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Valmir voltou nos braços do povo e a política perdeu o sono
Valmir de Francisquinho desembarcou em Aracaju ainda se recuperando do procedimento cardíaco realizado em São Paulo. Aparentava o cansaço natural de quem atravessou dias difíceis, mas não evitou o contato com a multidão que ocupou o Aeroporto Santa Maria. Abraçou apoiadores, agradeceu pelas orações e foi carregado pelo povo. “Graças a Deus, 100% liberado. Liberado para andar, fazer campanha e percorrer o Estado de Sergipe. “Hoje não sinto nada. Só tenho a agradecer a Jesus Cristo, a Nossa Senhora Aparecida e a todo o povo sergipano”, declarou, emocionado.
A alegria também vinha da decisão unânime e favorável do STJ no processo do Matadouro de Itabaiana. Valmir afirmou que enfrentou ataques e tentativas de intimidação, mas manteve a fé: “Eu fui criado com muita honestidade e seriedade, sempre buscando defender pai e mãe de família. Só sabe o que é ser pobre quem é pobre”. Em seguida, completou: “Tentaram amedrontar Valmir, mas nós não nos intimidamos, porque temos Deus e o povo de Sergipe”. Sobre sua candidatura, disse que seu propósito é servir e prestar um serviço de qualidade à população.
Eduardo Amorim retornou no mesmo voo depois de abandonar temporariamente sua própria agenda para acompanhar o amigo durante os exames, o procedimento e a recuperação. Médico e candidato ao Senado, foi o porta-voz do quadro clínico de Valmir e informou que ele estava liberado para retomar gradualmente a campanha. Sua presença falou tanto quanto qualquer discurso: Eduardo não esperou notícias de longe, permaneceu ao lado do amigo no hospital e o trouxe de volta a Sergipe.
Ícaro de Valmir celebrou a recuperação do pai e o novo cenário jurídico. “Essa multidão no aeroporto veio para ter a esperança de uma mudança para o Estado de Sergipe. Valmir traz essa esperança e vai voltar com todo o gás possível”, afirmou. Ícaro disse ter recebido mais de mil ligações após o julgamento e declarou que o pai estava “100% limpo e elegível”, demonstrando confiança no deferimento do registro pelo TRE de Sergipe.
Georgeo Passos definiu a noite como uma dupla vitória. “Comemorar essa vitória da saúde do nosso candidato, graças a Deus, com o procedimento 100% bem-sucedido, e depois uma vitória no STJ”, disse. Para o deputado, o retorno representa “um gás muito forte” e “uma virada importantíssima” na disputa. “Ele é candidato, a gente não tem mais dúvida disso. Tenho certeza de que vai ser um jogo totalmente diferente”, completou.
Thiago de Joaldo levou a comemoração para as redes sociais com a provocação que se espalhou entre os apoiadores: “Tem gente que não dorme hoje”. Embora não tenha citado Fábio Mitidieri nominalmente, a frase foi interpretada no ambiente político como uma alusão ao governador e principal adversário de Valmir. Priscila Felizola também celebrou: “Ele está de volta e o 10 invadiu o aeroporto de Aracaju”. Saúde recuperada, vitória judicial comemorada e militância novamente mobilizada.
Depois da entrevista, Valmir seguiu para Itabaiana, onde foi recebido no pórtico de entrada da cidade por outra multidão. Mesmo ainda em recuperação, desceu, abraçou as pessoas e agradeceu pelo carinho. Se o aeroporto representou o reencontro com Sergipe, Itabaiana foi a chegada em casa. Valmir voltou fisicamente mais contido, mas emocionalmente fortalecido. O coração ainda pede cuidado; a campanha, porém, voltou a pulsar.

Katarina lotou o Iate e deixou gente procurando cadeira. O lançamento da campanha de Delegada Katarina virou uma grande festa política, com governador, candidatos, vereadores, lideranças e casa cheia. O Iate Clube ficou pequeno para tanto abraço, sorriso, fotografia e pedido de voto. Teve gente filmando o palco, o salão, o corredor e quase contando os carros no estacionamento. Katarina lançou a campanha, mostrou força e ainda deixou muito candidato fazendo conta de cabeça.
Jorginho apareceu na festa, mas a explicação faltou à fotografia. No lançamento de Katarina, Jorginho Araújo distribuiu sorrisos, apertos de mão e poses, embora parecesse bem menos à vontade quando o assunto eram os contratos superiores a R$ 70 milhões revelados pela Folha. A empresa pertence a Fernanda Fontes Santana, filha de Manuel Marcos, e o primeiro contrato foi firmado pela Casa Civil quando Jorginho comandava a pasta. Manuel disse não ter proximidade com ele, apesar de já ter sido chamado publicamente de “meu amigo”, e afirmou que a amizade seria com seu genro, Ygor Menezes Santana. No Iate, teve fotografia para todo mundo; sobre essa amizade contratual, o álbum continua sem legenda.

Gustinho foi ouvir a Coroa do Meio. O deputado federal Gustinho Ribeiro, candidato à reeleição, percorreu a Coroa do Meio e conversou com moradores sobre demandas locais. Ele tenta combinar capilaridade municipal, divulgação de emendas e presença física em Aracaju. Gustinho sabe que obra rende fotografia, emenda rende discurso, mas aperto de mão ainda é a única tecnologia eleitoral que funciona até sem internet.
Georgeo trocou palanque por denúncia. Candidato à reeleição, Georgeo Passos ganhou repercussão ao acusar a Iguá Sergipe de possível irregularidade ambiental em Malhador. Enquanto boa parte dos concorrentes distribuía abraços, Georgeo distribuiu cobrança e transformou fiscalização em material eleitoral. É o estilo fiscal de campanha: onde o governo vê um problema técnico, Georgeo já chega com lupa, microfone e cara de requerimento.

Cláudio Mitidieri recebeu um empurrão de Jó. O candidato a deputado federal Cláudio Mitidieri teve o apoio defendido publicamente pelo vereador Jó do Sobrado, que destacou sua passagem pela Secretaria da Saúde. Sem mandato federal para defender, Cláudio tenta converter currículo administrativo e força do agrupamento governista em voto. O sobrenome abre portas; agora falta descobrir se também abre a urna sem precisar chamar o chaveiro eleitoral.
Fábio procura votos no próprio quintal. Fábio Henrique voltou à disputa estadual, mas enfrenta dificuldades justamente em Nossa Senhora do Socorro, seu principal reduto político. Até vereadores ligados ao prefeito Samuel Carvalho aparecem apoiando Jorginho Araújo e outros candidatos, enquanto o ex-prefeito procura fidelidade onde esperava encontrar abundância. Fábio já governou Socorro, mas agora parece precisar de GPS para localizar os antigos votos. Desceu da disputa federal para a estadual imaginando encontrar uma escada; por enquanto, encontrou uma fila e boa parte dela veste a camisa dos adversários.
Cadê o kata? Mariana Dantas, que já foi karateca, entrou na campanha tentando aplicar um golpe eleitoral, mas até agora não apresentou um kata próprio. A candidata não organiza ato solo, não quebra uma tábua e ainda não mostrou força para quebrar a indiferença do eleitor. Prefere aparecer em evento cheio, aproveitar a multidão dos outros e correr para a fotografia. Desse jeito, o único movimento bem treinado é o salto para dentro da selfie.

Lino contra o sistema. Alexsandro Lino chegou à terceira candidatura, depois de disputar deputado estadual em 2022 e vereador em 2024, quando recebeu 220 votos. Agora, o TRE-SE indeferiu seu registro por unanimidade devido à condenação definitiva por estelionato na Justiça Militar, resultado juridicamente previsível pela Lei da Ficha Limpa. Lino pode recorrer, mas sua explicação favorita continua marchando em continência: a culpa seria da perseguição, do comando, do sistema e, daqui a pouco, até do coronel Ribeiro. Para Lino, candidatura nunca perde por falta de voto ou requisito; é sempre o sistema que acordou cedo e resolveu persegui-lo.
Moraes elegeu o Senado. As 54 cadeiras em disputa transformaram o Senado no grande prêmio de 2026, e Alexandre de Moraes ajudou a colocar lenha nessa fogueira. O eleitor passou a olhar a Casa não como estacionamento de ex-governador, mas como possível freio ao STF. O PL aposta em 24 candidaturas competitivas e sonha com uma bancada anti-Moraes e crítica à Corte. Moraes não aparece na urna, mas virou cabo eleitoral involuntário de metade dos candidatos ao Senado.

Thiago pega a estrada. Thiago de Joaldo e Ícaro de Valmir aparecem como os nomes mais fortes do Republicanos para conquistar vagas na Câmara Federal. Reconhecido pela atuação fiscalizadora, Thiago pretende transformar os últimos 30 dias numa excursão pelas obras prometidas e ainda não entregues pelo governo. Vai percorrer Sergipe com lupa, câmera e disposição para mostrar onde a placa chegou antes do serviço. Se mantiver o ritmo, Thiago pode voltar a Brasília, Ícaro pode acompanhá-lo e Fábio Mitidieri terá de dormir contando obras inacabadas em vez de carneirinhos.
Zezinho na moita. Zezinho Sobral apareceu na fotografia de Katarina com aquele sorriso discreto de quem parece estar apenas prestigiando, mas já chegou contando votos, prefeitos e lideranças. Tem uma estrutura pesada por trás da candidatura, embora trabalhe tão silenciosamente que parece campanha com abafador. Zezinho é o famoso candidato-moita: ninguém vê chegando, ninguém escuta trabalhando, mas, quando balança o mato, já tem palanque montado, vereador abraçado e urna reservada. Saiu da Vice-Governadoria, porém continua especialista em permanecer nos bastidores até a hora de aparecer no resultado.

Ribeiro em marcha. O Coronel Ribeiro passou por Itabaiana e Frei Paulo colocando a tropa na rua e a campanha em posição de combate. Ao seu lado, o Sargento Moraes acompanha cada agenda, cada município e cada ponto visitado, como integrante fiel do pelotão. Pelas duas cidades, os carros adesivados mostravam que o quartel já abriu os portões e a marcha ganhou força. Nesse ritmo, quando os adversários ouvirem o comando de “sentido”, Ribeiro e Moraes já terão avançado vários quilômetros na frente.
Sergipe não é esconderijo. Uma operação da Polícia Civil em Cristinápolis e Tomar do Geru terminou com três suspeitos mortos após confronto, além da apreensão de armas e outros materiais, segundo as autoridades. No popular, os CPFs foram “cancelados”; no dever institucional, a ocorrência precisa ser apurada e documentada com rigor. O recado policial, porém, foi direto e lembra a frase consagrada por João Eloy: “Aqui em Sergipe, bandido não se cria”. Quem estiver pensando em vir ao estado para praticar crime é melhor mudar o destino, porque a polícia sergipana não oferece pacote turístico para o mundo do crime.
DC voltou à urna. A Justiça Eleitoral devolveu à Democracia Cristã a habilitação para disputar as eleições de 2026 e ressuscitou toda a nominata de uma só vez. A decisão também dá novo fôlego político a Taty Cristina, mas não significa deferimento automático de sua candidatura individual. O partido recuperou o ingresso para a festa; agora cada candidato ainda precisa mostrar o documento na portaria. Na Justiça Eleitoral, até a ressurreição vem acompanhada de recurso, prazo e certidão.
Urna sob escolta. O TRE-SE reuniu as Guardas Municipais para organizar a segurança das eleições e definir quem faz o quê quando a confusão começar. A missão é proteger o voto contra tumultos, violência e valentões de palanque. Em Sergipe, até a democracia já vai sair de casa acompanhada.
Trabalho e cabeça. O Ministério Público do Trabalho em Sergipe abriu sua campanha Setembro Amarelo perguntando como trabalhadores estão cuidando da saúde mental entre demandas e pausas. A programação prevê ações de autocuidado dentro e fora do ambiente profissional. A pergunta é boa. Principalmente num mercado em que até a pausa para respirar corre o risco de entrar como ausência injustificada.

Conferência com transformação. A OAB Sergipe abriu as inscrições para a XII Conferência Estadual da Advocacia, marcada para 11 e 12 de novembro, em Aracaju. O tema será inovação, tecnologia e humanização da Justiça. A inteligência artificial já chegou à advocacia. Agora falta descobrir se ela consegue localizar alvará parado e explicar honorário aviltado sem perder a educação.
Infância não é arquivo. A Polícia Civil de Sergipe participou da Operação Proteção Integral V, coordenada nacionalmente pela Polícia Federal contra crimes de abuso sexual infantojuvenil na internet. Em todo o país, foram cumpridos 153 mandados de busca, com 44 prisões e duas vítimas resgatadas. Aqui não cabe piada. Cabe investigação, prisão dentro da lei e vigilância permanente sobre quem transforma uma tela em instrumento de violência.
Justiça que acolhe. O Tribunal de Justiça de Sergipe mostrou que sua missão não termina na sentença e lançou a emocionante campanha “Você não está sozinho”. Magistrados e servidores participaram do clipe embalado por “Sinais Amarelos”, música composta e interpretada pelo juiz Sérgio Lucas, transformando dor silenciosa em pedido de atenção, escuta e cuidado. A iniciativa do Centro Médico, em parceria com a Amase, merece aplausos porque lembra que, antes dos processos, existem pessoas; antes das decisões, existem vidas. Foi uma grande ação do TJSE: desta vez, a Justiça não levantou a voz para julgar, mas estendeu a mão para acolher.

Fé não é palanque. Um perfil tentou atingir Érica Mitidieri usando uma referência pejorativa às religiões de matriz africana e acabou recebendo do TRE-SE uma aula de convivência democrática com multa diária de R$ 15 mil. A primeira-dama respondeu que crenças podem ser diferentes, mas o respeito precisa ser igual. Em ano eleitoral, tem gente que mistura religião, preconceito e propaganda no mesmo caldeirão e ainda acha que preparou estratégia política. Preparou foi uma intimação, servida pela Justiça com prazo de duas horas.
MPE e a lei Maria da Penha I. O MP/SE celebrou os 20 anos da Lei Maria da Penha reunindo conhecimento, sensibilidade e quem trabalha diariamente na rede de proteção. Mayara de Fátima Martins de Souza falou sobre a dolorosa realidade dos órfãos do feminicídio e lançou o livro “Eu vi a vida sair dos olhos de minha mãe”. Já Yan Ribeiro Ballesteros discutiu masculinidades e mostrou que prevenir a violência também exige conversar seriamente com os homens. O MPSE está de parabéns: aniversário de lei não combina apenas com bolo e fotografia, mas com trabalho para que menos mulheres precisem procurar socorro.
MPE e a lei Maria da Penha II. O debate reuniu a promotora Verônica de Oliveira Lazar, Adélia Moreira Pessoa, Georlize Teles, Elaine Cristina da Silva Oliveira e Daniela Lima Barreto, além da representante da ASMP, Talita Cunegundes. A mensagem foi clara: combater a violência exige intersetorialidade, com todos os órgãos conversando, agindo e evitando que a vítima seja encaminhada de balcão em balcão como encomenda sem endereço. O MPSE transformou os 20 anos da Lei Maria da Penha numa grande convocação coletiva. Quando a rede funciona unida, o agressor perde espaço e a mulher deixa de ouvir “procure outro setor” para finalmente escutar “estamos com você”.
Sete pedidos, nenhuma resposta I. Em apenas 24 horas, a oposição despejou sete iniciativas contra Alexandre de Moraes e Paulo Gonet, incluindo pedidos de impeachment, afastamento, exoneração e notícia-crime. O protocolo eletrônico virou metralhadora, mas o STF continua usando o silêncio como colete à prova de perguntas. A Corte precisa reagir com firmeza, transparência e investigação, porque a confiança da população não se recupera escondendo o elefante debaixo da toga. Se o citado fosse um cidadão sem gabinete, segurança e voto no plenário, provavelmente já estaria explicando até o histórico do celular.
Sete pedidos, nenhuma resposta II. Enquanto o plenário evitou enfrentar as mensagens atribuídas a Vorcaro e Moraes, Paulo Gonet correu para pedir a nulidade do ato que retirou o sigilo do relatório, numa rapidez considerada “atípica” por uma ala do próprio Supremo. Para esclarecer o conteúdo, Brasília caminha de chinelo; para discutir
a anulação, calça tênis olímpico. O STF precisa determinar uma apuração independente e dar respostas objetivas, pois tribunal que exige confiança também precisa prestar contas. Do contrário, ficará a impressão corrosiva de que, para o brasileiro comum, aparece a viatura; para o poder, aparece primeiro o pedido de nulidade.
Transparência de conveniência. Deputados governistas pediram ao STF a retirada do sigilo do caso Dark Horse, ligado ao financiamento do filme sobre Jair Bolsonaro. Pedido legítimo, mas a lâmpada da transparência não pode acender apenas sobre a casa do adversário. Se querem luz total, que defendam também acesso integral aos dados de Vorcaro enviados à CPMI do INSS, à quebra de sigilo de Lulinha, ao depoimento ainda reservado do banqueiro e às informações sobre sua reunião com Lula no Planalto, que não constou da agenda oficial. O problema do governismo é exigir parede de vidro para os outros enquanto instala cortina, persiana e insulfilm no próprio endereço. Em Brasília, transparência virou lanterna partidária: ilumina o inimigo e apaga quando encontra o telhado de vidro da turma.

Kit senador mirim I. Foi assim que o PL de Rodrigo Valadares tratou o Coronel Rocha, candidato ao Senado: 1.000 adesivos, 500 praguinhas e 50 perfurados para percorrer Sergipe inteiro. Faltou apenas mandar um tubo de cola, uma tesoura sem ponta e o manual “Monte você mesmo a sua campanha”. Para disputar uma das 54 cadeiras do Senado, Rocha recebeu material que parece lembrancinha de aniversário infantil. Valeu, valeu, PL!
Kit senador mirim II. Coronel Rocha afirmou que recebeu R$ 250 mil do fundo eleitoral, apesar de ter pedido ao partido que não fizesse o repasse, e anunciou que consultará advogado e contador para destinar os recursos a candidatos estaduais com menos estrutura. Rocha ficará sem usar o fundo na própria campanha e tentará socorrer os esquecidos da nominata. No PL de Rodrigo Valadares, o coronel recebeu uma caixa de adesivos e acabou virando o programa social do partido.
Virou candidato. Durante meses, setores ligados ao governo trataram Valmir de Francisquinho como alguém que seria retirado da urna pela Justiça. A Rede, presidida por Valadares Filho, chegou a pedir sua impugnação, enquanto bastidores atribuíram ao grupo governista interesse e articulação nessa ofensiva, embora não exista prova pública de ordem dada por Fábio Mitidieri. Agora, com Valmir fortalecido judicialmente, o próprio governador e toda a imprensa já o tratam como candidato. O tapetão foi recolhido tão depressa que ainda tem governista procurando onde esconder o rolo. Valmir não mudou de lugar; quem mudou o vocabulário foi Fábio.
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