Protocolo De Kyoto

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Existe agora um forte consenso sobre a necessidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa para proteger o clima global.

 

O Protocolo de Kyoto, que entrou em vigor em fevereiro de 2004, ratifica cortes nas emissões de dióxido de carbono e cinco outros gases em 35 nações industrializadas até 2012, em um esforço para controlar os efeitos do aquecimento global. Os Estados Unidos rejeitaram o acordo.

 

De acordo com o Protocolo de Kyoto, a meta de redução de emissão de gases poluentes responsáveis pelo efeito estufa é diminuir em 5,2% em relação aos níveis registrados em 1990.

 

Entre os países desenvolvidos há um consenso de que não levarão os compromissos adiante até os alvos do mundo em desenvolvimento também fossem considerados. Já os países em desenvolvimento, por outro lado, não aceita mais compromissos. Este é o ponto crucial do debate.

 

O impasse entre ricos e pobres tem estado no âmago das conversas sobre clima desde que elas iniciaram. Os países ricos concordaram em tomar as rédeas dos cortes de emissões, mostrar seriedade e dar exemplo, na esperança de que os países pobres conquistassem alvos próprios na próxima etapa. Mas as nações em desenvolvimento estão convictas de que não foram responsáveis pela criação desse problema e que, por isso, não devem cumprir metas, já que as suas emissões per capita são uma fração das produzidas pelos países desenvolvidos.

 

Encontrar um marco adequado sobre a base de que a mudança climática é um problema. Os países e, em particular, suas indústrias devem desenvolver a tecnologia e a ciência necessárias para fazer frente ao fenômeno.

 

O mundo não deveria esperar para costurar um novo pacto contra o aquecimento global, afirma o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. (Ambientebrasil)

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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