Relato do casamento de Janaína e Mateus

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Escrever uma matéria com jornalista é fácil porque o relato do entrevistado já sai pronto. Conversei com a meiga e competente Janaína Cruz que descreveu os preparativos do casamento dela com Mateus, seu colega de profissão, que aconteceu no dia 6 de agosto. Ela afirma que casar não é nada fácil, mas que é uma experiência maravilhosa e devemos aproveitar esse momento gostoso de viver.

Janaína:

Tudo começa com a decisão de ambos, claro. Algo que deve ser muito bem pensando, pois casamento é pra toda a vida. Depois, partimos para a escolha do lugar, da data e dos profissionais.

Queríamos uma cerimônia bem simples, que tivesse “a nossa cara”. Então, escolhemos uma capela que fica ao lado do nosso condomínio, a Bom Jesus dos Pobres, no conjunto Augusto Franco.

O padre foi a escolha mais fácil, pois meu tio-dindo, Lealdo Dantas Cruz, é padre em São Paulo e veio a Aracaju especialmente para celebrar nosso casamento. Lembrando que fizemos todos os trâmites obrigatórios – como curso de noivos, documentação, autorização – na nossa paróquia. É bom que os noivos estejam atentos a

isso, inclusive às orientações da Igreja.

Entre o final de abril e início de maio começamos a procurar os profissionais que iriam realizar nosso casamento. Pesquisar preço é essencial, porém, mesmo que seja uma cerimônia simples, é importante estarmos cercados de profissionais qualificados, para não termos surpresas desagradáveis.

A primeira preocupação foi com o vestido. Corri para Dona Ezilda, bordadeira de mão cheia de Cedro de São João. Já sabia que o trabalho dela era muito bom porque ela fez o vestido de noiva de duas primas minhas, no início deste ano. Foi só levar o modelo e os tecidos e ela tornou real meu sonho de ter um vestido lindo.

Depois, procuramos o decorador e nos foi indicado Ari César. Nosso único “trabalho” foi levá-lo à capela para ele ver o espaço, escolher os tipos e cores das flores. Quando cheguei à capela fiquei muito feliz ao ver uma decoração e iluminação lindas. Também procuramos uma lembrancinha que tivesse nossa marca e encontramos uma sugestão perfeita com Érica Bonekinha, que fez os chaveiros de São José, já que Mateus leva o nome do santo padroeiro das famílias.

Como somos jornalistas, queríamos fotos mais descontraídas, sem muitas poses. Pensamos logo em antigos colegas de universidades e excelentes profissionais: Márcio Garcez e Isavanny Farias. Eles toparam na hora. Isa me acompanhou no dia da noiva, o que me deixou bem mais à vontade, tanto pelo fato dela ser mulher quanto pelo fato de sermos colegas e colocarmos o papo em dia. Márcio também foi ótimo e conseguiu captar os momentos de emoção da cerimônia.

No nosso pacote fotográfico também incluímos o ‘trash the dress’, que significa colocar o vestido de noiva em risco. Escolhemos como locação o povoado que meus pais nasceram, um lugar que eu e Mateus adoramos. O resultado foi perfeito, não só pela beleza da paisagem quanto pela a competência dos fotógrafos. Tiramos fotos até no curral do sítio do meu tio, com o bezerro Joinha, que nasceu no dia do nosso casamento. Ao final das fotos dava pena ver a sujeira impregnada no vestido, mas valeu a pena. Ele já está branquinho graças a dedicação do pessoal da Lave Bem Lavanderia, na Atalaia.

Outro profissional essencial para qualquer casamento, mesmo que sejam simples como o meu, é a cerimonialista. Isso porque é ela quem vai organizar a entrada dos pais e padrinhos e orientar os noivos em tudo o que for necessário. Para isso, contei com o auxílio da querida colega de trabalho Denise Rambo. Além de fazer o roteiro da cerimônia, foi ela quem me indicou Lila Virgínia Montenegro, uma cerimonialista competente e atenciosa.

Confesso que a ansiedade chegou bem intensa na semana do casamento. Acordava no meio da madrugada e perdia o sono. A gente fica pensando se tudo vai dar certo, em milhares de coisas.  Mateus, como sempre, também foi companheiro nessa hora e me tranquilizou. Mas até ele também ficou um pouco nervoso. O apoio da família foi essencial para nos ajudar nesse momento.

Durante a cerimônia, é quase impossível segurar as lágrimas. Você se promete não chorar, mas ao entrar na capela e ver tantas pessoas queridas foi impossível. Nessa hora, mais uma vez, é importante a competência dos profissionais. A maquiadora profissional escolhida, Elisângela Valença, é uma das minhas melhores amigas. Foi divertido fazer a prova da maquiagem. Estar com ela no hotel no dia da noiva me propiciou um clima de segurança e mais ainda por ela ter usado produtos à prova de lágrimas. Minha maquiagem não borrou! O cabelo também foi feito pela minha prima Gláucia, profissional da minha confiança.

Depois de passada todas as formalidades, foi ótimo curtir a noite de núpcias no Hotel Radisson. O atendimento e o cardápio são maravilhosos. Quatro dias depois da cerimônia, seguimos para a lua de mel em Buenos Aires, lugar que sempre quis conhecer. O passeio foi perfeito porque a cidade oferece inúmeras opções de lazer. Agora, a vida de casada segue, em outra fase bem gostosa: arrumar o apartamento com os presentes e com uma decoração que agrade a ambos!

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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