Existem dores que a gente não imagina como muita das vezes soletramos em consolo a quem perdeu um pai; ou não passou no vestibular; ou, ainda, teve de suportar olhares duvidosos por conta da cor da pele ou orientação sexual. Não, a gente não sabe a dor do outro. A gente sente um aperto no core, esbraveja repulsa e expressa a incredulidade na existência de alguém que usa a força contra um ser indefeso.
A gente chega a duvidar da humanidade quando essas questões invadem as telas e assombram a esperança no ser humano. Há gente que, mesmo cliente premium em companhia aérea, precisa certificar a prioridade de embarque com bons acessórios, maquiagem impecável, num aerolook de responsa, pois o tom da pele desperta olhares duvidosos.
A doce Jacira (@jaciradoce) abordou a questão dia desses. Doeu. Com os olhos marejados, e na posição de uma mulher branca, parda e desleixada, que aguarda o chamado da terceira fileira de embarque, fiquei imaginando o esforço do pincel para ‘maquiar’ a justificativa de pertencimento. Doeu, mas nem posso imaginar o quanto dói diariamente nela, em Jacira. Em situações do cotidiano, que a gente nem cogita pensar quando a preocupação é tão somente a chegada ao destino.
O que quero deixar evidente nessas linhas mal traçadas é que a gente não sabe a dor do outro. Não sente a dor do outro na mesma intensidade. A gente pode sentir de outras formas, consciente do lugar que se encaixa, da empatia que deve ser expressa. Porém, a dor e fala é só dela.
#amenidades
Sem confiança
Condutor sergipano é muito sem confiança. Se não dá seta, a gente reclama. E quando dá, sinaliza para o lado errado. Pode fazer uma pesquisa ‘in loco’ e atestar o que tô dizendo. Rá!
Afasta
Há tentações na vida que a gente se resguarda, não ativa o modo resistência e mantém um afastamento real, feito medida protetiva. Sim, é de bebida alcoólica que estou falando. Logo, nada de praia, churrasco e bloquinhos até o Carnaval oficial.
Difícil
Existem umas perguntas bem feitas e desconcertantes que faz a gente sentar no pinico e refletir. Iu!
Fale
Expresse a saudade que sente a qualquer pessoa que seja. Ah, encontre tempo na agenda e marque um encontro sem telas. É um negócio que faz bem ao coração, mente e humor.
#nãoéfofoca
– Me ajudem, mas forçar o título de Miss Brasil para Sergipe é um pouco demais. Desconheço as regras claras do concurso em questão, mas representar o estado sem, se quer, ter uma foto nos Arcos da Orla de Atalaia ou comendo caranguejo é pouco demais. Total sem lógico. E fim!
– Foi assertiva a ideia de garantir a fluidez do trânsito na via de acesso às praias e dar fim àquela fila chata de carro, atrapalhando o maior tempo no mar e com o pé da areia. Acontece que a novidade ainda é tumultuada adivinha por quem? Por aqueles que acham que dirigem sozinhos e a pista é só deles. Então, bora colocar a individualidade no bolso e começar a pensar no coletivo praiano. Grata!
– A definição de influencer não soou bem ao ‘influencer’ que vive dando dicas para os seguidores e celebrando a chegada de mais e mais alguns. Para ele, a definição de criador de conteúdo é mais refinada e alinhada com o que produz. Anham, senta lá, Cláudia!
O Gringo em Aju

O gringo de alma brasileira, Spencer, vivendo Aracaju/Sergipe como ninguém. Depois de curtir o Verão Sergipe, ele aproveitou o litoral da capital sergipana na companhia do com amendoim. E tem muito mais rolê do gringo nas terras das araras e caju. Mais ‘mister’ Sergipe que muita gente. Pega a referência, caros e gentis, leitores! Rá.
Portas Abertas Méqui

Junte três coisinhas do amor e das guloseimas na mais saborosa cozinha do mundo, a do Méqui, e tenha uma tardezinha memorável. Apois, foi isso que rolou na primeira edição do Portas Abertas com o trio formado por Laura Mendes, que comanda o @ondecomer.aracaju; Ary Louise e Gustavo Rodrigues. Foi uma lindeza de encontro e mequizices! Quer participar do Portas Abertas do Méqui? É só falar com o gerente na unidade e fazer aquele tour pelo ambiente e conhecer os processos das delicinhas Méqui.
Visibilidades Trans

O Conselho Regional de Psicologia da 19ª Região (CRP 19) realiza amanhã, 5, o evento “Visibilidades Trans”, um espaço de diálogo, reflexão e escuta sobre as vivências, trajetórias e desafios enfrentados por pessoas trans, reafirmando o compromisso da Psicologia com os direitos humanos, a diversidade e o enfrentamento às desigualdades sociais. A atividade acontecerá na Universidade Pio Décimo, das 19h às 22h, e é aberta ao público interessado na temática. Na programação, nomes como a artista Pérola Negra (foto); Emebê Kayuá Lima, Astrid, e Zaila e Maria, do Censo LGBT de Sergipe.
Peixe-boi Astro

Em mais uma iniciativa que incentiva a educação ambiental, o Shopping Jardins realiza campanha sustentável que estimula a reciclagem de garrafas pet, presenteando a população com um kit “Astro Vivo”, contendo um livro sobre a história do peixe-boi Astro, um caderno e um calendário da Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA). A ação acontece a partir desta quinta-feira, 5 de fevereiro, e segue até o domingo, 8 de fevereiro. Para participar, basta cadastrar seus dados no Shopping Jardins App (Android e iOS), ir à loja da FMA, apresentar o QR code gerado e entregar 10 garrafas PET. A campanha marca também o lançamento do livro “Astro – A Jornada de um Peixe-boi”. A obra celebra os 37 anos do animal que vive na região costeira de Sergipe e é um dos símbolos da conservação marinha no Estado.
Saulo

Neste sábado, 7, tem o projeto “Saulo, Som, Sol”, com Saulo Fernandes, no estacionamento do RioMar Shopping. A festa começa às 15h, ainda sob o sol, e segue pelo entardecer até a noite, em um espetáculo pensado para ser vivido do início ao fim. Com cerca de três horas de show e um formato intimista, Saulo conduz o público em uma experiência coletiva marcada por emoção, dança e encontros — sua marca registrada. A programação ainda conta com o balanço contagiante do Pagodum e a vibração do DJ Sky, garantindo ritmo e animação do primeiro ao último acorde.