Moralidade versus Imoralidade: de que lado você está?

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Tornou-se cada vez mais comum, nos dias que correm, assistirmos à execração pública de pessoas até então tidas como moralmente idôneas, honestas, honradas, acima de qualquer suspeita. Assim, de uma hora para outra, o indivíduo antes ungido com o óleo da moralidade passa a ser pichado com a graxa da indecência, da infâmia, da desonestidade. Imediatamente estampa-se-lhe na testa, sem apelo, o selo da imoralidade. Seus amigos logo se afastam; sua família, humilhada, esconde-se, e ele, centro de todas as atenções, debate-se como animal assustado, que intui a morte aproximar-se nos corredores sombrios do matadouro. Há pouco que fazer nessas horas, na medida em que o primeiro julgamento é sempre moral e, por isso mesmo, sumário, daí a celeridade do rito e a certeza da condenação. Ademais, temerosos da ira da opinião pública – este ente tão perverso e por vezes injusto -, nessa fase poucos se arriscam a defendê-lo, e quando o fazem quase sempre agem movidos por interesses inconfessáveis, embora ouçam, na câmara secreta de sua consciência, uma voz que lhes alerta sobre o erro e a insensatez de abraçar uma causa que vai de encontro aos altaneiros valores da sociedade.

 

         No âmbito de todos os poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário) e nas três esferas de governo (federal, estadual e municipal) vem ganhando força um movimento que pugna pela moralidade administrativa. Tal movimento assemelha-se a uma onda, mais do que isso, a um tsunami que percorre silencioso os bastidores do poder e, subitaneamente, invade as praias atrativas, tranqüilas e paradisíacas da corrupção, do crime organizado e da impunidade, provocando alvoroço, medo, paralisia e muita indignação naqueles que, acostumados ao prazer e ao deleite proporcionados pelo dinheiro público desviado, ignoram que a principal característica da realidade é, consoante ensina a filosofia budista, sua impermanência. E como nada pode durar para sempre, é no bojo das constantes e efervescentes transformações sociais que novos valores surgem e afirmam-se, destronando pouco a pouco antigas e nefastas práticas ainda encontradiças no seio da sociedade.

 

         A moral não é monopólio de nenhum povo, de nenhum partido político, de nenhum grupo religioso, de nenhuma categoria profissional, mas uma conquista, um valor, um ideal que pode e deve ser perseguido e alcançado por todo e qualquer indivíduo participante da vida gregária, na medida em que é um produto cultural relativizado no tempo e no espaço, cuja validade só se pode observar e aferir nos relacionamentos interpessoais, no trato com a coisa pública e na capacidade de servir e ser útil ao grupo social no qual o indivíduo está inserido.

 

         Assim, não basta ao indivíduo inflar os pulmões e bradar aos quatro cantos que é honesto, moral, decente, para que seja reconhecido como tal, sobretudo quando os fatos e as circunstâncias dizem exatamente o contrário. Esse tipo de atitude, quase sempre seguida de ataques furiosos e veementes a outros indivíduos, além de soar arrogante e inadequada, geralmente revela um conflito psicológico do qual o sujeito é portador. Não raro, trata-se de uma clara projeção psicológica, mecanismo mediante o qual o indivíduo projeta no outro aquelas características que rejeita em si próprio, características essas trancafiadas nos porões do seu inconsciente e transferidas amiúde para este ou aquele alvo, contra quem lança toda sorte de impropérios e acusações levianas sem perceber que na verdade é ele próprio quem inconscientemente coloca-se na alça de mira de sua própria fúria e indignação. Daí H.G. Wells ter afirmado que “indignação moral é inveja com auréola”.

         Convém, portanto, pôr as barbas de molho diante daqueles que se arvoram na condição de “seres morais”. Primeiro, porque a moralidade não se resume a uma questão de retórica; antes constitui uma postura em face dos desafios impostos pela vida, sobremaneira quando o indivíduo é colocado diante de facilidades que lhe despertam interesses egoístas e pouco nobres.  Segundo, porquanto ela não é característica inata, mas um apanágio do indivíduo que logrou alcançar um nível de consciência que lhe permite discernir o certo e o errado, o bem e o mal – abstraído qualquer maniqueísmo -, e fazer sua escolha livremente, sempre de forma ética, construtiva e edificante.

 

         Mas como diferenciar o “ser moral” do “indivíduo imoral”? Seria isso possível? Bem, é óbvio que não existe fórmula ou método infalível para esse mister. Jesus Cristo, no entanto, vaticinou que podemos reconhecer a árvore pelos frutos. Assim, se a árvore for boa, dará bons frutos; sendo má, dará maus frutos. Portanto, para o insuperável Mestre, desde que não possamos sondar os aspectos subjetivos do indivíduo, cabe-nos recorrer ao exame de suas obras, ações e tantas outras realizações externas, de maneira que logremos, a partir do estudo dos aspectos exteriores, aferir, ainda que parcialmente, as qualidades morais daquele que nos circunda e com quem interagimos.

 

         O místico indiano Bhagwa Shree Rajneesh, mais conhecido como Osho, parte de uma premissa bem diferente, qual seja, a de que a moralidade, sendo tão-somente um substituto pobre da religião dos budas – fundada no desapego e na compaixão -, possui um caráter puramente utilitário, permitindo apenas que as pessoas convivam umas com as outras sem se autodestruírem. Nega, por conseguinte, a existência do homem moral, afirmando que “os moralistas não são realmente morais – eles estão vivendo uma vida dupla: na superfície, morais, mas, na realidade, tão imorais quanto qualquer outra pessoa ou até mesmo mais. Talvez a moralidade deles esteja presente para esconder suas atividades ilegais. E todos parecem estar no mesmo barco. Do mais baixo trabalhador ao homem que detém o posto mais alto, o primeiro-ministro ou o presidente do país, parece que todos estão no mesmo barco.”

 

          O brilhante e polêmico Osho, que vem a ser guru espiritual do digno e heterodoxo ministro Carlos Ayres Britto, é ainda mais radical ao asseverar: “Parece que um homem só é moral até ser capturado. Assim, a diferença entre o moral e o imoral é somente esta: de ser ou não capturado”. E para não ser capturado – complementamos -, o homem não deve jamais contar com a sorte ou com a impunidade, mas abster-se da prática do ato infame quando a tentação bater-lhe à porta, recorrendo a Deus e à Consciência a fim de que se mantenha sempre ético, honrado, digno e moral. ( Paulo Márcio Ramos Cruz – Delegado de Polícia Civil; Especialista em Gestão Estratégica em Segurança Pública – UFS; Especialista em Direito Penal e Direito Processual Penal – Fase).

 

 

 

Aguarde! Bomba no TC

O Tribunal de Contas que parece ser um órgão tão zeloso quando o assunto é o governo do Estado, parece que não tem o mesmo zelo quando o assunto são prefeituras e até mesmo o próprio órgão. Na segunda, uma bomba sobre um sumiço…

 

Unit e a brincadeira sem graça

Um leitor alertou e este jornalista conferiu. Espalharam em Aracaju diversos outdoors informando sobre oportunidades de emprego (mais de 4000 vagas) e isto provocou um certo rebuliço e interesse das pessoas afinal emprego anda difícil. Porém, para surpresa de todos dias depois a farsa foi explicada, na verdade tratava-se de uma brincadeira de péssimo gosto, uma jogada de marketing ridícula, o outdoor era sobre o vestibular da Unit. A pergunta do leitor: Como é que se brinca com as pessoas assim, será que não cabe alguma ação do Ministério Publico ao menos por propaganda enganosa?

 

Governadores de outros sete Estados podem ser cassados I

Matéria da FSP, de sábado, 22: Outros sete governadores correm o risco de ter o mandato cassado por causa de denúncias de fraudes ou irregularidades na eleição de 2006. Dois deles, Luiz Henrique (PMDB), de Santa Catarina, e Ivo Cassol (sem partido), de Rondônia, já foram cassados pelos Tribunais Regionais Eleitorais, mas se mantêm no cargo por decisões do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) até que o mérito seja julgado pelo próprio tribunal. Todos os processos estão no TSE aguardando julgamento. Como o recesso do Judiciário começa no próximo dia 20, a tendência é que sejam julgados só em 2009. Dos sete casos, seis tratam de abuso de poder político ou econômico na campanha, como uso da máquina do Estado, distribuição de bens, serviços e até de comida. Além de Luiz Henrique e Cassol, estão sendo processados Waldez Góes (Amapá), José Anchieta Júnior (Roraima), Marcelo Déda (Sergipe), Marcelo Miranda (Tocantins) e Jackson Lago (Maranhão).

 

Governadores de outros sete Estados podem ser cassados I

Luiz Henrique é acusado de pagar propagandas em jornais, rádios e TVs com dinheiro público -o que ele nega. Ivo Cassol é acusado de comprar votos por meio de uma empresa de vigilância -sua defesa contesta a ação. Os opositores de Marcelo Miranda (PMDB) alegam que ele nomeou servidores em período eleitoral e usou funcionários públicos como cabos eleitorais. Miranda nega a acusação, assim como Marcelo Déda, acusado de usar propaganda do governo para fins eleitorais. Entre as irregularidades atribuídas a Waldez Góes (PDT) estão distribuir comida em comício, compra de votos e caixa dois. A defesa contesta a denúncia. Jackson Lago (PDT), acusado de comprar votos, diz ser vítima de perseguição da família Sarney no Maranhão. Já a ação contra José de Anchieta Júnior (PSDB) refere-se ao uso eleitoreiro de programas sociais, além de corrupção e fraude. Vice de Ottomar Pinto, Anchieta assumiu em 2007. Ele alega que os programas sociais já existiam antes do pleito. Além de Cássio Cunha Lima, dois governadores já foram cassados pelo TSE: Mão Santa, do Piauí, em 2001, e Flamarion Portela, de Roraima, em 2004.

 

Nota dos ex-presidentes da Fecomércio

Os ex-presidentes da Fecomércio publicaram nota no Jornal da Cidade relatando a indignação deles com a falta de transparência na eleição do Sebrae de Sergipe. Eis a nota: “Todos nós, abaixo-assinados, conduzimos a Federação do Comércio do Estado de Sergipe (Fecomércio) em algum momento de nossas vidas tendo como norte, o objetivo de engrandecer a entidade com os mesmos serviços que ela presta ao desenvolvimento de Sergipe. Para a nossa surpresa, no domingo passado, parte de sua diretoria remou em direção totalmente oposta. Numa manobra urdida na calada da noite, tentaram destituir o presidente da Fecomércio/SE, Hugo França, da qualidade de representante do SENAC do Conselho do SEBRAE. Usurpando dele o direito de expressar livremente seu voto na eleição desta segunda-feira. Essa mancha na biografia dos freqüentadores dessa tal estratégia, voltada a ganhar no tapetão, como se diz popularmente, seria exclusivamente problemas deles próprios, se não houvesse também lançado mácula sobre uma entidade que reafirmamos, só vem contribuindo positivamente para o progresso do nosso Estado. A fora a agressão ao mais badular conceito de ética, a manobra mostrada, mostra clara fragilidade jurídica, posto que o empresário Hugo França, tem o voto do Conselho do SEBRAE, como representantes no SENAC, e não como representante do Fecomércio. Não poderia, portanto, uma instituição definir pela outra, por fim, estamos na expectativa que está situação vexatória seja resolvida, a bem, não só do que é justo, mais sobre tudo para resguardar o bom nome da Fecomércio”.

 

Secretaria promove VII Festival de Violeiros Repentistas

Artistas populares nordestinos vão participar do VII Festival de Violeiros Repentistas, que acontece às 17 horas deste sábado, 22, na praça dos mercados Antônio Franco e Thales Ferraz. O evento é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) com apoio da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Esportes (Funcaju) e tem como objetivo incentivar e preservar a arte do repente. O repente é o verso feito instantaneamente, na agilidade mental do repentista, também é conhecido como improviso. Fazer repente é a arte de falar elaborando idéias, dentro de métrica e rimas rigorosas. O repentista canta numerosos gêneros e variados temas, desde louvações à natureza, à mulher, à ciência e até as críticas sociais e políticas.

 

Parceria e comunicação com a platéia

De acordo com o pesquisador musical e assessor cultural da SEC, Paulo Correa, os repentes são apresentados sempre por dois violeiros, alternadamente, e as alternâncias também seguem normas. O cantar dos violeiros requer, além da prodigiosa memória e agilidade mental, uma interação harmoniosa do violeiro com o parceiro, numa evolução com o tema e a comunicação com a platéia. Nesta dinâmica, temas podem ser sugeridos pela platéia para que o violeiro improvise. “Isto é o “mote”, que pode ter de um a quatro versos, com sete ou dez sílabas que o repentista utiliza para completar a décima por ele improvisada e, além do mais, dentro de regras rigorosas. Assim, o mote de uma ou de duas linhas deve constituir o final da estância; o de três ou quatro poderá ser posto pelo repentista no final da estrofe ou diluído de várias formas”, explicou Paulo Correa.

 

UBM realiza evento de combate à violência contra a mulher

Próxima terça feira, dia 25, será realizada a ‘Campanha dos 16 dias de Ativismo de Combate à Violência contra a Mulher’, promovida pela União Brasileira das Mulheres, em parceria com o Sindicato dos Bancários de Sergipe – Seeb/SE – e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB.  O lançamento acontece às 19 horas, no auditório do Sindicato dos Bancários. Entre os palestrantes, a diretora pedagógica da Escola Superior do Ministério Público de Sergipe e a médica ginecologista e obstreta Jânua Boson, da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes. Estão programados  “Fórum sobre Violência contra a Mulher” e peça teatral sobre violência doméstica. “Haverá também exposição no Espaço Cultural do Sindicato, com estátuas de madeira, em tamanho natural, retratando dez casos escolhidos para representar a violência contra a mulher em Sergipe”, explica Ivânia Pereira, coordenadora da UBM em Sergipe. 

 

Sergipe Flora

Nos dias 5,6 e 7 de dezembro no Centro de Convenções de Sergipe acontecerá o  Evento no segmento de flores e plantas ornamentais,denominado “SERGIPE FLORA – I Encontro Nordestino da Floricultura, Paisagismo e Jardinagem”,  que congregará os diversos segmentos da cadeia produtiva. O evento é destinado a toda cadeia produtiva, abrangendo desde o segmento produtivo, seguindo para as floriculturas, paisagismo, decoração,ornamentação, fornecedores de insumos, equipamentos e consumidores. Espera-se neste primeiro evento trabalhar com o maior número possível de participantes de Sergipe, região do Entorno e Estados da Região Nordeste. Teremos muitos cursos, toda programação dos cursos encontra-se no site. Lá serão ministrados diversos cursos – “A cura atraves dos alimentos e das plantas medicinais”,ministrado pelo Dr. Marcio Bontempo/DF, “Cogumelos Funcionais e sua importancia na saude humana” pela Dra. Arailde Fontes Urbem da Embrapa/DF, “Como cultivar orquideas – pragas e doenças” Dra. Loislene Emater/DF. Busca-se também criar um evento que se torne referência neste segmento para Sergipe e a Região Nordeste e que passaria a ser realizado anualmente. Entrada um kg de alimento.

 

 

 

Nota de esclarecimento dos servidores concursados da SEAD

Uma das maiores lutas do Sintrase nos últimos anos foi à realização de Concurso Público e salário digno para os servidores. E por isso, dando continuidade a campanha salarial dos servidores da Secretaria de Estado da Administração (SEAD), lotados nos CEACS, IPESAÚDE, DETRAN E JUCESE, a direção do Sintrase resolveu esclarecer os usuários dessas instituições e toda sociedade sergipana a falta de compromisso do Senhor Jorge Alberto com aqueles que trabalham com muita dignidade para melhor atendê-los. Dentre eles podemos citar que:  1 – Governo do Estado num desses lances de rara felicidade, na linguagem futebolística mais conhecida como gol de placa, criou os CEACS e que para regulamentá-los nomeou através de Concurso Público aproximadamente 450 servidores. 2 ? A situação do IPESAÚDE melhorou consideravelmente com a chegada dos 60 novos concursados emprestados pela SEAD, porém, os mesmos só recebem R$ 320,00 (trezentos e vinte reais), líquido/mês, no entanto, é bom frisar que, o Presidente da instituição queria pagar igual aos outros servidores do IPESAUDE, mas o Senhor Jorge Alberto não deixou.

 

Nota de esclarecimento dos servidores concursados da SEAD II

3 ? O Senhor Jorge Alberto se negou a participar da Mesa de Negociação, com alegações descabidas que não vale apena nem citar, mas reconhecidamente tem dado uma grande contribuição no fechamento dos acordos do governo com outras categorias dos servidores. Por que será que senhor Jorge Alberto não se esforça nem um pouquinho para resolver os próprios problemas? É no mínimo uma postura contraditória.4 ? Um servidor que teve acesso ao serviço público através do mesmo concurso, tem representado os interesses do Sr. Jorge Alberto tanto na Mesa Setorial de Negociação como nos meios de comunicação, a exemplo do programa de Gilmar Carvalho do dia 12/11/2008 quando em nome do Secretário tentou passar a responsabilidade do Sr. Jorge Alberto para o Sintrase. Por fim, é bom lembrar que um concursado da SEAD tem salário bruto de R$ 419,00 e R$ 320,00 líquidos, enquanto isso os contratados para serviços temporários trabalhando no mesmo local, tem salário base de R$ 640,00. Acorda Jorge Alberto! Sou funcionário da Sead! R$ 320,00 não! Gratificação já! A direção do Sintrase.

 

DO LEITOR

 

Indignação com o Detran I

Do leitor Henilton Faria dos Santos: Acontece uma coisa interessante em relação ao emplacamento de carros novos no Detran: a possibilidade de escolha do número final da placa, ao custo de R$ 72,70 ou mesmo a escolha da todos os números da placa, ao custo de R$ 218,05. Até aí tudo bem. Só que o com essa possibilidade, os finais de placa mais interessantes (0 e 9) acabam e quem vai emplacar o seu veículo nos meses finais do ano é obrigado a aceitar placas com finais abaixo desses números. Veja o meu caso: nesta semana adquiri um veículo novo e ao me dirigir ao Detran fui informado que o final da minha placa seria 8. Estranhei o fato e fiz uma reclamação via e-mail junto à Ouvidoria daquela Autarquia. Como não obtive resposta, fui pessoalmente tentar resolver a questão. Depois de conversar com várias pessoas, a informação foi que nada poderia ser feito, já que não havia disponibilidade de placas com final 0.

 

Indignação com o Detran II

Continua Henilton: “Porque insisto em emplacar o meu veículo com esse final de placa? Simplesmente porque o próprio Detran, em seu calendário anual de licenciamento, informa que serão licenciados em novembro os veículos com placa de final 0. Como explicar então que um veículo adquirido nesse mesmo mês de novembro vai ser emplacado com final 8? Ou seja, quem compra um veículo no mês de novembro vai ser obrigado a pagar novamente o seu IPVA no próximo ano no mês de setembro, dois meses antes do veículo completar um ano. O que acontece é que o Detran, na ânsia de arrecadar cada vez mais, libera, via pagamento das taxas citadas, indiscriminadamente as placas com finais mais interessantes no decorrer do ano, não reservando uma quantidade mínima para aqueles que adquirem seus veículos no final do ano e acaba por prejudicar o contribuinte, obrigando-o a recolher um tributo antes do prazo devido”.

 

Aeroporto

E-mail recebido: “Espero que este projeto saia do papel e não acabe como os famigerados “fingers” que por duas vezes foram inaugurados com a visita do Presidente porém nunca foram instalados”.

 

Campanha educativa para SMTT

De um leitor: Gostaria de dar uma sugestão a SMTT, que fizesse uma campanha educativa para informar aos ciclistas de Aracaju que mesmo com ciclovia quando ela cruza uma avenida ou retorno a preferência deve ser dos veículos e não das bicicletas (pelo menos é lógico) e até quando vamos ter carroças em pela avenida em horários de pico atrapalhando o transito?”

 

Preso na burocracia

Do leitor Lucas: “Lembra daquele projeto que trata da convocação de 40 agentes de segurança de medida sócio-educativa do CENAM??? pois bem o mesmo está a mais de 30 dias estacionado na mesa do Sr. Françoa lá na SEFAZ, vimos até vc cobrar  eleridade e seriedade para com este projeto pois o mesmo ainda precisa passar pela assembléia legislativa e o concurso vence dia 26 de dezembro sem contar com o recesso parlamentar… então por favor Sr. Françoa AGILIZE!!!!!”

 

Itabaiana! Querer agradar a todos

E-mail recebido: “Já diz o velho ditado: O maior erro é querer agradar a todos. Não sei por que tanto burburinho no que diz respeito à equipe de governo de Luciano Bispo. O que muitos têm que entender, é que as pastas que mais o causaram dor de cabeça, esses não retornarão em hipótese alguma. Os que irão retornar são pessoas que tem capacidade comprovada, e na sua pasta, deram conta do recado. Ciúmes, frustrações e desagrado, todo e qualquer governo irá causar. Luciano não é criança, sabe seus erros e tem que administrar com os pés no chão. Críticas que sirvam para engrandecer sua administração devem ser absorvidas. Mais aqui em Itabaiana, tem que se ter muito cuidado, pois muitas dessas críticas são armadilhas que partem de várias direções. Quem já foi prefeito três vezes, deve está vacinado para tudo isso. As mudanças primárias que deveriam, foram feitas. Vamos aguardar, antes de criticar. Repito: Nenhuma administração irá agradar a todos. Às vezes para acertar você contraria”.

 

Frase do Dia

“Enfrentaremos a força física com a nossa força moral”. Martin Luther King.

 

 

 

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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