (Rogério) que é médico e o senador do PT do RN, o economista Jean Paul Prates.

Trecho da matéria Esqueça a estridência dos tempos de Gleisi Hoffmann (PR) e Lindbergh Farias (RJ). Ou a oposição radical de Fátima Bezerra (RN) e Regina Sousa (PI), que chegaram a ocupar por seis horas a mesa do Senado na tentativa de não deixar votar a reforma trabalhista há dois anos. A nova bancada do PT no Senado, de seis integrantes, tem um perfil apaziguador e técnico. Novatos, o médico Rogério Carvalho (SE) e o economista Jean Paul Prates (RN) têm se destacado nas discussões.

Discípulo de Déda Carvalho é um discípulo do ex-governador do Sergipe Marcelo Déda, morto em 2013, e especialista em gestão hospitalar, com doutorado pela Universidade de Campinas (Unicamp). “Pela minha vivência acadêmica, você nunca vai me ver fazendo uma discussão sem que haja ali embasamento técnico”, diz. O senador sergipano alega que a postura mais agressiva dos antecessores fazia sentido, em especial à época do controverso impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. O momento, contudo, é outro.

Tirar a bancada do PT do isolamento “Precisamos tirar a bancada do PT do isolamento, construir relações com todos. Buscar uma relação mais afável, menos agressiva”. Para isso, com menos de um mês de mandato, Carvalho passou a promover encontros em casa com outros senadores, em especial das regiões Norte e Nordeste e de siglas divergentes do PT. “Minha conversa ali é com Tasso Jereissati (PSDB-CE), Otto Alencar (PSD-BA). É entender que o governo [Bolsonaro] tem o direito de construir sua agenda e nós, de sermos guardiões daquilo que nos é caro. Nosso papel é produzir civilidade”, defende Rogério na matéria.

Mediação do Estado e papel redistributivo Com Déda, Carvalho foi secretário de Saúde na capital sergipana e depois, do Estado. Para chegar ao Senado este ano, venceu uma dura disputa eleitoral. Na Casa, relata, viu-se obrigado a estudar economia para se colocar nas discussões. “A economia de mercado e o liberalismo tem um potencial de produção de riqueza imenso, desde que você tenha um Estado que faça a mediação e cumpra um papel redistributivo”. Ante à surpresa do repórter com a defesa de tal agenda, o senador faz outra referência inesperada. “É como na série ‘Game of Thrones’: todos têm um pouco de bondade e um pouco de maldade. Nada é apenas um lado”.

Crítica a política de desonerações de Dilma A política fortemente calcada nas desonerações de tributos do governo Dilma é alvo de críticas de Carvalho. “Fez-se ali uma política para salvar a indústria, mas aquele modelo esmagou a classe média”, lembra. Classe média com a qual, diz, o PT precisa voltar a dialogar. “Espero que tenhamos uma reflexão para reposicionar o partido. O grande desafio é dar respostas de como gerar riqueza. Para isso, é preciso incluir a classe média. Temos que trazê-la para protagonizar um novo modelo de desenvolvimento”.

Vardo da Lotérica vem aí… Itabaiana é rica em tipos antológicos que levam a imagem serrana aos quatros cantos do mundo. Há algum tempo quem consegue seus 15 minutos de fama nas grandes redes de comunicação do país e é um ícone das redes sociais é o vereador Arivaldo Rezende, o Vardo da Lotérica. Depois de quase se tornar deputado em 2018 ele tem dito que sonha em ser vice-prefeito de sua terra natal. Para isso se reaproximou do prefeito Valmir de Francisquinho, mantém diálogo com Luciano Bispo e se diz amigo dos Teles de Mendonça. Vardo só faz restrição a uma possível candidatura de Eduardo Amorim e ameaça ele mesmo se lançar caso o ex-senador mantenha mesmo o desejo de gerir a cidade serrana.

Vardo e Fábio Henrique em Socorro... Sem papa na língua, o vereador surpreendeu muita gente ao declarar semana passada de que recebeu o convite do deputado Fábio Henrique para seu candidato a vice em 2020 em Nossa Senhora do Socorro. O homem do bigodão agradeceu o convite e disse querer mesmo é ser vice na cidade em que vive.

Almeida Lima no PV? Para quem gosta de uma disputa eleitoral eletrizante certamente ano que será um prato cheio. Candidaturas diluídas, incertezas nas coligações e o famoso “ninguém é de ninguém”, até as convenções. Para apimentar esta mistura, a possível candidatura do intrépido Almeida Lima promete acalorar ainda mais os debates. Em silêncio, ele articula e materializa seu intento. Faz algumas inserções em suas redes sociais, mas permanece taciturno. Nos bastidores, ele costura sua ida para o PV. O verde Almeida promete deixar muita gente vermelha de raiva.

TRE acolhe recurso de MP Eleitoral contra parcelamento de dívida de Jackson Barreto Por 6 x 1 votos, o Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe acolheu o recurso do Ministério Público Eleitoral e proibiu o parcelamento em 41 anos do valor que Jackson Barreto e Belivaldo Chagas devem recolher ao Tesouro Nacional. O ex-governador e o atual governador devem pagar R$ 667.673,25 em razão de ter as contas da campanha eleitoral de 2014 reprovadas.

R$ 667 mil mais multa de R$ 5 mil Com a decisão, os autos serão encaminhados à Advocacia Geral da União para que se realize a cobrança do valor integral. Além dos R$ 667.673,25, eles também devem pagar multa de R$ 5 mil. A multa foi aplicada porque a Justiça Eleitoral entendeu que os candidatos apresentaram um recurso (embargos de declaração) com a única finalidade de adiar o cumprimento da sentença.

Sergipe Rural na TV Aperipê O Sergipe Rural exibido na TV Aperipê filiada à TV cultura chega ao ducentésimo programa. A edição comemorativa vai ao ar às 7h30 da manhã do dia 15 de junho. Desde que estreou na emissora em julho de 2015 o Sergipe Rural percorreu os quatro cantos do Estado em busca das novidades e informações do agronegócio, até aqui foram mais de mil reportagens. Comemorar o programa 200 é a expressão da consolidação de um trabalho em conjunto desenvolvido com empenho e excelência da brilhante equipe de jornalistas. Parabéns a todos que fazem parte do Sergipe Rural e que esse sucesso aumente cada vez mais!

Grande Oriente do Brasil em Sergipe tem novo Grão-Mestre Na noite do sábado, 08, aconteceu no templo da Loja Maçônica Clodomir Silva, a transmissão dos cargos de Grão-Mestre Estadual e Adjunto, do Grande Oriente do Brasil Sergipe, para a gestão 2019-2023. Lourival Mariano de Santana, passou a presidência estadual aos Mestres Maçons, Clairton de Santana, Grão Mestre, e Wilton Torres de Magalhães, Grão Mestre Adjunto. Na mesma sessão ocorreram as posses dos deputados estaduais da Poderosa Assembleia Estadual Legislativa (Maçônica), e a escolha do novo presidente da casa, sendo eleito por aclamação o Mestre Maçom, Flávio Marinho.

Jantar Após a concorrida sessão, aconteceu em um hotel da capital sergipana um jantar festivo, com a presença de diversas autoridades civis e militares. Presenças do sereníssimo Grão Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado de Sergipe, Alberto Vieira, Comandante do 28° Batalhão de Caçadores, Coronel José Carneiro, Comandante da Capitania dos Portos de Sergipe, Capitão Alessandro Black, além de diversos maçons de Sergipe e outros Estados do Brasil.

Sobre o Grande Oriente do Brasil O Grande Oriente do Brasil (GOB) é a mais antiga Potência Maçônica brasileira (associação de Lojas Maçônicas, também chamada de Obediência Maçônica), fundado em 17 de junho de 1822. O GOB participou ativamente em momentos cruciais da história brasileira, como a abolição da escravatura, a Proclamação da República e a Independência do Brasil. Em Sergipe a fundação da jurisdição estadual ocorreu em 01 de dezembro de 1989, e atualmente congrega no Estado 13 lojas maçônicas, presente em 5 municípios.

Maçonaria A Maçonaria é uma sociedade discreta, de caráter universal, cujos membros cultivam o aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia e igualdade, fraternidade e aperfeiçoamento intelectual, sendo assim uma associação iniciática e filosófica. Proclama a prevalência do espírito sobre a matéria e pugna pelo aperfeiçoamento moral, social e intelectual da humanidade, por meio do cumprimento inflexível do dever, da prática desinteressada da beneficência e da investigação constante da verdade.

 

PELO ZAP DO BLOG CLÁUDIO NUNES – (79) 99890 2018

Projeto Sergipe Retomada A Câmara de Jovens Empresários da Fecomércio estará pilotando uma ideia que pode ser a saída para diversas micro e pequenas empresas de Sergipe. O projeto chama-se  “Sergipe Retomada.” A ideia, que conta com a participação do Sebrae e do Banese, pretende resgatar as empresas com dificuldades financeiras para resolução das suas dívidas através de crédito e de consultoria financeira. A perspectiva é recompor estoques desabastecidos pela crise, aumentar as vendas e contribuir para a geração de empregos.

 

Nota coletivo de movimento estudantil ParaTodxs (da JPT) Nós do coletivo ParaTodxs/SE viemos por meio desta nota responder a algumas declarações e questionamentos feitos pelo presidente da juventude do PSD (Nelio Miguel) através do site de jornalismo: Imprensa 24 horas, no qual ele é administrador, onde o mesmo se utilizou de uma conversa pessoal no WhatsApp com um dos nossos coordenadores e cidadão do município de Aracaju que questionou algumas posturas do nosso prefeito em relação ao caos que nossa cidade tornou durante a chuva. Nélio, sem autorização nenhuma usou os “prints” para expor uma mensagem pessoal de um jovem dirigente de uma maneira baixa para gerar fofoca e turbulência no cenário político da nossa capital, ação essa que não condiz com a postura de um conselheiro de políticas públicas de juventudes que deveria atuar ao lado dos jovens sergipanos e não utilizar de um site de notícias pra atacar um companheiro. É importante destacar que nós fomos o primeiro grupo de juventude durante a pré-campanha a apoiar o nome de Edvaldo para nossa chapa para prefeito como nosso candidato, e como eleitores temos o direito de cobrar. Aproveitamos o momento para dizer que desde o processo eleitoral onde nós demos prioridade a eleger um senador do nosso Partido, sofremos com a falta de política e excesso de picuinha e desrespeito dessa turma, que inclusive está na Coordenadoria estadual de políticas públicas pra juventude, e que não apresenta ações afirmativas e concretas para a juventude do nosso estado, se utilizando de um espaço de inclusão e transformação social e o transformando em um espaço pequeno e feito somente para servir a interesses pessoais do mesmo. Nós que andamos em contramão a esse tipo de construção política e por isso somos um coletivo com 10 anos de existência e atuação na luta por uma educação de qualidade, ocupando as escolas, as praças e as as comunidades para discutir Política com a base através das entidades que historicamente esteve a frente dos processos de decisões da nossa sociedade, USES,a UBES e a UNE, lutando pra que a juventude ocupe seu espaço e melhore a política. Coletivo ParaTodxs/SE.

Jardim Botânico em Itabaiana Por Antônio Samarone: “”Com o brilho da exposição de Burle Marx no Jardim Botânico de Nova Iorque o tema me voltou a mente. Por que não existe jardim botânico em Sergipe? No mundo temos 1700 jardins botânicos e no Brasil são 36 registrados. Existem outros: jardins botânicos municipais, de universidades, particulares não registrados, mas que cumprem os seus objetivos. Em Sergipe temos um Parque Nacional, que ainda não saiu do papel, um horto abandonado e algumas reservas. Aracaju já possuiu um horto florestal.” Continua a leitura aqui.

 

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PLANO DE SAÚDE – FUNCIONÁRIOS DA CEHOP: associados pedem assembleia geral da associação. Sem reposição salarial há 6 anos e associação vem reajustando o plano de saúde exorbitantemente.

Temos um Plano de Saúde, de Auto Gestão, através da nossa Associação que até mais ou menos 2015, funcionou atendendo nossos objetivos de forma bem satisfatória, onde todos os associados/funcionários tinham acesso ao excelentes serviços prestados pelo mesmo. Em tempo, vale ressaltar que é suprimido dos nossos salários 1% para a Associação e 10% para o Plano de Saúde, e por fim, o Governo com 3,5%. E, além disso, a Empresa cede 04 funcionários, sem custo ao plano, a sede e toda logística da CEHOP.

Aproximadamente em 2016 , a gestão, da época, começou a implantar uma política empresarial visando lucro, cercou-se de profissionais com o custo bem alto. Fez um convênio com a DESO onde a Empresa contribui com até 90% do valor dos seus funcionários, o que teria sido excelente, devido ao aumento de arrecadação, se as vantagens fossem revertidas para o associado compensando as dificuldades pelas quais passam os funcionários dessa Empresa.

Os funcionários há 06(seis)anos não tem reposição salarial. E, em janeiro de 2017, a ASSEC deu reajuste de mais ou menos 70%. Desde então, aumentou o desligamento de vários colegas, uma vez que foi nítido a falta de condições financeiras de ainda manter seu plano de saúde, e com isso, houveram casos absurdos de colega cardiopata e vários outros sem nenhuma Assistência Médica necessitando, então, recorrer ao SUS.

Em janeiro de 2018, através de uma Assembleia, resolvemos reagir. Criamos uma comissão que através de muita luta trocamos a direção.

Quando da época da eleição, com apoio e interferência indireta da direção da Empresa e alguns ítens ilegais no Estatuto, da antiga gestão do Plano, conseguiu inviabilizar a chapa da comissão de oposição.

Finalmente, na ultima Assembleia, com a nova gestão, porém com a mesma equipe assessora, foram apresentadas duas propostas de reajuste e alteração do Plano, chegando a aumentar em alguns casos 100%, o que vai gerar, com certeza, o desligamento em torno de 70% dos associados do Plano, gerando insatisfação e revolta geral, das carreira I e II .

Estamos fazendo um estudo junto a COHIDRO, que tem o mesmo perfil da CEHOP , onde o plano sobrevive muito bem como alto Gestão, cumprindo o seu real papel de atender aos funcionários sem fins lucrativos. Porém, a gestão da ASSEC e sua assessoria, muito bem remunerada, insistem em comparar o nosso Plano à Planos Empresariais. É compreensível tal reação, uma vez que toda a equipe são muito bem remunerados.

Iremos também recorrer ao MP e ao Governador, uma vez que trata-se de assunto de saúde pública e uma injustiça desmedida ,após tantos anos de contribuição e no momento de mais precisão ficamos à mercê da sorte.

Começamos com um abaixo assinado solicitando uma nova Assembleia, conforme anexo, onde esperamos ser atendidos, pois atualmente a situação é de interesses distintos, entre a direção e sua bem remunerada assessoria trabalhando juntas, contra os interesses dos Associados.

ARTIGO

O Estatuto da Segurança Privada e a transformação social positiva Por Sandro Moura.

Sergipe é um estado que carrega consigo uma máxima que nos identifica muito bem, “em Sergipe todo mundo se conhece”. Com essa frase conseguimos definir nossa identidade regional, pessoal e laboral. Isso também define a nossa realidade em termos de segurança, pois todo mundo convive com vigilantes, profissionais da segurança privada, serviços prestados pelas empresas em ambientes públicos e privados. Pessoas que fazem parte do nosso cotidiano em todos os momentos, garantindo nossa proteção pessoal e patrimonial. O setor de segurança privada é um dos maiores geradores de empregos do nosso estado, elemento garantidor da manutenção do funcionamento das empresas de outros setores da economia, promovendo assim o desenvolvimento econômico e social, através da proteção das pessoas, proteção de vidas.

Um setor tão importante para Sergipe e para todo o Brasil merece ser melhor tratado pelos entes governamentais, pois damos o nosso melhor para executar nossas funções, na certeza que temos que fazer um trabalho impecável, sem falhas, para promover o bem-estar social. Nós poderíamos fazer mais e melhor para ajudar na proteção das vidas das pessoas, executar serviços com mais excelência e qualidade se os entraves burocráticos fossem minimizados. O trabalho das empresas do setor conta com o importante apoio da Polícia Federal e órgãos governamentais, mas ainda precisamos de mais liberdade, com o objetivo de crescer os negócios e gerar mais emprego e renda para nosso estado. Esse trabalho para se desenvolver precisa da aprovação do Estatuto da Segurança Privada, projeto que foi aprovado pela Câmara dos Deputados e hoje está em completa estagnação no Senado Federal. O estatuto é um documento que promove melhor regulação no setor, melhoria no exercício da atividade profissional, regulamentação da segurança eletrônica, combate às empresas que atuam na irregularidade, além da evolução na profissão de vigilante, o principal agente da segurança privada.

Urge a aprovação desse que será um marco transformador de forma superlativamente positiva no exercício da atividade. Definindo os parâmetros para a existência da atividade, aumentando a força dos agentes da segurança privada, para ser a força complementar da segurança pública, trabalhando com a força das nossas 11 empresas regulares do estado, aliadas à força de trabalho de mais de 6.000 homens e mulheres que trabalham com a finalidade de proteger vidas e patrimônio. Elevando a importância do setor, que é uma das maiores fontes de empregos de Sergipe. O Brasil está em processo constante de inovação, evolução e aprendizado e isso também deve ser permitido para a atividade da segurança privada. Modernizando sua legislação, garantindo o cumprimento de normas técnicas, potencializando a eficiência da atividade que é uma grande porta de oportunidades para as pessoas crescerem e transformarem suas vidas para melhor. Uns protegendo os outros e todos trabalhando para a preservação da harmonia social. Essa é uma luta que temos trabalhado com muito afinco, o trabalho do presidente da Fenavist, Jeferson Nazário, e do Sindesp em procurar os senadores tem sido importante para despertar a conscientização dos senadores.

A população sergipana clama por mais segurança e nós temos a solução para esse problema, como força auxiliar do ciclo da segurança pública. Pois isso já exercemos desde a formação dos empreendimentos, que são a força complementar de segurança para proteção. O Estatuto da Segurança Privada será, mais uma vez, digo, um marco transformador da sociedade. A sociedade demanda proteção e nós podemos fazer isso. Para tanto, precisamos que nossos representantes sejam sensíveis aos anseios populares e levem o projeto para a votação.

*Presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de Sergipe – Sindesp

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www.twitter.com/ayres_britto O que há de comum entre a verdade e a honestidade é que nenhuma dirige a palavra ao meio-termo.

www.twitter.com/FreiJoaoPaulo Quem com vazamentos ferem com vazamentos é ferido!

www.twitter.com/CFcomunicologo Em Aracaju não existe a preservação dos históricos casarões. Dezenas foram derrubados para dar origem a modernas edificações. Grande parte das fachadas no Centro de Aracaju estão revestidas por luminosos publicitários.

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Frase do Dia
“É preciso aprender com o vinho a envelhecer sem virar vinagre.” Dom Helder Camara.

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