O salário de ministra é pouco…

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Pouco? Imaginem então  quem ganha o salário mínimo…
Houve um tempo, há anos atrás, que a desembargadora baiana Luislinda Valois era figurinha fácil em Aracaju. Vinha, digamos assim, quase todas as semanas participar de festas e eventos, levando-se em conta que um dos seus filhos morava por aqui. Era figurinha querida da crônica social local. Depois, ela desapareceu do noticiário porque fora indicada para o Ministério dos Direitos Humanos cargo para o qual foi indicada pelo seu partido, o PSDB. A repercussão dessa nomeação em todo o Brasil foi a melhor possível. Ela seria a pessoa certa para o cargo idem. Mas, agora, Luislinda Valois pisou na bola e está sendo “massacrada” nas redes sociais. A questão é que ela reivindicou ao Presidente Temer um, digamos assim, reajuste de salário da pesada. Ela ganha como Ministra o que todos os outros ministros recebem, isto é, em torno de R$ 32 mil reais. Ela queria incluir no mesmo bolo o salário de Desembargadora aposentada na Bahia, o que elevaria seus ganhos para R$ 63.000,00.Ela argumentava que ganhando apenas o salário de Ministro é quase que um “trabalho escravo”. O Presidente Temer não precisou nem dar sua opinião  porque a reação na internet foi a pior possível. Passado o qui-pro-quo ainda se lêem críticas profundas à Ministra Luislinda Valois, contra essa pretensão salarial.  Ela argumentou dizendo que o que recebia como Ministra mal dava para sobreviver – “é preciso comprar vestuário, bolsas e sapatos para melhor representar o cargo”. Agora já imaginou se sua reivindicação fosse atendida? Todos os ministros iriam se julgar no direito de ganhar um pouquinho mais porque o salário dos cargos seria insuficiente para se viver. Luislinda Valois pisou feio na bola. Se o salário de Ministro não dá para ela sobreviver porque afinal aceitou o cargo? Ela já desistiu de sua pretensão. Continuará recebendo os trinta e poucos mil de salário de Ministra dos Direitos Humanos. Agora enquanto as redes sociais se lembrarem da reivindicação, D. Luislinda vai sofrer nas mãos dos internautas…

Secretário municipal falta tanto ao serviço…

Filho de Benedito Figueiredo, uma das “estrelas” do PMDB. o partido do Governador Jackson Barreto e do Presidente Michel Temer, o Sr. Alexandre Figueiredo é  Controlador geral da Prefeitura de Aracaju. E é também pré-candidato a deputado estadual. Ele hoje faz de tudo para tornar sua eleição viável e ir ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa. Ocorre que o sr. Alexandre Figueiredo tem cometido algumas arbitrariedades que só são toleradas por ser filho de quem o é. Já chama a atenção as inúmeras vezes que ele não vai à Controladoria para dar expediente porque está viajando pelo interior do Estado, substituindo o pais em palestras pré-agendadas. Vá alguém falar sobre isso com Benedito Figueiredo e até com o governador Jackson Barreto. Será recebido com pedras na mão, porque o sr. Benedito Figueiredo sempre foi grosseiro ao extremo. Falar de um filho dele é falar de toda sua cria – e isso ele não aceita. Mas, as reclamações são muitas na Prefeitura de Aracaju. O Prefeito Edvaldo Nogueira, instado a falar do assunto, desconversa. “Deixa o menino trabalhar”, é sua resposta mais natural. A propósito: fosse o Brasil um país sério filhos de secretários de Estado deveria ser proibido de candidatar-se a cargo público.

Reclamações do Cinemark

Não passa dia sobre dia sem que o escriba não receba reclamações da rede exibidora cinematográfica, a Cinemark. É que lá a programação da semana, que sempre entra em cartaz na quinta-feira, nem sempre está disponível neste dia. E, pior que isso, hoje, praticamente o Cinemark suspendeu a exibição de filmes com legendas. Todos os filmes em exibição são dublados o que não é do agrado de todos os espectadores. Qualquer filme estrangeiro só ganha exibição no Cinemark se for dublado em português. Como se sae que o serviço de dublagem no Brasil é péssimo, você paga um ingresso muito caro para receber um serviço de terceira categoria.

Os 12 candidatos da revista Veja

A revista Veja que está nas bancas faz um apanhado de quantos candidatos a Presidente da Republica já há na disputa.  São pelo menos doze – mas, à exceção de Luiz Inácio da Silva os nomes não são impressionáveis. Eis os candidatos enumerados pela Veja: Luiz Inácio Lula da Silva (com 35% das intenções de votos), Jair Bolsonaro (13%), Marina Silva (7%), Geraldo Alckmin (5%), Luciano Hudk (5%), João Doria (4%), Ciro Gomes (3%), Álvaro Dias (2%), Ronaldo Caiado (1%), Chico Alencar (1%). Pelo menos dois não pontuaram: Henrique Meirelles  e João Amoedo. Por falar nisso, quem é esse João Amoedo (Partido Novo)?                             

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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