Explicações do Brasil Data

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 Sobre o artigo publicado ontem com o título “Brasil Data, ilustre desconhecido”,  a diretora executiva, Maria Josefa Schubert Lemos enviou o seguinte e-mail: Ao cumprimentá-lo cordialmente, aproveitamos a oportunidade para parabenizá-lo pela destacada cobertura que essa conceituada coluna tem dado a temas de interesse local e nacional, com responsabilidade e respeito à verdade. A Brasil Data Pesquisa de Opinião é uma empresa sergipana, fundada em meados do ano passado, situada na Rua Campo do Brito, 314, sala 7, bairro São José, nesta cidade de Aracaju, empenhada em fornecer informações úteis e fidedignas acerca da percepção social do desempenho de políticos, empresas e instituições, com a garantia de resultados confiáveis, capazes de nortear estratégias e tomadas de decisão.

Os pesquisadores e consultores desta instituição possuem vasta experiência tanto no segmento empresarial, quanto no de pesquisa de opinião pública. A qualificação do pessoal e a reconhecida competência técnica dos consultores do Brasil Data o credencia a produzir estudos e pesquisas consistentes e de qualidade, como tem sido feito em Sergipe e outros Estados do país.

Os procedimentos científicos – métodos, técnicas e programas estatísticos – são os mesmos adotados pelos mais acreditados institutos internacionais de pesquisa de mercado e de opinião. O nosso trabalho é cuidadosamente executado, a partir da coleta de dados, feita por entrevistadores de nível universitário, devidamente treinados e orientados por consultores com formação de mestrado e doutorado nas áreas de Marketing Empresarial e Institucional, Marketing Político, Marketing Educacional, Ciências Sociais, Estatística e Psicologia. O compromisso desta empresa de consultoria e pesquisa é oferecer serviços com o mais alto padrão de qualidade em diversas áreas, como opinião pública, consumidor, avaliação de administrações públicas, consultorias. Projetos, entre outros. 

Temos utilizado diversos métodos de pesquisa, dentre os quais merecem destacar pesquisas exploratórias e qualitativas, entrevistas com foco em grupos, pesquisa causal e entrevistas individuais aprofundadas. Os sócios da empresa, devidamente citados na aludida matéria, possuem grande experiência no planejamento, execução, controle e aplicação de pesquisas de opinião, atuando no mercado brasileiro desde 1998, e com diversas campanhas políticas realizadas, alem de prestar serviços para diversas empresas e instituições privadas.

Além disso, o sócio Alan Lemos é professor universitário há dezesseis anos, possuindo os títulos de Mestre e Doutor e artigos publicados em revistas do Brasil e do exterior, além de larga experiência em Estatística Aplicada, tendo inclusive publicado livro em co-autoria, que trata de procedimento estatísticos, intitulado Manual de Econometria, publicado pela Editora da Fundação Getulio Vargas, uma das mais prestigiadas do Brasil.

Ressalte-se que a decisão quanto à oportunidade e conveniência da publicação de pesquisas eleitorais realizadas pela Brasil Data cabe exclusivamente aos nossos clientes e diretores da empresa. Nenhuma surpresa, dado que os demais institutos de pesquisa independentes do Brasil agem de forma similar. Portanto, descabida a pergunta “Por quê agora?”

Sem embargo, qualquer cidadão ou cidadã (inclusive o ilustre colunista), órgão de comunicação, empresa, instituição ou mesmo candidato poderá contratar nossos serviços de pesquisas e requerer ou não os procedimentos para registro junto à Justiça Eleitoral. Ao instituto Brasil Data caberá adotar as previdências necessárias e assegurar que os procedimentos metodológicos estejam de acordo com o previsto na legislação.

Destarte, gostaríamos de lamentar a maneira preconceituosa, fruto do desconhecimento, com que nossa empresa fora tratada. Com efeito, ser novo no  mercado não implica, em absoluto, falta de disposição e compromisso em ofertar aos nossos clientes serviços com alto grau de confiabilidade e segurança. Basta atentar para exemplos recentes, inclusive no Brasil, de empresas com pouco tempo no mercado que conquistaram o respeito e a confiança dos consumidores, como, por exemplo, Gol Linhas Aéreas, Renault do Brasil, Agencia de Publicidade África e tantas outras.Vale gizar que acreditamos no potencial do Estado de Sergipe e por essa razão nos instalamos aqui. Estamos absolutamente seguros que é possível construir um instituto de pesquisa sério e independente, com qualidade e comprometido com a excelência técnica no Nordeste do país.Reafirmamos, por fim, o nosso compromisso de oferecer aos nossos clientes sempre as melhores condições para o cumprimento da nossa missão institucional e assim contribuir, por meio da pesquisa e da geração do conhecimento, para o engrandecimento da sociedade.

Na certeza de termos prestado os esclarecimentos acerca das questões suscitadas pelo ilustre jornalista, solicitamos a devida comunicação aos leitores dessa prestigiada coluna, a fim de evitar especulações danosas à imagem desta empresa Brasil Data.

 

Responsável faz parte do comitê da FAP I

No e-mail acima a diretora executiva da Brasil Data, ao mencionar o currículo de Alan Alexander Mendes Lemos, um dos responsáveis pelo instituto, esqueceu de informar que além de professor universitário faz parte do Comitê Cientifico da  Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Sergipe – FAP/Se. Se fosse uma instituição sem vínculos governamentais não teria problema, porém a FAP – que atua como principal articuladores do desenvolvimento da ciência, tecnologia e informação no Estado de Sergipe – é um órgão vinculado a Secretaria de Estado do Planejamento e da Ciência e Tecnologia – Seplantec.

 

Responsável faz parte do comitê da FAP II

Ou seja, um dos responsáveis pelo instituto tem vinculação direta com o Governo do Estado. Quem duvidar é só checar no site (www.fap.se.gov.br), entra na parte da instituição e no espaço destinado a estrutura do órgão. A intenção da coluna não foi colocar suspeição na pesquisa do instituto, porém de chamar a atenção para a entrada do Brasil Data neste processo de realização e divulgação de pesquisas eleitorais na reta final da campanha quando o normal é que os institutos realizem no mínimo três pesquisas em cada pleito eleitoral.

 

E a Justiça Eleitoral ainda pede provas I

Eis o cronograma de festas dos últimos dias da campanha eleitoral. Caro leitor, não pense que são festas eleitorais ou mesmo para desmoralizar a Justiça Eleitoral e o MP, são apenas meras coincidências. Dia 22/09, Margareth Menezes no Sesc, que por coincidência é comandando pelo deputado Walker Carvalho, PSDB, cunhado de João Alves Filho. Dia 23/09, prévia da Festa do Mole na AABB, com Luis Caldas. Ai, duas coincidências a festa não vinha sendo feita há vários anos e é comandada por Fabiano Oliveira. 

 

E A Justiça Eleitoral ainda pede provas II

Dia 24, Festa do Mole na orla da Atalaia. Por coincidência os postes da orla estão cheias de bandeiras verdes que não lembram ninguém. Dia 25, a banda Chicletes com Banana no dia da inauguração da ponte Aracaju/Barra, com a justificativa de que é aniversário da Ilha FM (que faz aniversário em outubro, é só verificar no site da rádio) e é do genro do governador. E de quebra ainda querem trazer para uma carreata Carla Perez. Mas, caro leitor, mais uma vez esta coluna está tendenciosa, ninguém está burlando a legislação nem tão pouco tentando desmoralizar a Justiça Eleitoral. Os shows são apenas shows e quem não tem “verdinhas” que fique vermelho de raiva. Este é o Brasil, este é o nosso Sergipe.

 

Respeitem a imagem de João Alves

Com todo respeito aos marqueteiros, mas de quem foi à idéia brilhante de colocar o governador João Alves Filho no programa eleitoral dizendo que vai criar o bolsa família estadual? Ficou parecendo desespero eleitoral e foi objeto de piada por todos os cantos. Respeitem a imagem de João Alves, que já fez muito por Sergipe e não merece alguns assessores que parecem que estão trabalhando para fazer gol contra.

 

Pré-datado no Império da carne

Este será slogan desta coluna, que agradece os diversos e-mails recebidos diariamente, com informações dos mais variados municípios. Ontem por exemplo, um leitor disse que enviará a cópia de um cheque (pré-datado), no valor de R$ 3,8 mil, que segundo ele, foi pago por um secretário no último sábado no restaurante Império da Carne, em Lagarto, quando da realização de um almoço entre um candidato ao governo e vários jovens. Segundo ele, o secretário passou o cheque pré-datado para 16 de outubro, após as eleições. E se o candidato dele perder, será que o cheque tem fundo? Aguardem a publicação da cópia do cheque.

 

Xingó recebe punição

A rádio Xingó, localizada em Canindé do São Francisco ficou ontem, por 24 horas, fora do ar devido a uma punição da Justiça Eleitoral. A rádio é uma das poucas de Sergipe que não recebe verbas publicitárias do Governo do Estado.

 

Representação contra Leite

Os advogados da coligação petista ingressaram com uma representação na Justiça contra o publicitário Antônio Leite que vem aparecendo no programa do PSDC. A representação lembra que ele é secretário municipal de Pirambu e como servidor público não pode aparecer no vídeo. Detalhe: Leite é o responsável pela campanha de Adelson Alves que na prestação de contas a Justiça Eleitoral disse que não gastou até agora um centavo. Arrepare, Osmário!

 

Chorando o leite derramado

Ontem o candidato ao governo Adelson Alves (PSDB), no horário eleitoral, quase chorando reclamou que estão tomando o seu biscoito que ele chama de liberdade. Que liberdade é essa que ele se sente no direito de dizer que as pessoas são lobo em pele de cordeiro e que  um candidato  tem o costume de tomar o dinheiro dos mais carentes, já que a liberdade de um chega a onde começa a do outro.

 

Criticas suaves a oligarquia

Já outro candidato diz que querem voltar o bipartidarismo e que um lado é a farsa e o outro é a oligarquia querendo comandar eternamente o Estado. Porém, ele coloca a chamada da oligarquia durante apenas 3 segundos e contra o candidato que representa farsa 30 segundos. Que liberdade é essa pode chamar os outros de farsante?

 

 Bancários aderem à candidatura Deda

Ontem o candidato da oposição ao governo estadual recebeu a adesão de um grupo de lideranças bancárias que anunciaram o apoio à candidatura dele e de José Eduardo Dutra ao Senado Federal. O grupo fará uma série de ações na reta final de campanha.

 

Leitor identifica “ato falho”

Do leitor bastante observador: no domingo, dia 10, em matéria que tratava sobre o apoio “irrestrito” da deputada Lila Moura e de  André Moura ao governador, a matéria afirma, provavelmente num ato falho do jornalista responsável, que João Alves é candidato pela coligação “Sergipe vai mudar”. Perguntei-me assustado: “ué, mas a coligação dele não se chama “Sergipe no rumo certo”? Pelo jeito até os assessores do governador começaram a entregar os pontos para o projeto de quarto mandato, pelo menos inconscientemente. Tentei me segurar, mas fica difícil não dizer que “Freud explica” O jornalista confirmou no site do candidato do PFL que matéria está mesmo com “Sergipe vai mudar”.

 

  Frase do Dia

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar” Nelson Mandela.

 

 

 

 



 

 

 

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