Rio não será aterrado

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O aterro do rio Sergipe está proibido até que fundamentados estudos de impacto ambiental comprovem que a obra concebida pela Prefeitura de Aracaju não causará danos irreparáveis aquele corpo d´água. Em sua decisão, a juíza Simone Fraga obriga o município a consertar emergencialmente o muro de contenção, a calçada e a pista da Avenida Beira Mar visando liberar o tráfego no local. Esta é mais uma derrota sofrida pelo prefeito João Alves Filho (DEM). Com o argumento que o avanço das águas sobre o muro de contenção pode causar uma tragédia – coisa pouco provável –, ele defende lançar toneladas de aterro em grande área do rio para fazer uma obra de fachada. Felizmente, a magistrada se fundamentou em relatório da Adema e colocou um freio nesta absurda pretensão.

Balanço

O prefeito de Aracaju, João Alves Filho (DEM), fará nesta sexta-feira um balanço dos seis primeiros meses de administração. Será durante o ‘almoço com negócios’ organizado pela Associação Comercial e Empresarial de Sergipe, que acontecerá no Mercure Hotel, na orla de Atalaia.

Parados

Os empregados da justiça sergipana vão cruzar os braços no próximo dia 31. Eles reivindicam o pagamento igualitário do auxilio alimentação, pois atualmente os magistrados recebem 52% a mais do que o valor pago aos servidores. Caso a paralisação de um dia não sensibilize a presidência do Tribunal de Justiça, pode ser deflagrada uma greve por tempo indeterminado.

Medalhas

A Casa da Moeda lança terça-feira próxima 10 mil medalhas comemorativas da visita do papa Francisco ao Brasil.  As 7 mil medalhas em bronze serão vendidas por R$ 45, cada, e as de prata custarão R$ 230 a unidade. O valor das moedas de ouro não foi divulgado, devendo os interessados em comprá-las consultar a Casa da Moeda.

Deu água

As fortes chuvas caídas em Aracaju na noite de ontem impediram a realização do Cabaré de Quinta. O presidente da seccional sergipana da OAB, Carlos Augusto Monteiro, chegou cedo para o debate com os jornalistas, porém teve que remarcar outro encontro. É que o grande volume d’água deixou o restaurante onde ocorre o evento completamente ilhado.

Mais tempo

Mais de 60% dos prefeitos defendem o fim da reeleição, enquanto 53,3% querem ampliar o mandato de quatro para seis anos. Foi o que atestou pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), durante a “Marcha dos Prefeitos à Brasília”. O fim da reeleição indefinida dos parlamentares também é defendido por 73,3% dos prefeitos, assim como o financiamento público de campanha (49,2%) e o voto obrigatório (58,4%).

Só promessa

Em vez do transporte de primeiro mundo prometido na campanha eleitoral pelo prefeito João Alves Filho (DEM), os aracajuanos ganharam a zombaria das empresas de transporte coletivo. Hoje faz dois dias que a frota da VCA não sai da garagem devido à greve de motoristas e cobradores, mas a Prefeitura não adota qualquer medida punitiva contra a empresa, nem apresenta uma saída para o problema. Por que será?

Conversa mole

Está no blog Primeira Mão: “As empresas de transporte coletivo de Aracaju dizem que vivem financeiramente ‘aperreadas’. Não dá para ninguém entender esse choro, pois a tarifa é cara, o serviço não presta e os salários que pagam, quando pagam, são baixos”.

Contra o crack

Quem está hoje em Aracaju é a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki. Vem participar do quinto Colóquio do Programa Brasil Mais Seguro e assinar com o governo estadual e a Prefeitura da capital o termo de adesão ao Programa ‘Crack, é possível vencer’. O evento está marcado para as 15h, no auditório da Academia de Polícia, ali na avenida Tancredo Neves.

Queixa

Os amantes do cinema não entendem porque o filme “Aos Ventos que Virão”, totalmente rodado em Sergipe, foi exibido apenas uma vez no cine Vitória, ali no centro de Aracaju. Dirigida pelo renomado Hermano Pena, a película contou com o apoio do governo estadual e tem no elenco atores como Orlando Vieira, Antônio Leite, Diane Veloso e Vieira Neto. É, a queixa procede!

Do baú político

Nos anos 80, quando o Brasil ainda vivia uma ditadura militar, um filme colocou em pé de guerra os estudantes da Universidade Federal de Sergipe e a Polícia Federal. Cedido pelo jornalista e cinéfilo Ivan Valença, o polêmico filme ‘Je vous Salue Marie’ só foi exibido porque a reitoria da UFS bateu o pé e impediu que os homens da PF invadissem o campus universitário para apreender a fita. Considerada um sacrilégio pela Igreja Católica, a película do diretor Godard transportou a concepção e o nascimento de Jesus Cristo para o mundo imaginário de hoje. No filme, em vez de um anjo do outro mundo, Gabriel é um homem comum, que viaja de avião, José tem um caso com outra mulher e Maria duvida do seu amor. Apesar da pressão recebida para não ceder o filme, Ivan Valença não apenas o emprestou como aceitou fazer uma palestra para os estudantes antes da exibição. Indignada, a Igreja Católica exigiu que a Polícia Federal colocasse um ponto final na heresia, porém os policiais tiveram que ficar no entorno do campus, enquanto um auditório lotado assistia o polêmico ‘Je vous Salue Marie’.

Resumo dos jornais

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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