Para Jackson Sintese é nazista.Ana o acusa de traidor.O que diz o PT?

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(foto SEnotícias)

“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

Quem acompanha os acontecimentos políticos e administrativos em Sergipe nos últimos 10 anos pode confirmar que tanto a deputada Ana Lúcia, como o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese), são firmes tanto na defesa de pontos de vistas em que acreditam quanto nas posturas diante dos governantes de plantão.

Não passaram incólumes aos protestos de Ana e seu grupo nenhum governo seja de que partido fosse: Albano Franco, PSDB, (1995-2002), muito menos João Alves Filho, DEM, (2003-2006), nem mesmo Marcelo Deda, do PT (2007-2013), foi poupado das críticas. Não seria diferente com Jackson Barreto. Mas diferente de seus antecessores, Jackson não deixava por menos e partia para cima, ironizava, desqualificava e sempre preferiu o enfrentamento. Pagou para vê, e viu.

Quando Lula veio a Sergipe, professores protestaram em um evento em Nossa Senhora da Glória e foram taxados por um Jackson transtornado pelas vaias dizendo que o Sintese e os professores eram “Nazistas, mentirosos e uma máquina de eleger candidatos.” Na época. o Sintese respondeu rapidamente. Pois bem. Na última quarta-feira, 23, teve mais um round desta batalha. Ana aproveitou o evento na sede de seu partido e, literalmente, expulsou Jackson do recinto. Depois do episódio, as redes amplificaram as vaias e instantaneamente todo o estado já tinha conhecimento e a guerra de versões atraíram a atenção dos curiosos. Virou quase uma guerra de torcida cujo time é, ou, era o mesmo.

Do lado de Ana Lúcia seus defensores usavam justamente todos os motivos que causaram todas as greves e manifestações durante o governo de JB: “ele enquanto governador atrasou o salário dos aposentados, equiparação do piso salarial conforme a lei, obedecendo a carreira, apresentamos as propostas, escolas melhores, educação de qualidade, apresentamos um projeto de escola democrática e popular”. Os professores não esquecem o peso da palavra nazista a eles atribuída por Jackson.

Já o aparato governamental deixou o viés político e rebaixou o debate para o lado pessoal. Teve secretário chamando os militantes petistas de “asseclas”; assessores sendo solidários a JB e desqualificando Ana Lúcia por sua idade e por ser mulher. Outros a acusavam de ser ingrata por se “beneficiar” do governo, mas criticar o ex-governador. Teve protestos, mas teve calúnias e inverdades. Uma rápida passagem nos grupos de cúpula partidária os palavrões direcionados a Ana são impublicáveis. Um festival de baixaria, ataques, machismos e misoginia.

Sem querer entrar no mérito, mas compreendendo a importância do sindicato dos professores e as contribuições que a deputada petista e sua tendência deu nos últimos anos ao Estado, é imperioso que a direção do PT se manifeste reprovando este festival de preconceito contra sua militante e pedindo moderação e respeito.

Em tempos de ódio e intolerância um partido que se reivindica de esquerda relativizar posturas agressivas a uma militante e uma categoria às custas de um acordo eleitoral coloca o partido na vala comum de todo o espectro partidário.

Caso se porte com tamanha covardia, o PT vai referendar o que disse Jackson: uma direção que se resume a “um grupo de quatro gatos pingados e inexpressivos” que só pensam nos espaços de poder.

A coerência de um Líder No calar da noite aparece uns murmurinhos da coerência de um líder. Após tanto vexame, o líder murmura confidências: “Sairei do páreo, renuncio minha candidatura, me tornarei um verdadeiro líder”. Verdade que a história não se repetirá, isto é amadurecimento. De quem será estas confidências?

Jackson diz que se abrir a boca sobre os contratos do transporte escolar a casa cai… O ex-governador e candidato ao Senado Jackson Barreto (MDB), em entrevista concedida ao radialista Waldson Diniz, na Rádio Juventude FM de Lagarto, denunciou que existem graves problemas envolvendo os contatos envolvendo o Estado e os Municípios na área do transporte escolar.

Qual tipo de ilegalidade? Questionou o radialista Ao ser questionado pelo comunicar o porquê dos atrasos nos repasses dos recursos para o transporte escolar da Rede estadual, Jackson foi taxativo e disse que os contratos são burlados e se ele abrisse a boca prejudicaria muita gente. O radialista insistiu para que Jackson fosse mais claro sobre que tipo de ilegalidade haveria nos contratos, mas ele tergiversou e começou a rir.

Jackson se disporia a falar à PF e à CGU? Será que JB não se disporia a falar à PF e à CGU que deflagraram em 16 de agosto a Operação Marcha à Ré que apurar esquema de desvios e irregularidades na aplicação de recursos públicos destinados ao Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate), no âmbito da Rede Estadual de Ensino?

Cinform comprova que governo continua dando calote A edição eletrônica do semanário

Capa do jornal eletrônico Cinform desta semana

Cinform traz uma extensa matéria em que detalha as dívidas existentes nestes 100 dias de Belivaldo Chagas. Segundo a publicação, as cifras já somam mais de R$ 20 milhões que vão desde falta de pagamento às empresas de segurança que prestam serviços aos órgãos estaduais, mensalidades atrasadas à empresa de aluguel de aeronaves de pequeno porte, e até os proprietários do Taj Mahal estão desde abril sem rebeber os valores correspondentes ao aluguel. A cada dia os problemas só se agigantam. Tempos difíceis para os sergipanos.

Sukita fazendo campanha de helicóptero Enquanto aguarda o registro da candidatura oficial ou a impugnação por conta dos vários processos, o ex-prefeito de Capela, Sukita, faz campanha de helicóptero percorrendo vários municípios. Fica a pergunta: será que a Justiça eleitoral está monitorando todos estes voos e fará a comparação com a prestação de contas dos gastos da campanha? E para saber a origem de tudo? Perguntas que não ofendem ninguém!

Em defesa do RJU, Guilherme Boulos assina carta de compromisso do SINDISCOSE “De acordo, nossa campanha assume o compromisso com a categoria”. Escreveu Guilherme Boulos, candidato a presidência da República pelo PSOL, durante almoço com sindicalistas realizado na tarde desta quinta-feira, 23, no centro de Aracaju (SE). Leia a carta.

Concurso para soldados da PMSE Estimulados pelo deputado estadual Capitão Samuel, uma Comissão de candidatos prejudicados no fatídico concurso para soldado da PMSE foram expulsos ontem, 23, à tarde, do gabinete do Secretário de Estado de Planejamento com uma “portada na cara” mandando que eles se “virassem” e procurassem a Justiça. Além da falta de diálogo, de um governo que se diz democrático outro ponto chama a atenção: será que o deputado está se aproveitando de “jovens leigos” para se beneficiar politicamente pensando na quantidade de votos de 69 mil inscritos que serão abandonados após o pleito eleitoral?

Palanque eletrônico indica tom dos candidatos Embora a campanha eleitoral na TV e no rádio só comece na próxima semana, os palanques eletrônicos já estão armados. Entrevistas, espaços nas mídias e atuação nas redes sociais concentra e monopoliza debate público na política partidária. Por isto já é possível vislumbrar o tom do discurso dos candidatos durante a campanha.

Surpresas Dos três mais bem pontuados nas pesquisas de intenção de voto (Valadares, Amorim e Belivaldo) e os dois intermediários (Emerson Ferreira e Mendonça Prado) se espera o óbvio. Mas as duas surpresas são Milton Andrade e João da Tarantella. O primeiro por seu discurso uniforme, retilíneo e racional o jovem candidato demonstra conhecimento de gestão e pode galgar uma boa parcela do eleitorado.

Acusações previamente ditadas Na contramão disso, Tarantella parece que reproduz acusações direcionadas a seus adversários previamente ditadas para ele falar em público. Sem nexo, sem razão e parecendo uma metralhadora giratória ele mira a tudo e não acerta ninguém pela ausência de argumentos sustentáveis. Parece que a candidatura de Tarantella vai acabar em pizza.

Hospital Regional de Itabaiana: politicagem e desrespeito Não que os gestores do Hospital Pedro Garcia Moreno Filho, conhecido por Hospital Regional de Itabaiana, concordem com casos de interferência política nos atendimentos, mas é escandaloso o número de políticos e cabos eleitorais que usam do prestígio com determinadas autoridades para furar a fila e determinar, isso mesmo, determinar, que seus apadrinhados tenham prioridade na hora da consulta, de exames e outros procedimentos médicos.

Hospital Regional de Itabaiana: politicagem e desrespeito II Seja da cidade ou de outros municípios, a senha para deixar quem chegou primeiro para trás e ser atendido é informar que vota e apoia certo candidato a deputado estadual. Aí as atendentes e demais profissionais são forçadas a deixar de acompanhar quem já estava lá para se deslocar para o pleito apresentado pelos amigos do rei. São muitas cabeças usadas para alaranjar o hospital público que deveria ter um atendimento com isonomia e equidade. Seria bom o MP dá uma passadinha lá.

“Meia boca” na recuperação dos calçadões do centro de Aracaju E quem passa diariamente pelos calçadões do Centro de Aracaju já observou que a reforma que a prefeitura vem realizando, através da Emurb, de recolocação das pedras portuguesas é uma verdadeira “meia boca.” Parece que não sabem colocar as pedras do jeito certo. Segundo um engenheiro não se usa cimento nas pedras portuguesas, mas não é qualquer um que sabe colocar da forma correta.  No outro dia as pedras colocadas no dia anterior se soltam. Serviço de má qualidade.

Reflexão do leitor Ailton Rocha “Para Rui Barbosa nós precisamos de salvação, não de salvadores. Triste de um povo que precisa de heróis. Nós temos direito de um governo honesto e é dever do governante ser. Temos que acreditar e fortalecer as nossas instituições. É preciso distinguir ensino de educação. Quem educa é a família e quem ensina é a escola. Ambas exercem um papel fundamental na construção de uma sociedade mais solidária e cidadã (é por aí que começa a nossa salvação na transformação do nosso país sob um olhar coletivo e governança da sustentabilidade).”

Será quem o empresário Lomes Nascimento tinha razão? Belivaldo tem um quê de ACM? Numa recente entrevista na Jovem Pan, Belivaldo Chagas foi questionado pelo concessionário e empresário Lomes Nascimento se a forma dura de gerir o estado do Galeguinho seria semelhante à forma “ACM de Governar”, referindo-se aos modos truculentos como o ex-governador baiano passou a ser conhecido pelo tratamento dispensado aos seus arqui-inimigos.

Será quem o empresário Lomes Nascimento tinha razão II O que era brincadeira parece se confirmar. Em vídeo gravado no celular, um trabalhador da termoelétrica, situada no município de Barra dos Coqueiros, que está em greve há quase 15 dias afirma que está sendo intimidado por pessoas que se dizem policial à paisana e o segue até no transporte que traz os trabalhadores para o local de trabalho. Se for verdade, em pleno século XXI um governo se intrometer em assunto de empresa privada e perseguir trabalhador é algo que nem mesmo Toninho Malvadeza seria capaz de fazer. Os tempos mudam, as pessoas também. O vídeo com o trabalhador da termoelétrica denunciando a PM de Belivaldo:

Diferença entre liberdade de imprensa e uso da máquina pública Que todo cidadão tenha o direito de escolher os candidatos em quem votar é cláusula pétrea. Mas o que dizer das pessoas que trabalham o dia inteiro em órgãos públicos e no fim do expediente são “orientadas” a fazer panfletagens e bandeiraços nos cruzamentos e sinais da capital? Isto já começa a acontecer em alguns órgãos.

Ameaças veladas Esta semana cargos comissionados lotados na educação foram “intimados” a participarem de manifestações a favor do candidato Belivaldo Chagas. E ai de quem não for porque a caça as bruxas e as ameaças são veladas e manifestas. Isto não é uso indevido da máquina? O que será? Alô, alô Mistério Público, seria interessante umas rondas nos fins de tarde para apurar estes atos que ocorrem ao arrepio da lei.

Justa homenagem ontem, 23, na Câmara de Aracaju

Justa homenagem Na tarde  de ontem (23), o diretor presidente da Fundação Aperipê, Chiquinho Ferreira, esteve na Câmara de Vereadores da capital, participando da entrega do título de cidadão aracajuano ao radialista Flávio Lima. Durante a solenidade, Flávio ressaltou o trabalho que faz na Rádio Aperipê, com o programa Sabatina Musical. Parabéns, Flávio Lima, a voz metálica do rádio.

 

TSE coíbe pedido de voto dentro de templos (Valor) Uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acendeu um alerta para os candidatos que pretendem misturar política com religião. Na terça-feira, a maioria dos ministros da corte entendeu que pedir votos durante atos religiosos pode configurar abuso de poder econômico. A participação de políticos em cultos e missas é comum no período eleitoral, mas a decisão do TSE mostra que os candidatos precisarão ter clareza acerca dos limites que a legislação impõe na hora em que decidirem transformar púlpitos em palanques.

“Dar uma palavra” No início da semana, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) publicou um vídeo em sua conta no Twitter participando de um culto na Igreja Batista Atitude, frequentada por sua mulher Michelle. Na ocasião, o pastor Josué Valandro Jr. disse que deixaria Bolsonaro “dar uma palavra” aos fiéis por que ele era candidato a presidente e que se outros postulantes ao cargo viessem à igreja, faria o mesmo.

Legislação proíbe Pela Lei 9.504, de 1997, é proibido fazer propaganda eleitoral “nos bens de uso comum”. Como templos e igrejas são locais públicos, a interpretação é que eles se enquadram nessa norma. Em situações como essa, cabe ao Ministério Público Eleitoral (MPE) avaliar se houve alguma infração da legislação e, eventualmente, aplicar multas por propaganda eleitoral irregular. No caso de Bolsonaro, até agora não foi aberto nenhum procedimento para apurar a conduta do candidato do PSL.

Campanha MPE Nacionalmente, não houve uma instrução normativa do MPE sobre a participação de candidatos em atos religiosos, mas as procuradorias regionais de diversos Estados produziram recomendações nesse sentido. No caso do Amapá, o Ministério Público fez uma campanha nas redes sociais no estilo de literatura de cordel, cujo mote foi “Nenhuma Religião Combina com Eleição.”

Política em família é uma tradição sergipana, mas só agora causa espanto Conveniência é uma palavra tão presente, mas tão presente no meio político que chega a ser um método, uma forma secular de agir sutil ou escancaradamente conforme os fatos e a ocasião. A falsa polêmica agora é a as relações familiares na politica sergipana. Sinceramente não é de hoje que clãs tradicionais como Franco, Alves, Teles de Mendonça, Moura, Reis, Ribeiro, Mitidieri, Barreto, Valadares, Passos, Andrade, Azevedo, Fonseca, Sobral, e outros se revezam em cargos.

Nestas eleições a tradição se mantém O deputado estadual Luiz Mitidieri desistiu da candidatura, mas lançou sua filha Maísa a sucessão e o filho Fábio que disputa a reeleição à Câmara Federal. Fábio Reis é neto de Artur do Gavião de linhagem lagartense. Da terra de Sílvio Romero também deriva os Ribeiro, cujo Gustinho é hoje o maior expoente. Convenhamos que até o sobrenome Déda tem tradição de ocupação de espaço de poder seja no judiciário e outras instituições. Este ano, Eliane Aquino, viúva do ex-governador Marcelo Déda, vai manter a linhagem na politica com sua candidatura a vice-governadora. Então, em nome do bom senso e sem se deixar por factoides meramente eleitoreiros. é melhor convencer o eleitor com propostas e resolutividade.

Carta de intenções para beneficiar o desenvolvimento empresarial

Carta de Intenções O superintendente da Fecomércio, Maurício Gonçalves, em companhia dos membros da Câmara do Jovem Empreendedor da Fecomércio, Lúcio Flávio e Fred Braga, se reúnem com os representantes do Banco do Nordeste, o superintendente Antônio César e o gerente João Eudes. Na pauta, uma carta de intenções para o desenvolvimento empresarial sergipano, com vistas no fortalecimento do empreendedorismo local. O banco está colocando à disposição linhas de crédito especiais para os empresários do estado.

Pedagogia Hospitalar A Câmara de Vereadores de Aracaju aprovou ontem, 23, por unanimidade, o recurso impetrado por Lucas Aribé (PSB) contra a rejeição ao Projeto de Lei nº 101/2018, de sua autoria, que institui o Programa Pedagogia Hospitalar Humanizada na capital. Voltado para crianças, adolescentes e adultos matriculados na rede municipal de ensino, que estão hospitalizados em unidades conveniadas ao SUS, o projeto de lei busca garantir o atendimento pedagógico educacional apoiado em atividades continuadas da escola de origem dos pacientes.

Plenário A Comissão de Justiça da Câmara rejeitou o projeto sob a alegação de que gera despesas para os cofres públicos do município. Agora, com a aprovação do recurso, o PL segue para a próxima comissão temática, a ser escolhida pelo presidente da Casa, Josenito Vitale (PSD). E ainda que haja parecer contrário, vai a votação em plenário.

Especialistas “A rejeição da Comissão de Justiça não corrobora com o que dizem os especialistas da área de educação e saúde. Pior do que isso, coloca as despesas num grau de importância muito maior do que a saúde e a vida dos estudantes que sofrem em situação de internamento hospitalar, precisam continuar os estudos, carecem de estímulo para lutar contra doenças que geralmente são graves. Lutarei até a última instância pela aprovação deste projeto”, comenta Lucas Aribé.

Parceria De acordo com o PL, o programa deve ser implementado por meio de uma parceria entre as secretarias municipais de Educação e Saúde. Em cada hospital participante deve haver pelo menos um pedagogo capacitado em programa educacional de inclusão do Ministério da Educação. Este educador desenvolverá atividades curriculares para os estudantes impossibilitados de frequentar a escola.

Jucese e Adema discutem simplificação de licenciamento de empresas Trabalhando continuamente para melhorar o ambiente de negócios sergipano A Junta Comercial do Estado de Sergipe (Jucese), em reunião, apresentou ao diretor-presidente da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), Gilvan Dias, o Portal de Serviços Agiliza Sergipe com o objetivo de integrar o órgão ambiental no espaço virtual que agrega entes públicos envolvidos no registro, na legalização de empresas

Adesão do órgão ambiental ao Portal Agiliza Sergipe desburocratizará mais ainda abertura de empresas Criado com a finalidade de desburocratizar a abertura de empresas no Estado, assim com a alteração e a baixa, o Agiliza Sergipe – interface estadual do projeto Rede Nacional para a Simplificação do Registro e Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) – já conta com a Junta Comercial, Receita Federal, 48 Prefeituras Municipais (Setor de Tributos e Vigilância Sanitária), Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), Vigilância Sanitária Estadual e Corpo de Bombeiros.

Novos negócios “A entrada da Adema, importante órgão de licenciamento, contribuirá mais ainda para o desenvolvimento de um ambiente propício ao surgimento de novos negócios em nosso Estado, visto que diminuiremos etapas, tempo gasto para que o empreendedor sergipano obtenha a licença ambiental de uma empresa”, destacou o presidente da Jucese, George da Trindade Gois, na reunião, na última segunda-feira, 20.

Importância Na visão de Gilvan Dias, a integração da Adema ao Agiliza Sergipe é de suma importância. “Acredito que talvez é o que está faltando na Adema para que possamos ter maior agilização dos processos e facilitar a vida daqueles que procuram o órgão ambiental licenciador para abrir seus empreendimentos”, ressaltou.

Sergipano no CNE Através da Portaria 263 de 22 de agosto de 2018, do Ministério do Esporte, o secretário Antônio Hora Filho, foi nomeado para compor o Conselho Nacional de Esporte (CNE), na qualidade de membro representante titular do Fórum Nacional de Secretários e Gestores Estaduais e Lazer. Trata-se de um fato marcante, uma conquista inédita para o esporte sergipano.

Sergipano no CNE II Antônio Hora vai se juntar a nomes importantes e significativos do esporte brasileiro como Ana Moser, Lars Grael, Jair Ventura Filho, Bernard Rajzman, entre outros, pessoas responsáveis pela implantação, acompanhamento e execução das políticas públicas de esporte no Brasil.

Erbase Na quarta-feira, 22, o diretor-presidente da construtora JFilhos, Evislan, participou da abertura da XVII Escola Regional de Computação Bahia – Alagoas – Sergipe. Sob a organização do Instituto Federal de Sergipe, com apoio da Universidade Federal de Sergipe e Universidade Tiradentes, Aracaju está recebendo a edição 2018 do evento e a JFilhos é uma das incentivadoras da Erbase. O sócio-diretor da construtora, Evislan Souza, participou da abertura.

 JFilhos apoia “A JFilhos fica feliz em participar desse grande evento como agente incentivador. Temos a visão do que o estudo e o desenvolvimento acadêmico-tecnológico podem proporcionar ao mercado de trabalho. Sabemos da dificuldade que é atrelar a academia com as necessidades do mercado de trabalho. Por isso, nós que fazemos a JFilhos reconhecemos esta relação e investimentos no desenvolvimento acadêmico para quebrar esta Barreira”, afirmou Evislan. 

Tema A ERBASE é promovida em conjunto com a Sociedade Brasileira de Computação, uma das maiores sociedades científicas do país de atuação diversa em questões nacionais relativas à informática. O tema desta edição “COMPUTAÇÃO, SUAS FACETAS E CORRELAÇÕES” procura lidar com a atual e crescente presença da Computação em diversos artefatos de negócios e o seu impacto na sociedade, onde objetos e pessoas a utilizam de uma maneira sem precedentes. 

Estágio JFilhos “Ao fim das competições, os melhores trabalhos desenvolvidos na Erbase terão parceria da JFilhos. Os competidores terão oportunidade de estagiar na construtora para atuar no desenvolvimento tecnológico da nossa empresa”, destacou Evislan Souza.

  

PELO ZAP DO BLOG CLÁUDIO NUNES – (79) 99890 2018

Estado de letargia em Sergipe Pelo zap, Tito Prado: “Quando um Estado perde a sua capacidade de pagamento e como consequência a de pagamento, gera esse estado de letargia. É triste a situação a que chegou o Estado de Sergipe. Vai piorar em função do uso do Caixa do Estado nessas eleições na nomeação de cargos comissionados. O Caixa vai inchar e a consequência será falta de liquidez para os contratos.”

Rogério não empolgou a militância: mirou os “golpistas” e acertou seu palanque Pelo zap, de um petista histórico: “Bem que Rogério Carvalho tentou empolgar o publico presente à inauguração do comitê de sua coligação mas as reações foram bem mornas. O feedback entre o discurso acalorado de Rogério e as pessoas embaixo do trio na Barão de Maruim foi xoxo, bem xoxo. Foi aí que ele teve aquele estalo para ganhar a atenção: atirar para todos os lados. Sobrou para os Valadares, Eduardo Amorim e seu irmão Edvan, e o alvo preferido: André Moura. Para Rogério são todos golpistas. Ressentido ainda com a derrota de 2014, o ex-secretário de Saúde do Estado volto a insinuar que há uma cadeira no Senado vazia, uma referência à senadora Maria do Carmo, cuja derrota para a demista ainda não foi superada e a quem acusa de ser pouco participativa nas ações parlamentares. Rogério só esquece que muitos dos aliados do presidente cujo título de golpista é rotina no vocabulário governista está na sua coligação, no seu palanque, na sua cola nas disputas que trava. Se liga, Rogério!”

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ARTIGO

A febre do novo. Por Antonio Samarone

Li os programas e assisti ao debate entre os candidatos ao governo de Sergipe. Estou

(Foto/Blog de Samarone)

convencido: todos querem mudar tudo e passar Sergipe a limpo. As perguntas e as respostas são as mesmas, independente da coloração ideológica. Formou-se um grande consenso. As ideologias foram temporariamente sepultadas. Como dizia o Velho: “Tudo o que era sólido se desmanchou no ar”.

Jornalistas e plateia puderam perguntar aos candidatos. Quem esperava novidades quebrou a cara, o mesmo senso comum, as mesmas obviedades. A sensação é que os que nos botaram nessa enrascada não estão mais por aqui. Uma pessoa que há pouco era Secretário de Segurança se apresenta detonando a segurança pública, e vai fundo, diz que sabe como resolver.

Tem de tudo. De gente que está na política há 30 anos e que já ocupou todos os cargos, a quem nunca teve a menor experiência. O que eles têm em comum? A crença que são o novo, e que a história vai recomeçar com eles. Os diagnósticos sobre a realidade são peremptórios: estamos diante do caos, nada funciona… Alguns insistem que estão na disputa política, mas que não são políticos. Outros assume que são políticos, mas tão novos e diferenciados, quem nem parecem políticos.

Tem candidato que acredita possuir saídas técnicas para todos os problemas. Não se intimida. Está convencido que vai resolver. O desemprego, as drogas, o sarampo, a evasão escolar, estão com os dias contados. Chegou a dizer que vai criar 10 mil empregos com a reciclagem do lixo, e parecia acreditar.

O mercado das ideias está desabastecido. Qualquer que seja o problema, saúde, segurança, desemprego, as saídas são parecidas. A profunda diversidade entre os candidatos é unificada nos projetos e nas ideias. Todos enxergam a mesma saída. Nada que um defenda que o outro não possa defender. Claro, com exceção de algumas excentricidades.

Todos são novos, ninguém defende o que existe. Nem o candidato que o seu grupo está no governo há 12 anos defende o governo. O programa de Belivaldo faz duras críticas ao governo Belivaldo. É como se dissesse: me suportem até 31 de janeiro, que a partir de 2019 começa um novo mundo, cheio de mudanças e de soluções. E o mais grave, Belivaldo acredita que ele próprio será outro em janeiro. O réveillon será um rito de passagem.

Mas as eleições estão chegando e precisamos votar. Cada um faça a sua escolha. Eu já decidi: não voto em candidatos envolvidos em ladroagem, nem em quem já teve oportunidades de mudar e não mudou, nem em salvadores da pátria, nem em quem acredita que só ele é puro, nem em quem pensa que tem a solução para tudo. Tenho receio dos “não políticos”, me cheira a oportunismo ou ingenuidade.

Estou convencido, pode demorar, mas vamos sair do atoleiro.

Nota pública

Com relação a ação do Ministério Público do Estado de Sergipe pedindo a nulidade, na fase de inspeção de saúde, de exame de Sorologia para HIV para o provimento de cargos no Corpo de Bombeiros e Policia Militar a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) presta os seguintes esclarecimentos:
O entendimento da Procuradoria Geral do Estado e da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão é que a exigência de exame de sorologia para HIV visa apenas atestar a capacidade física dos candidatos que pretendem ingressar na Polícia Militar e Corpo de Bombeiros;
 O simples fato do candidato ser infectado pelo vírus HIV não faz dele inapto para o cargo, sendo necessário a análise de cada caso em concreto, através de laudo médico;
Assim sendo, não se trata de exame violador de direitos fundamentais, mas de um exame com o objetivo de atestar a capacidade física do candidato, como todos os outros previstos no edital, como o Teste de Aptidão Física (TAF) e o psicológico;
Há uma necessidade de capacidade física para um policial e bombeiros desempenhar suas funções na defesa da sociedade, portanto, não se pode admitir o ingresso de um candidato nos quadros da PM e Bombeiros com alguma enfermidade em um estado avançado;
Exames de sorologia HIV são pedidos em concursos da Polícia Militar de outros estados, a exemplo da Bahia e Minas Gerais. Minas, inclusive, solicitou em edital de concurso o exame de hepatite B e C, que são sexualmente transmissíveis; e o concurso da PM da Paraíba e São Paulo chegou a pedir exames de doenças sexuais transmissíveis;
O referido exame só será pedido para os candidatos que forem aprovados para fazer o curso de formação para o ingresso na PM e Corpo de Bombeiros, ou seja, somente após a finalização de todas as fases do concurso público;
Por fim, a exigência do exame sorológico de HIV nos termos previsto no edital está fundamentado no parecer da Procuradoria Geral do Estado com base na Constituição Federal, art. 10, § 4º, da Lei nº 2.066, de 23 de dezembro de 1976;
Rosman Pereira
Secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão

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www.twitter.com/ayres_britto Minha razão é cheia de si, meu coração é cheio de mim. Prefiro-o.

www.twitter.com/lasliborio Imaginem o Bolsonada, o capitão batata, numa guerra. – Não vou mais participar das batalhas, meus inimigos querem me pegar. Tô com medo…

www.twitter.com/zeantoniolima Por motivos profissionais, fiquei três semanas em cinco grupos de apoiadores de Bolsonaro. Posso afirmar que tratam-se, em larga medida, de cultos à morte. As pessoas vibram com imagens de linchamentos e execuções policiais. É o horror

www.twitter.com/jrobertotgomes Missão impossível: este candidato se autodestruirá em 5 segundos…

www.twitter.com/ValadaresPSB O fechamento da Fafen vai gerar desemprego e alta no preço dos alimentos. A carestia prejudica a população, notadamente porque a importação de nitrogenados ficará inviável para a produção agrícola com o dólar acima de R$ 4,00. Um crime contra o Brasil.

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Frase do Dia
“Não sou nem otimista, nem pessimista. Os otimistas são ingênuos, e os pessimistas amargos. Sou um realista esperançoso. Sou um homem da esperança. Sei que é para um futuro muito longínquo.Sonho com dia em que o sol de Deus vai espalhar justiça pelo mundo todo.” Ariano Suassuna.

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