Hospital Câncer:filme será repetido com empresa que não conclui obra?

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“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

O governo do Estado de Sergipe precisa ter muito critério, principalmente nas licitações que realiza para obras públicas, para que empresas que têm problemas em concluir obras entrem em Sergipe e depois deixe a obra largada, sem conclusão.

Um exemplo é a empresa do Paraná Endeal Engenharia e Construção Ltda, que está participando da licitação para retorno da obra do Hospital do Câncer de Sergipe e que, segundo informações de bastidores, apresentou preço abaixo do que recomendado. Pelo que se entende, a empresa tem sérios problemas no Sul do país e resolveu correr para o Nordeste. Todo cuidado é pouco no julgamento, inclusive das notas técnicas para depois não ser tarde demais.

Pelas notícias (print abaixo), o leitor pode comprovar problemas em obras da empresa numa Arena em Ponta Grossa (PR), em obras de um hospital regional do município de Cornélio Procópio (PR), que resultou em investigação pela Assembleia Legislativa daquele Estado.

Relembrando: a obra do Hospital do Câncer foi abandonada por um consórcio de empresas de fora, com um registro de preço bem abaixo da realidade. Abandonou, recebeu dinheiro e ainda cobra indenização do governo na Justiça.
O governo precisa se alertar para não repetir esse filme de terror.

Promessas de campanha Em mais um dia de trabalho, mesmo no recesso parlamentar, o vereador Ricardo Vasconcelos aproveitou o tempo para discutir diversos Projetos de Lei com a sua assessoria, para que todos estejam prontos no início dos trabalhos na Câmara de Aracaju. A partir do dia 02 de fevereiro iniciarão os trâmites legais e as tratativas para a aprovação de suas promessas de campanha.

Expectativa Ricardo afirmou que: “a expectativa para o início do mandato é enorme. Por isso, mesmo em período de recesso, nos reunimos, eu e a equipe, para cobrar a carga máxima de empenho e dedicação de todos já na largada inicial dos trabalhos e durante toda a legislatura”. Ricardo é Vereador pela Rede Sustentabilidade e teve quase 2600 votos para o cargo de vereador. Seu mandato vai lutar para ampliar as conquistas sociais e combaterá a corrupção.

Enquanto isso diariamente a SMTT de Aracaju fecha os olhos para o estacionamento irregular na Praça Tobias Barreto em frente a SSP. As placas de proibido estacionar não valem nada. É verdade que boa parte dos carros são dos chamados agentes da lei? E os agentes de trânsito da SMTT que multam os pobres mortais motoristas têm medo e correm do local mesmo sabendo que o estacionamento é irregular? Essa é a mobilidade urbana de Aracaju: para alguns privilegiados…

Alessandro Vieira e Danielle Garcia promovem reunião e esquecem vereadores E no dia de ontem, 20, o senador Alessandro Vieira e a candidata derrotada à prefeitura de Aracaju promoveram uma reunião intitulada “Reunião do Cidadania Sergipe – Planejando Ações para 2021”. Não seria nada de mais se um fato não chamasse a atenção: os únicos vereadores eleitos do partido na capital sergipana, Ricardo Marques e Sheyla Galba, e que deveriam ao menos participar do planejamento partidário em 2021 não foram convidados, ou ao menos, não foram chamados para a foto.

Planejamento Na reunião em questão, apenas os deputados estaduais do partido e a delegada Danielle Garcia foram contemplados para o planejamento. Parece que o senador Alessandro não dá importância aos recentes eleitos para vereança. Visando o governo em 2022 o senador age dessa forma com seus correligionários, imagine como será se ganhar o poder?

Turismo Sergipe: iniciativa privada faz a parte dela Empreendedores ligados ao setor de turismo do Estado de Sergipe estiveram reunidos ontem, 19, para discutir ações ligadas ao setor. A ação partiu da Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Estado de Sergipe (Fecomércio), através da Câmara Empresarial de Turismo. Os participantes abordaram duas pautas: investimentos em ações de marketing e publicidade para a divulgação do destino Sergipe e a apresentação do “Carnaval do Camarão”.

Investimento O coordenador da Câmara, Antonio Carlos Franco Sobrinho, que também é o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Sergipe, destacou que a parceria entre a CVC, ABIH-SE, governo de Sergipe e prefeitura de Aracaju está mantida. “Será um investimento de R$ 1 milhão para divulgar o estado, nosso potencial, em cerca de 500 lojas CVC de todo o país e veículos de comunicação. So estamos estudando o início dessa ação, que deve acontecer em fevereiro ou março”, informou ACF Sobrinho.

Carnaval do Camarão Durante a reunião foi apresentado pela Abrasel o Carnaval do Camarão, ação está ilustrada por produtores locais da carcinicultura que fazem parte da Câmara Empresarial de Pesca e Aquicultura, outro braço, assim como a Câmara Empresarial de Turismo, ligado à Fecomércio. A ideia é criar um festival durante o período de carnaval com a apresentação de diversos pratos do crustáceo. “Sergipe é o quarto produtor nacional de camarão e chega a abastecer 60% do mercado baiano, além de outros estados do sul do país, mas poucos sabem disso. Temos em abundância, mas pouco fica aqui, já que a maioria da produção é vendida para fora”, explica Felix Lee, membro da unidade. Lee mostrou para os presentes uma ilustração sobre a possiblidade de realização do festival, que iria trazer grande retorno para o setor hoteleiro e de restaurantes na capital.

União O presidente da Fecomércio Laércio Oliveira viu com bons olhos a iniciativa dos grupos que estavam na reunião e afirmou que a Federação fará o possível para que tais ações sejam executadas com sucesso em Sergipe. “Precisamos disso: união. É necessário que todos andem no mesmo sentido na busca das melhorias do turismo local, que sofreu e ainda sofre pelas consequências da pandemia. Esta será a primeira de várias reuniões que irão acontecer para encontramos o caminho certo para resolver tais problemas”, garantiu.

Liminar concede direito aos 180 dias de licença maternidade para servidoras do CRECI/SE O Juiz Titular do Trabalho Luiz Manoel Andrade de Meneses concedeu, nesta terça-feira (19/01), liminar que assegura à servidora Cíntia Pereira Felipe Barros e demais servidoras do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Sergipe o direito a 180 dias de licença-maternidade. O pedido de liminar obtida através da ação 0000826-39.2020.5.20.0003 foi apresentado ao Tribunal Regional do Trabalho 20º Região pelo Sindicato dos Servidores em Conselhos e Ordens de Fiscalização Profissional e Entidades Coligadas e Afins do Estado de Sergipe.

Decisões A entidade se insurgiu contra decisões administrativas do Conselho Regional que negaram a concessão da licença-maternidade às servidoras por 180 dias, com o fundamento de que o CRECI-SE não aderiu ao programa Empresa Cidadã. Porém, observe-se que a entidade detém natureza jurídica de autarquia federal e assim integra a Administração Pública Federal. Toda matéria aqui: https://sindiscose.org.br/2021/01/20/liminar-concede-direito-aos-180-dias-de-licenca-maternidade-para-servidoras-do-creci-se/

PELO ZAP DO BLOG CLÁUDIO NUNES – (79) 99890 2018


Analise quantitativa das vacinas enviadas pelo governo federal. E a quantidade de vacinas recebidas em Sergipe.

De Sérgio Augusto Mendonça Santos, analista de controle externo II, TCE/SE, mestrando em Ciências Contábeis – Fucape/SC: “Vivenciei um período em nossa cidade que Diário Oficial não era “diário”. Informações advindas de São Paulo, por meio de jornais, só à tarde, em algumas bancas de revistas (uma delas a da catedral) e assim mesmo, correndo para obter um exemplar. Livros clássicos, só em sebos e/ou em trocas de mãos em mãos. As informações eram para poucos e em tempo real, impossível. O professor Yuval Noah Harari, escreve na introdução do seu livro, “21 lições para o século 21”: “Num mundo inundado de informações irrelevantes, clareza é poder.” Irrelevante. O que é relevante? Faço essa indagação, pois estou tentando entender e validar por meio de cálculo como foram feitas as distribuições quantitativas das vacinas CoronaVac® e os seus respectivos valores para cada um dos 26 estados e o Distrito Federal, ou seja, as 27 unidades federativas. Primeiro, não conseguir obter a informação básica para um futuro cálculo de rateio: quantas vacinas físicas temos no Brasil? São Paulo ficou com quantas vacinas e enviou quantas à Brasília (ministério da saúde)? Foi divulgado na imprensa e ai, {ctrl c e ctrl v}, por quase todos os meios de divulgação que: temos 6 milhões de vacinas da CoronaVac® e aguardando recebimento (sabe lá quando) de 2 milhões de vacinas da Astrazeneca®. E que o critério de rateio seria o de proporcionalidade (regra de três simples) de acordo com a população de cada estado e do distrito federal. A priori, justo. Ótimo. Agora vamos aos cálculos. População extraída do instituto oficial do governo federal: IBGE. Sim, qual população. Do último censo demográfico ou estimado em 2020? Então, voltando ao jornal da catedral, informações em tempo real? Cadê a transparência, tão requerida e tão importante, principalmente advinda e necessária de órgãos públicos. Esbocei um demonstrativo com dados (poucos) extraídos da revista on-line Istoé Dinheiro®, IBGE® e Infonet®. Duas situações: os valores calculados não são precisos, até porque não se tem um valor exato de base quantitativa de vacinas e se realmente foi usada como numerador fracionário a população estimada dos estados e DF, em 2020. Inferir, no segundo cálculo o quantitativo de 5 milhões de vacinas, das 6 milhões, pois o repasse não foi total de SP para DF. Ah, para aqueles menos desavisados, muitos críticos e muito empolgados (final favorável de copa mundial de futebol), não é perca de tempo, é controle, pois pelas minhas estimativas, nosso Estado pode ter “perdido” 6.392 doses (54.752 – 48.360) e mais, achando ainda esse valor irrisório (erro estatístico!!!), esse quantitativo de vacinas “perdidas”, seria suficiente para dose única nas populações dos municípios de Telha e Amparo de São Francisco – juntos (estimativa IBGE de 2019), ou a população total de Nossa Senhora de Lourdes (idem). Não há democracia sem transparência e sem controle.”

Sergipe Profundo – fruta silvestre. É muito doce, visguenta e cheia de carocinhos: Massarandubas. Por Antônio Samarone.



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NOTA DE ESCLARECIMENTO 

Em face das diversas denúncias veiculadas pelo CINFORM, assinando como responsável um Senhor, de nome HABACUQUE, eu, Wellington Mangueira, as contestei no Programa radiofônico da Rádio Jornal, que tem em Augusto Júnior a Chefia da equipe. Naquela ocasião, informei que havia mandado NOTIFICAR a Empresa ÂNCORA em face de atrasos nos pagamentos dos seus empregados que prestam serviços na Fundação Renascer.

Por outro lado determinei ao Fiscal do Contrato observar e tomar todas as providências, caso houvesse quaisquer irregularidades, o que ensejou todo um Processo que colocamos à disposição das autoridades dos órgãos fiscalizadores.

Por outro, foi registrado um Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia, da nossa Circunscrição, em face das calúnias, injúrias e difamações contra a Servidora que responde pelo setor de Contratos e Licitações.
Não obstante essas providências iniciais, daremos entrada, através dos ofendidos, de uma AÇÃO POR DANOS MORAIS na Justiça Sergipana.

Finalmente, dizemos que a Fundação Renascer contrata empresas terceirizadas por falta de pessoal especializados nas diversas frentes que tem a atender no cumprimento do ECA e do SINASE e sobretudo, da Constituição Federal do Brasil.

A Fundação Renascer contrata através de Processos Licitatórios, com PARECERES da Procuradoria Fundacional, os quais são publicados, inclusive no Portal da Transparência.

A Fundação Renascer, enfim, não contrata diretamente pessoas e sim EMPRESAS que, por sua vez, as contrata.
Não tenho parentes em nenhum cargo da FUNDAÇÃO e, se Empresas contrataram pessoas, com laços familiares, desde que não firam o Ordenamento jurídico e cumpram com seus deveres funcionais nada obsta que participem da VITORIOSA LUTA DE CONSTRUÇÃO DE UM NOVO MODELO DE SOCIOEDUCAÇÃO. Não é sem razão que estamos há praticamente QUATRO ANOS SEM REBELIÃO OU MOTIM.

Temos sim, que mostrar para a sociedade que o próprio MINISTRO PÚBLICO FEDERAL DO TRABALHO e o MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SERGIPE têm acreditado no trabalho que estamos realizando. Estamos com dezenas e dezenas de socioeducandos com cursos de JOVEM APRENDIZ, já com Carteiras de Trabalho assinadas e recebendo meio salário mínimo por mês para aprenderem e se qualificarem para o Mercado de trabalho.

Até a oposição ao Governo, do qual, honrosamente faço parte tem reservado verbas em suas Emendas Parlamentares,para nos ajudar nesse processo socioeducativo.

No mais, só nos resta dizer que interesses mesquinhos estão por trás dessas “denúncias”.

Mas, só nos resta dizer que, em Sergipe todo o mundo se conhece.

Presidente da Fundação Renascer, Wellington Mangueira

 


OPINIÃO

Memórias dos Manicômios Sergipanos – O Adauto Botelho Por Antônio Samarone, médico sanitarista

Augusto Franco, o último Governador de Sergipe escolhido pela ditadura, nomeou José Machado de Souza o seu Secretário da Saúde. Uma atitude positiva, pois se conhecia a independência do notável médico.

José Machado de Souza em sua primeira entrevista, ao Jornal de Sergipe, edição de 30/03/1979, utilizou declarações chocantes sobre as condições de funcionamento do Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho.

“A situação, hoje, do Hospital Adauto Botelho é mais desumana do que alguns campos de concentração alemães”. O Secretário ficou tão chocado com a visita, que decidiu convidar o Governador recém empossado, para visitar aquele nosocômio.

Decidiu também colocar em funcionamento, de imediato, o Centro Psiquiátrico Garcia Moreno (inaugurado em 1976).

No inicio de 1979, o Hospital Adauto Botelho, dirigido pelo Dr. Carlos Macedo, possuía cerca de duzentos leitos totalmente ocupados.

É importante destacar, que o Adauto Botelho chegou a abrigar mais de quatrocentos pacientes, reduzidos pela transferência de uma boa parte para o atendimento ambulatorial.

Uma curiosidade perversa: duzentos leitos significavam apenas a existência de duzentas vagas, pois o número de camas não passava de cem e o de colchões estava próximo a zero.

Na verdade, os pacientes amontoavam-se coletivamente em lastros de cimento (camas), e boa parte diretamente no chão. A imundice era generalizada nas quatro enfermarias existentes.

O quadro de pessoal do Adauto Botelho contava com oito psiquiatras, um neurologista e cerca de 150 funcionários de baixa qualificação para o trabalho especializado na área de saúde mental.

Os tratamentos continuavam abusando da insulinoterapia e da convulsoterapia por eletrochoque. Não existia plantão médico noturno.

O Adauto, ainda possuía cubículos de isolamento, claustros medievais para os pacientes mais agitados ou para a punição aos mais insubordinados.

Diante da crise causada pela visita do novo Secretário e da ampla repercussão social pela publicidade dada pela imprensa, o Diretor Carlos Macedo encaminhou uma pauta de reivindicações, onde constavam os seguintes pontos:

Criação de plantões médicos de 24 horas; completa reforma da estrutura física do Hospital; criação de um pavilhão neuropsiquiátrico infantil; criação de uma área de neurologia; qualificação do pessoal; transferência imediata de cem pacientes crônicos para o Centro Psiquiátrico Garcia Moreno, em Nossa Senhora do Socorro, criado em 1976.

Uma das reivindicações dos médicos era a transformação do Hospital numa Fundação, com autonomia financeira.

A realidade permaneceu a mesma, foi só um espasmo da Sociedade Sergipana. As condições em que viviam os doentes mentais em Sergipe, amontoados em pavilhões de fezes, presos em solitárias quando estavam agitados e punidos com choques elétricos não sofreram mudanças significativas no período.

A minha turma de medicina, indignada com a realidade, fez uma campanha de arrecadação de fundos, para doar duzentos colchões ao Adauto Botelho. E assim foi feito, tiramos os doentes da “pedra fria”.

Com a Reforma Psiquiátrica, o Adauto Botelho se transformou de presídio de insanos em presídio militar. O Garcia Moreno, manicômio público para doentes crônicos, transformou-se no Cadeião e no presídio feminino.

Na atualidade, os manicômios retornaram com um novo formato e em piores condições. O exemplo mais visível são as “Comunidades Terapêuticas”. Instituições leigas que enxergam na dependência química uma doença moral e apontam os castigos como tratamento.

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www.twitter.com/Sen_Alessandro A posse de @JoeBiden e @KamalaHarris mostra a beleza da democracia. Não é perfeita, dá muito trabalho, mas é a melhor forma de solucionar os problemas da sociedade. Não está satisfeito com seus representantes? Trabalhe e seja a mudança. Só reclamar em redes sociais não muda nada.


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Frase do Dia
“Escrever é estar no extremo de si mesmo.” João Cabral de Melo Neto.

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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