No escurinho do orçamento: Haja nojo!

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Por falta de fertilidade, a grande imprensa prossegue sua pregação contra qualquer conquista do Governo do Presidente Bolsonaro.

Estamos a viver, para desespero maior da mídia, na graúda gestada e na miúda parida, a desídia de bem confirmar a chegada do Natal, com vida, vigor e fulgor do Mito, acima de tantos textos inúteis, inseminados para a sua demonização.

Do Mito, acusa-se de “um tudo”, como fala o iletrado:  de genocida a desmatador; de matador de índio à mingua, e até de fome aos quilombolas, nomes bem explicitados por nunca dantes vistos quantos, sensibilizados com os despossuídos e fragilizados.

E nessa ampla miséria descrita, só o Jair, que era Messias, virou por boataria, implicado até, num fogo acontecido nas florestas, daqui e dacolá, ou de um piche derramado no alvo anil das nossas praias, sem falar que é culpa sua, tanto o Covid chinês, quanto o desemprego  do “fique em casa”, recomendado só por governantes estaduais e edis, tudo amparado pelo imoderado Supremo Tribunal, culpa que se estende ao aumento do preço da gasolina, do gás de cozinha e até da inflação, sem que nunca ninguém o perguntasse de quem e do por quê, do ICMS, esse imposto sinistro, ser tão alto, tão usurpador e violador, na boca da bomba do posto, ou no botijão, por pior, inserido, à sorrelfa, escondido, enganando e esganando, a todos; por incautos.

E o que dizer do IPVA que já se prenuncia assustador em 2022, e por pior o IPTU, esse imposto anual que bem expropriaria, se assim o pudesse, e conseguisse, o buraco do aratu, nas terras infelizes do Aracaju?

No entanto, esse assalto do poder público estadual ou paroquial não interessa, porque se há alguma sujeira a destacar, ela está sempre lá fora, com Bolsonaro.

E agora, não tanto, como o execrado “escurinho do orçamento”, que não teve nada a ver com o Mito.

Como o Presidente tem que sofrer revezes sucessivos, bem se falou na semana que passou desse “orçamento secreto”, com muita gente querendo que o Supremo Tribunal Federal realizasse outra incursão atrabiliária, enquanto imoderado poder self-assumido, essa coisa mal induzida por indutância ruim e pior, inevitável!, um desafio à relutância da insensata insolvência constitucional, espécie de vertente parasita, aderente às correntes de Foucault, acrescidas aos circuitos eletromagnéticos, a requerer a laminação dos núcleos ferrosos, quiçá sua pulverização, nunca a sua monolítica consistência.

E nessa fragmentação ou pulverização mal requerida, bem vale como as ditas correntes parasitas, demonizar qualquer unidade ou decisão ditada por maiorias congressuais, sobretudo se existir “um centrão”, sempre dito como fisiológico, em demonização da democracia e das eleições que os vitoriam.

Na semana que passou, por exemplo, o mais notável no noticiário foi a aprovação do tal “orçamento secreto”, ideal herbário do sempiterno arrebanho da vetusta campanha pela “ética da política”, que vira e volta, ressurge como Fênix baleada, ou novos monges Rasputins, com os mesmas balidos enternecidos de raposas.

Interessante é que os useiros e vezeiros desse refestelo, sempre se regozijam no escurinho ou na clarinho de um cantinho amornado, almejando um soldo na burocracia estatal, sem concurso, prova ou mérito, mas sempre amparado por uma sinecura conseguida por seu pensar assaz “progressista”, essa coisa gauche sagaz, e sinistra!, rubra ou rosa, só para variar em tom carmim, porque melhor assim todos posam, “amici populi, tidos e havidos como “os mais honestos”, e experientes!, sobretudo quando lhes rareia a mamata, ou uma eleição se avizinha, ameaçando-lhes a paga que o remunera, ou lhes rareia.

Bom seria que essa gente bem charlante, que tanto se exibe em independência e seriedade, e a ninguém elege, nem a si próprio, saísse do espelho onde se mira em opróbio, como a Bruxa da Branca de Neve, e mordesse um pouco da maçã de seu próprio veneno, para conferir o valor do seu eleitorado.

Como isso não acontece, é preciso fingir-se enojado. Haja nojo!

Que o Jesus Menino a renascer tenha pena desse país!

Enquanto isso, só porque o tempo não para, nem recupera, que nos venha um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!

Que 2022 nos anime a prosseguir!

Sem nojo! Ou com muito nojo,… quem assim o preferir!

 

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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