País vai ter vacina em 2021?

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“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

Uma excelente análise de Fernando Reinach, publicada no Estadão. Fernando é biólogo, PHD em biologia celular e molecular pela Cornell University e autor de “A chegada do novo coronavírus no Brasil; Folha de lótus, escorregador de mosquito; e a longa marcha dos grilos canibais.

Nas próximas semanas vamos saber se a estratégia escolhida pelo governo do Estado de São Paulo e pelo Governo Federal serão capazes de garantir que todos os brasileiros serão vacinados contra o SARS-CoV-2 em 2021. O Brasil fez suas escolhas em meados de 2020 e as primeiras consequências estão ficando aparentes agora que o mundo já possui duas vacinas com eficácia da ordem de 95%.

A grande maioria dos países adotou uma estratégia muito diferente da brasileira. Cada país fez acordos com um número grande de empresas que estavam desenvolvendo vacinas no início da pandemia. Esses acordos envolviam a compra antecipada de número grande de doses da vacina caso seu desenvolvimento tivesse sucesso. Em muitos casos, uma parte das doses foi paga antes dos resultados da fase 3, independentemente dos resultados finais. Ou seja, pagaram para ajudar no desenvolvimento, e dividiram parte dos riscos com o desenvolvedor. Mas o que caracteriza a estratégia desses países é que eles apostaram em diversos fornecedores, de 3 a 5, e compraram adiantado uma quantidade de doses maior do que seria necessário para vacinar toda sua população, sabendo que provavelmente algumas das empresas não teriam sucesso ou suas vacinas teriam uma baixa eficácia.

Dessa maneira, se somente uma ou duas das apostas funcionasse, mesmo assim teriam vacinas suficientes para imunizar rapidamente toda a população. Uma segunda característica desses acordos é que não envolviam o governo na construção de fábricas ou na execução dos testes da fase 3. Ou seja, eles colocaram os ovos em diversas cestas e deixaram para as empresas decidir como testar e como produzir suas vacinas. Tanto os países europeus quanto os asiáticos e da América do Norte têm tradição de comprar vacinas no mercado internacional, se preocupando só com o preço e com a eficácia do produto.

No Brasil a estratégia adotada foi radicalmente diferente. Ela foi ditada pela tradição nacionalista que rege a Fiocruz (um órgão do governo federal que produz vacinas) e o Butantã (órgão do governo paulista que também produz vacinas). Essas duas instituições são guiadas pela ideia de que vacinas são um insumo de segurança nacional, estratégicas para a segurança e a independência nacional, que devem ser produzidas no Brasil e nunca importadas. Por trás desse conceito, está uma visão nacionalista de independência tecnológica, a mesma que dominou a indústria da informática na época da ditadura (lembram quando não podíamos importar computadores e vivíamos sob a maldita Lei da Informática?).

Nessa visão, o importante é que o Brasil produza localmente suas vacinas em fábricas próprias, dominando totalmente a tecnologia. Essa visão estranhamente compartilhada pelos militares e por militantes de esquerda do velho partido comunista, tende a privilegiar acordos em que a transferência de tecnologia seja mandatória, a produção seja local, e a tecnologia seja dominada pela Fiocruz e Butantã. E foi essa visão que foi recomendada e adotada tanto a nível federal quanto estadual (Jair Bolsonaro/Fiocruz e João Doria/Butantã).

O resultado é que o Brasil possui hoje só dois acordos relacionados ao suprimento de vacinas. Um com uma pequena empresa chinesa, a Sinovac, e outro com a Universidade de Oxford/Astra Zeneca. Em ambos os acordos, nossos governos pagaram por doses da vacina caso seja aprovada, mas exigiram (ou aceitaram) a responsabilidade financiar e executar os estudos de fase 3 no Brasil. Além disso se comprometeram a construir as fábricas das vacinas necessárias para garantir a vacinação dos brasileiros. Para executar localmente os estudos de fase 3 o Brasil já gastou uma pequena fortuna e para construir as fábricas se comprometeu com outra pequena fortuna. Ou seja, o Brasil só apostou em vacinas em que os produtores aceitaram esse tipo de acordo.

Agora chegou a hora de descobrirmos se essa estratégia foi correta. Ela ainda pode dar certo, as vacinas de Oxford e da Sinovac talvez consigam terminar rapidamente os estudos de fase 3, talvez esses estudos mostrem que ao menos uma dessas vacinas tenha eficácia maior que 90%. Talvez o Brasil consiga construir rapidamente suas fábricas e usar as vacinas já pagas e produzidas no exterior para iniciar a vacinação enquanto as fábricas não ficam prontas (foi comemorada nessa quinta, 19, a chegada de 120 mil doses que não são suficientes para vacinar sequer um grande estádio de futebol). Só o tempo dirá.

Por outro lado, já ficou claro que o Brasil não terá acesso imediato às duas vacinas que são extremamente eficazes (Pfizer e Moderna), em grande quantidade, no curto prazo. A Pfizer gentilmente iniciou conversas com o governo brasileiro, mas o fato é que grande parte de sua produção em 2020 e 2021 já esta vendida, e se ficarmos com algo, será uma migalha, um gesto de consideração. As doses que serão produzidas pela Moderna também já estão vendidas.

Ao contrário dos outros países, temos só uma cesta com dois ovos e para eles se transformarem em doses de vacina vamos depender de um desses imunizantes ser tão eficaz quanto os dois que já terminaram a fase 3. Depois, teremos que depender da construção de duas fábricas financiadas em parte pelo governo, em parte por doações privadas, no ritmo que caracteriza o setor público brasileiro.

Há ainda a possibilidade de as vacinas em que apostamos terem eficácias menores que 90%. Aí o problema será ainda mais complexo. Vale a pena produzir e vacinar a população com uma vacina de segunda categoria?

O fato é que também no campo das vacinas o viés ideológico e a incompetência governamental talvez nos custem caro. Parece que continuamos no nosso caminho, seguindo a estratégia escolhida pelo Brasil: a Imunidade de Rebanho por Incompetência (IRPI). Chegaremos lá rapidamente se não tivermos vacinas suficientes em 2021 e esse aumento de casos que vem sendo observado realmente se caracterizar como uma segunda onda.



Em Aracaju, Jackson Barreto e Luciano Bispo ainda choram as derrotas de seus pupilos E amigos do pior governador da história de Sergipe, Jackson Barreto, e do único presidente do legislativo de Sergipe que comanda sob uma liminar há vários anos, Luciano Bispo, comentam nos bastidores que ambos ainda choram as derrotas de seus pupilos para a Câmara de Aracaju. Jackson nunca pensou que não conseguiria eleger um vereador em Aracaju. E o pior: Everton ficou na segunda suplência e haja manobra para colocá-lo, mesmo assim não seria titular. Já Luciano Bispo não entende como seu pupilo, Marcos Aurélio, teve apenas 389 votos. E o pior: Vardo da Lotérica, mineiramente, elegeu o neto. Luciano é motivo de piada em Itabaiana.

Morosidade do Cartório do 11º ofício vai parar na ouvidoria do TJSE E um empresário do ramo da construção civil, cansado da morosidade do cartório do 11º ofício, abriu reclamação na ouvidoria do TJSE e pretende abrir também no CNJ se as providências não forem tomadas em Sergipe. A reclamação é sobre os serviços prestados pelo cartório do 11º ofício. Ele tem uma pequena construtora e conseguiu finalizar uma casa padrão do programa “Minha Casa, Minha Vida” em 10 semanas e o cartório do 11º ofício leva o mesmo período entre a averbação e o registro do contrato. Por entender que é um absurdo, passar 2 meses para fazer este procedimento, sendo que nos outros cartório o prazo máximo é de 15 dias ele fez a reclamação. “Como explicar isso?” questionou afirmando que são vários cidadãos, como corretores e construtores, que estão sendo prejudicados pelos serviços do referido cartório.

A mira certa da mídia de estimação E circula em alguns grupos de whatsApp o seguinte texto: “Foram mais de R$ 741.071,00 que um portal da mídia de estimação faturou nos últimos anos de algumas instituições públicas, tais como Governo do Estado de Sergipe, Banese, Deso, Alese, Sebrae, Sesc, Senac, Federação do Comércio de Sergipe, Prefeitura Municipal de Aracaju, Lagarto, Itabaiana, Barra dos Coqueiros, Nossa Senhora das Dores, Estância, Capela, São Cristóvão, Nossa Senhora do Socorro e alguns Fundos Municipais de Saúde. Além de partidos políticos. Um faturamento legal, que serviu para comprar a ética, a moral, o caráter e o poder de crítica de quem nasceu na várzea e caiu no poço da extorsão.” Arrepare, Osmario!!!

Manoel Cabral Machado é empossado como Procurador-Geral de Justiça O novo Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público Estadual de Sergipe (MPE/SE), promotor Manoel Cabral Machado Neto, tomou posse ontem, 23, durante solenidade virtual na sede do MPE/SE para o biênio 2020-2022. O novo Procurador-geral, Manoel Cabral Machado Neto, em seu discurso de posse, disse que o Ministério Público precisa de unidade para ser forte e prometeu fazer uma gestão pautada na igualdade de tratamento e na escuta ativa. “Precisamos de um Ministério Público eficiente, equilibrado e firme. Não há espaço para radicalização. Queremos um modelo de governança que desenvolva em todos o sentimento de pertencimento ativo em nossa instituição. O MPE não deve ficar apenas na atuação demandista, mas no protagonismo de soluções preventivas para garantir o bem comum”, declara. Leia toda matéria da Infonet aqui.

Banese promove parceria com a ASEOPP para antecipação de recebíveis como ação para fortalecer a construção civil Com o objetivo de fomentar a economia sergipana neste momento de pós-pandemia e seguindo a orientação do governador Belivaldo Chagas de fortalecer ainda mais a participação do Banese em ações para as pequenas e médias empresas foi assinado nesta segunda-feira, 23, um termo de parceria com a Associação Sergipana dos Empresários de Obras Públicas e Privadas – ASEOPP, com o objetivo de antecipar os recebíveis oriundos de serviços prestados ao órgão/empresa pelas empresas associadas a entidade no Governo do Estado de Sergipe.

Economia Toda a diretoria executiva da ASEOPP participou da assinatura do termo de parceria destacando a importância do Banese como propulsor da economia sergipana e principalmente na retomada do desenvolvimento neste momento, através de uma política de ação para a construção civil que é um setor preponderante para a geração de emprego e renda para os sergipanos. Luciano Barreto, presidente da ASEOPP, destacou que o novo presidente do banco, Helom Oliveira é uma grata surpresa. “’Um jovem com um visão de futuro e junto com a experiência da diretora Olga está com diversas propostas para ampliar a ação do Banese nos setores importantes”, disse. Além do presidente, Luciano Barreto, participaram os vice-presidentes, Sérgio Melo (Administrativo e Financeiro); Francisco Costa (Obras Públicas); – Geraldo Majela (Obras Privadas) e Carlos Augusto Tavares de Santana (Ciência e Tecnologia).

Boas perspectivas para as cadeias produtivas O presidente do Banese, Helom Oliveira ao lado da diretora de crédito e serviços, Olga Carvalhaes, disse que dentro do plano de retomada da economia dimensionado pelo governador Belivaldo Chagas o banco terá um papel importante através de várias ações de estimulo a economia, não só na cadeia da construção civil, mas em todas as outras. Além da antecipação dos recebíveis, o banco estuda linhas de financiamento para a construção civil na área de aquisição de terrenos entre outros. Por conta de recursos federais que estão retornando nas prefeituras pela falta de projetos, Helom anunciou que a partir de janeiro será criada uma carteira com gerentes do banco especializados em projetos para ajudar as prefeituras e assim Sergipe ter um plano de execução dos recursos federais tanto no âmbito municipal e estadual como um forte estímulo a retomada econômica.

Violência doméstica em face dos LGBTQI+’ A delegada de Polícia Meire Mansuet será uma das palestrantes da I Conferência Estadual de Direitos LGBTQI+ que terá ‘A FAMÍLIA’ como tema central. O evento realizado pela Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe (OAB/SE), por meio da Comissão de Direitos LGBTQI+, acontecerá nos dias 26 e 27 de novembro e transmitida ao vivo pelo youtube da instituição. Meire Mansuet falará sobre a ‘Violência Doméstica em face dos LGBTQI+’, a partir das 15h da sexta-feira, 27. Além da delegada, participarão desta live os advogados Paulo Lotti e Mariana Ganzarolli, Leandro Martins (do coletivo Renosp), o psicólogo João Jorge e a vice-presidente da OAB/SE, a advogada Ana Lúcia de Aguiar, que presidirá o debate.

Velhas crenças Meire ressalta a importância de se debater cada vez mais o tema junto a sociedade. “É necessário divulgarmos as leis, direitos e todas as informações corretas sobre a temática, para que não fiquemos reféns de velhas crenças. E assim, construirmos juntos um amanhã mais tolerante e mais pacífico para todos. Ainda temos muitos desafios para efetivação dos direitos conquistados. A luta é diária e seguimos buscando”, diz a titular da Delegacia de Atendimento a Crimes Homofóbicos, Racismo e Intolerância Religiosa (Dachri). Link do youtube da OAB: https://www.youtube.com/user/OABSE


V Xirê da Consciência Negra acontece entre os dias 24 e 26 de novembro A quarta edição do Xirê da Consciência Negra será realizada de maneira diferente. Por conta das restrições impostas pela pandemia, as atividades deste ano acontecem de forma virtual, entre os próximos dias 24 e 26, com debates e apresentações artísticas transmitidas por meio da página do Ilê Axé Alaroke no Facebook (@Alaroke), trazendo palestrantes renomados no país. A iniciativa, realizada em comemoração ao Dia Nacional da Consciência Negra – celebrado em 20 de novembro, é voltada a adeptos de religiões de matriz africana, pesquisadores, integrantes do movimento negro e demais interessados da sociedade civil na luta contra o racismo e a intolerância religiosa.

Empoderamento De acordo com Ramon Odé Kínikò, ogan do Alaroke que integra a equipe de organização do evento, o objetivo é compartilhar conhecimento e fomentar o empoderamento das comunidades tradicionais de terreiro. “É importante trazer o tema ao debate, pois a intolerância religiosa infelizmente ainda é uma realidade no país e está diretamente relacionado ao racismo. Porque nossa religião é de preto. Nossa crença vem dos povos originários de África. E é por isso que os adeptos das religiões de matriz africana são as principais vítimas desta intolerância”, explica.

Debate A Mesa de Abertura do evento, que acontece no dia 24, às 19h, traz para discussão a Filosofia Africana como Contributo para as Comunidades de Terreiros, com o doutor em Bioética e professor da Universidade de Brasília (Unb) Wanderson Flor; o doutorando em Filosofia Valter Duarte e o doutorando em Estudos Étnicos e Africanos João Mouzart. Às 21h30, será exibida uma apresentação musical do Afoxé DiPreto. Já no dia 25, a programação começa às 14h, com Comunicações Coordenadas sofre Artes Afrocentradas, com Breno Loeser, Díjina Torres, Lina Delé Nunes, Michelle Pereira e Mãe Mary. Às 19h, a mesa fica por conta de Juracy Júnior Xaguinandji, que é mestre em Ciências da Religião e babalaxé do Ilê Axé Alaroke; e do doutor em Política Social pela Unb Carlos Alberto Obá Moxeí, que vão tratar sobre Povos de Terreiro, Comunidade e Ancestralidade. A intervenção artística será do Mc e poeta Wesley Pardal.

Debate II No dia 26, o Xirê segue a partir das 14h, com apresentação de projetos e ações socioeducacionais desenvolvidos por terreiros de Sergipe e parceiros, com o doutor Ilzver Matos e a Comissão de Liberdade Religiosa da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Sergipe (OAB/SE). Dentre os projetos a serem mostrados estão A Escola Vai ao Terreiro (Ilê Axé Alaroke); Olope Griots, Oxê e Idará (Sociedade Omolàyié); Xangô Menino (Comunidade Ojú Ifá); Casa Mar Vai à Escola e Cine Omiró (Casa Mar); Preservando o Axé (Centro de Umbada Caboclo Tupy) e Mídia Livre Os Caatingas (Centro Cultural Erukerê).Às 19h, haverá uma Mesa para debater Educação Intercultural, Educação nos Terreiros e Protagonismo Negro, com a doutora em Educação Stela Caputo, que é coordenadora do grupo de pesquisa Kékeré UERJ, com crianças de terreiro; a doutora Vanda Machado, que criou o Projeto Político Pedagógico ‘Irê Ayó’ na Escola Eugenia Anna dos Santos, no Ilê Axé Opô Afonjá (Salvador/BA); o mestre em Ciências da Religião Ramon Odé Kínikò e o jornalista Tiago Rogero, vencedor do 42º Prêmio Vladimir Herzog (2020) com o podcast Negra Voz. Para encerrar, os participantes poderão acompanhar uma apresentação musical da percussionista Dani Baixa e um espetáculo de dança de Michelle Pereira.

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PELO ZAP DO BLOG CLÁUDIO NUNES – (79) 99890 2018

CEASA Aracaju – Sem fiscalização e  todos sem máscara De um leitor que esteve no CEASA no fim de semana: “Estive hoje pela manhã bem cedo no CEASA e constatei o quanto o aracajuano e o governo de Sergipe negligenciam a pandemia da sars cov 2 ou comumente chamada de Covid-19. No local, sem fiscalização nenhuma, muitas pessoas sem o uso obrigatório de máscara – a maioria dos permissionários principalmente; nenhum ponto de fácil visualização de totem de álcool gel; pias lavatórios, etc. Sinal que a segunda onda da pandemia vai encontrar um campo fértil naquele local. Observando que os aumentos de casos hoje vistos ainda fazem parte da primeira onda da contaminação pelo vírus. Isso retrata o quanto o sergipano não é empático e tão negligente com a sua saúde e a do próximo. Sergipe está jogado às traças, sem o devido cuidado da gestão pública a muito tempo! Sinais de um tempo perdido, que ainda se podia sonhar que o menor estado do país poderia traçar rumos de desenvolvimento, sustentabilidade orgânica, social, econômica e administrativa.”

Hospital Primavera – Sem atendimento aos protocolos de higienização de combate ao Covid-19 De um paciente, idôneo, que tem frequentado o Hospital Primavera, nas últimas semanas, para realizar exames: “A pandemia da COVID 19 passa ao longe do Hospital Primavera, em cuja portaria não precisa, mais, higienizar as mãos antes de entrar pela “cancela do matadouro.” Passo pelo constrangimento da absurda postura dos Gestores do Primavera que, não obstante conhecerem os protocolos de prevenção ao COVID 19. Venho reiteradamente cobrando dos gestores do Primavera que obedeçam os protocolos de saúde pública, mas parece que a tentativa de economia de álcool em gel tem falado mais alto!? Triste Sergipe! Terra de ninguém!!!”

Observatório de Sergipe De um leitor: “Até gostava de acompanhar o Boletim Covid-19 que o Observatório de Sergipe fazia, faz umas três semanas que não o vejo mais publicado no site. Será o que houve alguma censura? O Boletim detalhava os casos e trazia informações interessantes. Espero seja apenas um problema técnico.”

Os números, por Geninho – Jornalista DRT – 0002362/SE: ”Os números, assim como as cores, têm nuances que fazem com que os olhos enxerguem um mesmo ponto de maneira múltipla. No ranking do poderio ofensivo das seleções do Brasil que conquistaram Copas do Mundo, a de 1970 vem em 1º lugar, com a média de 3,17 gols/jogo. Por oportuno, lembramos que a Seleção de 70 foi a última da era Pelé. Foi também a única a ultrapassar a média de mais de 3 gols/jogo, em Copas do Mundo conquistadas. A 2ª colocada é a Seleção campeã do mundial de 1958, com 2,67 gols/jogo. Em 3º lugar vem a seleção brasileira pentacampeã em 2002, com 2,,57 gols/logo. Ocupando a 4ª colocação vem a seleção Bi—campeã mundial de 199622 com a média de 2,33 gols/jogo. Em 5º e último lugar a seleção tetracampeã de 1994, com a média de 1,56 gols/jogo. Que análise podemos fazer com estes números? Várias, claro! Uma delas é a que, com Pelé “em campo”, nenhuma seleção outra brasileira, claro, em Copas do Mundo conquistadas, teve maior poderio ofensivo. Fosse hoje, os números do “Negão” contribuiriam para que ele fosse, não só trilionário, como vencedor de prêmios os mais variados.”

 

Da série de fotografias do cidadão Wanderson Andrade: https://www.instagram.com/p/CH6GpREjltd/?igshid=1j1z2qacw1kro Anderson David,, 40 anos, catador de mateerial reciclável, católico, ganhaa pouco menos de  US$ 6 por dia, vendendo o material que coleta…



PELO E-MAIL nunesclaudio@infonet.com.br E FACEBOOK


OPINIÃO


A lição que explica o fim da era FH em Socorro. A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.

Um artigo que viralizou nas redes sociais do município de Socorro e na Grande Aracaju. O autor não quis assinar o texto.


Um radialista eloquente, um ótimo comunicador que decidiu trocar o rádio pela política partidária e se eleger em 2004 como o vereador mais bem votado de Aracaju, um fenômeno eleitoral. Numa carreira meteórica, mudou seu domicílio eleitoral e se elegeu prefeito de Nossa Senhora do Socorro em 2008. Quatro anos depois conseguiu sua reeleição e fez da mulher Sílvia a deputada mais bem votada de Sergipe. Seu sonho maior, ser o governador de Sergipe e suceder Marcelo Deda. Uma inspiração que deveria seguir, mas não o fez.

Entretanto, uma carreira política sólida se constrói com atos e palavras, compromissos e ética, correligionários e amigos, gratidão e lealdade. Sem esses requisitos, o político está condenado ao isolamento social, distanciamento dos amigos, e decepção dos eleitores. Tudo o que foi plantado por ele será colhido num curto espaço de tempo, e o resultado do que foi feito e do que deixou de se fazer, aparecerá um dia nas urnas. Fato inevitável.

Essa é a triste história do deputado federal Fábio Henrique, que enganou uma legião de políticos experientes, abandonou correligionários, deu as costas a líderes comunitários e fez promessas mirabolantes aos eleitores de Nossa Senhora do Socorro, durante seus dois mandatos de prefeito. Em 2018, Fábio se elegeu com uma votação pífia, como se fosse o último suspiro antes da morte política. Apesar da resposta do povo, não entendeu o recado e insistiu na disputa para a Prefeitura em 2020, imaginando que ainda era um líder promissor, quando iniciou a trajetória como vereador de Aracaju.

Tudo o que Fábio Henrique plantou, as coisas que ele semeou, os acordos que ele deixou de cumprir, hoje ele está colhendo um fruto com um gosto bem amargo. FH sentiu isso quando tentou entrar no Guajará, no Rosa de Maio, no conjunto Jardim, na Piabeta e foi expulso pelos moradores. Sem dinheiro para fazer uma campanha forte e competitiva, sem apoio dos partidos aliados, sem a força dos líderes políticos que ele os enganou, e sem a fé em Deus e a simpatia do povo, Fábio se viu derrotado logo no início da campanha. Seus aliados de plantão sinalizavam que o ex-prefeito não era mais o mesmo, já não empolgava as multidões e não era aquele milionário de votos que Socorro um dia conheceu.

Esse mandato de deputado federal é uma espécie de pena de prestação de serviços comunitários. Fábio Henrique foi condenado a cumprir seu último mandato eletivo, porque o ciclo FH acabou. Se ele não sabia, acabou conhecendo na prática que as urnas falam. E a vontade popular o colocou em 3º.lugar na disputa pela Prefeitura de Socorro, atrás de padre Inaldo e de Dr. Samuel Carvalho.

Fatalmente Fábio não conseguirá em 2022 sua reeleição a deputado federal, mesmo porque, não terá mais o apoio e confiança de: Jackson Barreto, Belivaldo Chagas, Rogério Carvalho, Almeida Lima, Laércio Oliveira, André Moura, Bosco Costa, Maria do Carmo, Albano Franco, todos enganados por ele, e ainda por cima, não terá o respaldo dos eleitores de Socorro. É lamentável, porém, é verdade, essa é uma lição bíblica que cabe na medida da vida política. “A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”.

OPINIÃO



João Alves Filho por Antonio Samarone, médico sanitarista

Relendo a história política de Sergipe, dos últimos duzentos anos (1820 – 2020), poucos são os líderes que deixaram marcas duradouras.

Quais foram os estadistas, os que governaram para o futuro e saíram da mediocridade?

Quantos merecem uma biografia, sem precisar encomendar?

Correndo o risco de deixar alguém de fora, pela pressa, identifiquei apenas seis grandes líderes políticos em Sergipe: Sebastião Gaspar de Almeida Boto (o primeiro), João Gomes de Melo (Barão de Maruim), Olímpio Campos, Augusto Maynard, Leandro Maciel e João Alves Filho.

Cada um a seu modo e ao seu tempo!

O engenheiro João Alves Filho ingressou na política, nomeado Prefeito de Aracaju (1975 – 1979), pelo Governador José Leite. João Alves rompeu as cercas provincianas do Aracaju, preparando a cidade para a explosão imobiliária. Aracaju ganhou ares de Capital.

Fruto do trabalho realizado em Aracaju João Alves chegou ao Governo de Sergipe em 1982, com 76% dos votos. Uma novidade: eleições diretas depois da longa noite da ditadura.

A dança das oligarquias dos senhores de engenho, sofreu uma inflexão. Um empresário urbano, sem origem familiar na nobreza sergipana, chegou ao poder, pelas vias democráticas.

João Alves Filho governou Sergipe por três vezes, foi Prefeito do Aracaju por duas (uma nomeada e outra eleita) e Ministro do Interior no Governo Sarney.

Independente das discordâncias ideológicas e políticas, da convicção socialista, dos meus princípios e crenças de esquerda, prezo pela honestidade intelectual: João Alves Filho foi o maior nome da política sergipana no final do Século XX.

Nunca votei, nem apoiei João Alves. Nunca prestei serviços aos seus governos. Nunca gozei da sua amizade, nada disso, o meu registro é isento de paixões.

Numa análise objetiva, João Alves acertou bem mais do que errou, em suas passagens pelo Poder em Sergipe.

Quem quiser tirar Sergipe desse atoleiro dos últimos anos, precisa respeitar a memória de João Alves Filho. Um liberal conservador que colocou o Estado à serviço do desenvolvimento.

A infraestrutura de estradas, água, saúde, cultura, educação, turismo, agricultura em Sergipe possuem a marca dos Governos de João Alves Filho.


PELO TWITTER


www.twitter.com/bbcbrasil AbelhaCientistas acreditam que esse novo mapa pode ser um passo importante para a conservação das abelhas, fundamentais para nossos ecossistemas.

 



www.twitter.com/BlogdoNoblat Mário do Resgate, candidato derrotado em Barreiros, na Bahia, agradece os votos que teve.



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Frase do Dia
“Diz um antigo provérbio: censuram quem se mantém calado; censuram quem fala muito;; censuram quem fala pouco, neste mundo ninguém está livre de censuras.” Frases budistas.

https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-11/papa-francisco-libro-tres-solidoes-minha-vida.html

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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