Zé Eduardo: está em jogo o futuro do país

0

O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, tomou posse nesta sexta-feira, 19, à noite com uma grande festa. Zé Eduardo é candidato a deputado federal em Sergipe e será um dos coordenadores nacional da candidatura de Dilma Rousseff a presidência da República. Na revista Caros Amigos deste mês, Zé Eduardo expõe seu ponto de vista sobre as eleições 2010, ao lado de lideranças de outros partidos. Leia o que pensa o ex-senador por Sergipe sobre as eleições 2010:

 

O que está em jogo nessas eleições? – O que está em jogo é o futuro do Brasil. O resultado das eleições determinará se o país vai aprofundar o projeto de mudanças iniciado em 2003 – que levou ao fortalecimento do Estado, ao crescimento com distribuição de renda, à redução das desigualdades, à geração de milhões empregos e a uma nova concepção do país no cenário internacional – ou se iremos retroceder à época em que quase toda ação governamental era orientada pelo interesses de uns poucos grupos privados.

 

O que pode mudar no cenário político do país? – O cenário político nacional, hoje, está bem definido em torno de dois grandes grupos. Um, a coalizão do governo encabeçada pelo PT e coordenada pelo presidente Lula, numa aliança de centro-esquerda que envolve parceiros históricos (PCdoB,PSB, PDT) e partidos que se somaram ao projeto e garantem a necessária governabilidade, com destaque o PMDB. Do outro lado, está a oposição representada por PSDB, DEM,PPS e seus aliados na grande imprensa. Não há indícios de que esse cenário sofrerá grandes alterações até outubro. O resultado das eleições pode mexer peças para lá ou para cá, mas acredito que qualquer mudanças de fundo só acontecerá se conseguirmos fazer a reforma política, instituindo o financiamento público de campanhas eleitorais e o voto em lista fechada para os parlamentos.

 

Quais são as principais questões em debate? – De nossa parte, queremos debater soberania naconal, integração latinoamericana, fortalecimento do Estado, aprofundamento da democracia, políticas de recuperação de salário e renda, geração de empregos, combate às desigualdades socioeconômicas e garantia dos direitos fundamentais. Acredito que essas sejam as grandes questões pelas quais passam todas as outras.

 

O que deve ser defendido pelas esquerdas? –  Partidos e lideranças de esquerda têm, como compromisso histórico a defesa da justiça social, da democracia e da cidadania plena. São essas bases que orientam a ação do PT desde sua fundação e, acredito, das demais representações de esquerda no Brasil. Mas cada qual tem sue próprio programa, sua própria análise da conjuntura política e suas próprias estratégias. Evidentemente, não cabe a mim dizer o que elas devem ou não defender nesse momento histórico específico. O PT tem um programa de esquerda para o Brasil e está aberto a críticas e colaborações.

 

Como os movimentos sociais podem interferir? – Mobilizando suas bases, formulando propostas e pressionando os governos. O movimento social é um dos pilares da democracia. No Brasil, movimentos como a CUT, o MST e a UNE – só para citar alguns – têm sido determinantes na construção de políticas públicas voltadas para a maioria da população e para grupos históricos marginalizados.

 

É camarão demais…

Numa licitação feita o ano passado pela Sead, para alimentação na PM, entre outros itens, constou cerca de  mil e quatrocentos quilos mensais de camarão para a corporação. Policiais dizem que este camarão nunca chegou, principalmente na alimentação no interior. Agora policiais militares denunciam que no início do mês foi feita outra licitação, desta vez com 2 toneladas de camarão.

 

Nilson poderá ser presidente do PPS

Dirigentes do PPS estão ultimando o congresso estadual do partido que acontecerá no dia 20 de março. Segundo o dirigente Emanoel Cacho, as lideranças estão discutindo a possibilidade de Nilson Lima assumir a presidência estadual. Segundo Cacho após as definições internas o PPS vai em busca de alianças, mas “tudo com firmeza e o pé no chão”, explicou, afirmando que o partido tem cerca de 12 mil filiados em Sergipe e mostrará sua força política nas eleições 2010.

 

Déda e Edvaldo

O governador Marcelo Déda telefonou na tarde da última sexta-feira para o prefeito Edvaldo Nogueira para se informar sobre o vendaval que preocupou Aracaju e colocar o Estado à disposição. Déda até perguntou se seria necessário que também retornasse de Brasília. Edvaldo agradeceu e informou que o problema foi bem contornado. Edvaldo também agradeceu ao governador pelo apoio do Corpo de Bombeiros e Ciosp aos órgãos da PMA envolvidos na ação pós-vendaval. Déda está na posse de Zé Eduardo na presidência do PT, festa da qual Edvaldo também participaria se não tivesse que retornar às pressas a Aracaju.

 

Retornou

O prefeito Edvaldo Nogueira retornou de Brasília assim que conseguiu um vôo. À tarde, participou de reunião de avaliação das ações desenvolvidas pela PMA após o vendaval da noite de quinta-feira. Ele agradeceu aos secretários e presidentes de órgãos envolvidos pela eficiência dos trabalhos desenvolvidos.

 

Defesa Civil

O prefeito monitorou tudo a distância e considerou um sucesso o trabalho desenvolvido por secretarias e órgãos municipais. “Eventos climáticos são cada vez mais imprevisíveis, mas temos que estar sempre preparados para lidar com eles”, disse Edvaldo. Foi ele quem criou a Defesa Civil municipal e, mais recentemente, a Comissão de Gerenciamento de Emergências, decisão que agora se mostrou acertada.

 

Estacionamento rotativo I

O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, vai divulgar nesta segunda, dia 22, os detalhes sobre o processo de contratação emergencial da empresa que irá gerenciar temporariamente as vagas de estacionamento rotativo no Centro da cidade. O anúncio acontecerá durante entrevista coletiva marcada para as 11 horas, no auditório do Centro Administrativo Prefeito Aloísio de Campos.

 

Estacionamento rotativo II

As vagas vinham sendo administradas há 10 anos pela Varca Scatena, responsável pela instalação de parquímetros no Centro. O contrato entre a empresa e o município, que garantiu o direito à exploração do serviço durante esse período, vence no próximo dia 23 de fevereiro. Como a lei determina que o serviço não pode ser interrompido, o município recorreu ao contrato de emergência. A Varca Scatena foi notificada no dia 18 de dezembro.

 

DO LEITOR

 

Por que devemos lutar contra as Usinas Nucleares?

 

Do Prof. Esp. Carlos Eduardo Silva: Por que não resolvemos o problema da superpopulação do planeta matando pessoas? Por que não vivemos todos em cabanas sem gastar energia? Por que não vamos todos de uma cidade para outra usando um jegue? Por que não devemos proliferar a energia nuclear? Respondo: PORQUE TEMOS OUTRAS ALTERNATIVAS!

 

Alguém lembra como surgimos neste planeta? Plantas e animais nos dão exemplos desde os tempos remotos. Todos os seres na maioria absoluta dos ecossistemas existentes na Terra utilizam de forma direta ou indireta a Energia Solar. Pergunto-me quase todos os dias, o porquê de sermos a única espécie a gerar resíduos que não são utilizados por outros seres, e por que ignoramos a maior fonte de energia que temos disponível, o Sol. Sem falar na dinâmica das marés, neste nosso vasto litoral. Quase me esqueço de outra alternativa, aquela que sozinha tem um potencial de 143 GW, maior do que o consumo total atual do nosso país, o poder dos ventos, que teve sua potencia divulgada pelo próprio Governo Federal através do Atlas Eólico.

 

Anteriormente, falei sobre resíduos, infelizmente os humanos geram resíduos que outras espécies não podem utilizar em sua cadeia natural de sobrevivência, no entanto, nós humanos evoluímos e estamos reduzindo, reutilizando e reciclando. Infelizmente, existe um resíduo que nem mesmo toda sabedoria humana conseguiu destinação e utilização segura, o Lixo Nuclear.

 

Alguns políticos e empresários, em especial alguns sergipanos, afirmam que a Energia Nuclear é limpa pelo simples fato de não advir do petróleo ou do carvão, isso é uma falsa afirmação, pois ela produz lixo radioativo que permanece perigoso para a saúde humana e para o ambiente por centenas de milhares de anos. Hoje, mais de 60 anos desde o início da operação dos reatores nucleares, não há solução segura para esse material extremamente perigoso. Assim, ela é suja, e não limpa.

 

Alguns “cientistas”, mais especificamente de algumas ciências exatas, os mesmos que excluem os seres vivos dos seus cálculos, ou seja, os mecanicistas, pelo fato de não conseguirem compreender as dinâmicas complexas e sistêmicas da vida, afirmam que o REATOR é extremamente seguro, e por isso o risco de acidentes é nulo. Essas pessoas esquecem que o transporte de combustível nuclear passa pelas maravilhosas estradas brasileiras, ou pelos aeroportos onde nunca acontecem acidentes. Elas esquecem que no Brasil, muitas obras são realizadas por empresas como a Galtama, como também esquecem que depois de utilizado, o combustível vira lixo nuclear, e os locais de armazenamento deste não têm a segurança do REATOR, passível de ataques terroristas, ou até de um simples erro na licitação corrupta.

 

Mas lembrem-se que os espertalhões dizem que é uma energia barata, uma verdadeira pechincha! Iremos construir uma usina nuclear pela bagatela de 05 milhões de reais, incrível! Agora, eles se esquecem de informar ao povo, que o tempo de vida da usina é de 40 anos, e que o custo de desativação é três vezes mais caro, e mesmo depois de desativada, sem gerar energia, o lixo vai continuar no seu quintal.

 

É certo que as pesquisas sobre elementos atômicos trouxeram benefícios à humanidade, especialmente em sua aplicação na saúde, onde pudemos diagnosticar com mais precisão diversas patologias. Mas não podemos esquecer que fora algumas exceções, a utilização de tecnologia nuclear tem grande possibilidade de causar sofrimento. Lembrem-se do enriquecimento de Urânio e de sua utilização em Hiroshima e Nagazaki, lembre-se do medo que todo cidadão sente quando lembra dos diversos foguetes que estão nas mãos do Bush e do ditador Coreano. Não poderia deixar de citar os acidentes de Chernobyl (1986) e de Three Mile Island (1979), sem falar do maior acidente radiológico do mundo, ocorrido em Goiânia (1987), com o Césio 137.

 

Por todos esses simples motivos eu sou contrário à energia nuclear e peço PAZ! Vamos evoluir! Vamos olhar para frente e ver um futuro melhor, e juntos construiremos uma sociedade sustentável.O texto também foi disponibilizado no meu blog pessoal e político: WWW.cadusilva.com.br

 

SESC Atalaia completa seis meses fechado à toa

 

Dos trabalhadores do SESC – Em março vindouro, a unidade do SESC – Serviço Social do Comércio, na Atalaia, estará completando seis meses de desativada sob a desculpa de realização de obras para sua reforma. Com isso, os usuários passaram dois meses da primavera e todo o verão sem poder utilizar as piscinas, restaurante, lanchonete, parque infantil e demais equipamentos e serviços, ou mesmo como ponto de apoio para um banho de praia. Os trabalhadores e seus dependentes encaram a medida adotada pelos empresários que respondem pelos destinos do SESC, como um desrespeito, pouco caso, afronta e irresponsabilidade. Em seu desabafo, um jovem comerciário destacava que um recurso dos mais utilizados pela Administração é o planejamento e, assim, indagava ele: “Que planejamento é esse que fecha um espaço de lazer na primavera e no verão, para uma reforma cuja preparação dos trabalhos só terá início o outono, ou seja em março?” se é que tal vai mesmo acontecer. Embora administrado pelo empregador, o SESC é um patrimônio dos trabalhadores, mantido por um percentual da receita do INSS – Instituto Nacional do Seguro Social.

 

Com o desnecessário fechamento da unidade do SESC da Atalaia, muitos dos seus freqüentadores habituais, principalmente os aposentados e as crianças, ficaram e por muito tempo estarão sem seu espaço de lazer. A sugestão apresentada pela diretoria da instituição foi que se procure outras unidades, para muitas pessoas, algo completamente fora de cogitação já que esse espaço, nas características e localização, é único em Aracaju.

 

Para os trabalhadores e seus familiares o que fica é a suspeita de que algo imoral foi tramado pelos gestores do Serviço Social do Comércio, pois por mais grandioso que seja o projeto de reforma da unidade de Atalaia, nada justifica a sua desativação de outubro até março próximo, quando eles dizem que ainda será processada, julgada e declarado o vencedor da concorrência para a realização dos trabalhos, para uma outra vaga promessa de que o espaço será entregue aos seus donos em 2011, o que os comerciários chamam de um absurdo.

 

CIOSP, falhas e melhorias

 

Do leitor Simões: A implantação do CIOSP, substituindo o COPOM com certeza foi um ato que modernizou este setor defasado da segurança pública. Mas é preciso direcionar o CIOSP para uma prestação de serviço ainda melhor através de medidas que deram certo em outros Estados. Este setor foi planejado para integrar todos os órgãos da SSP e dinamizar o atendimento dado a sociedade, porém os protocolos criados em razão do grande número de trotes aplicados diariamente, estão causando uma imensa burocracia nos atendimentos, retardando o tempo de resposta.

 

É preciso deixar claro para a sociedade que na época do COPOM, este sistema não funcionava em razão do pequeno número de militares que realizava o atendimento da grande demanda de solicitações e pelo fato também de que a aparelhagem utilizada era muito arcaica. Os Policiais que trabalhavam naquela época no COPOM realizavam o atendimento da chamada e em seguida, acionavam a viatura da área para atender a ocorrência. Hoje o atendimento realizado pelo CIOSP se parece mais com um atendimento de telemarketing, onde a pessoa responde a mil e uma perguntas para ter sua solicitação cadastrada. Sendo que só depois dessa filtragem de informações é que a ocorrência é direcionada para um militar que realiza o acionamento da viatura mais próxima. São minutos valiosíssimos quando se trata de ocorrência policial.

 

Outro fato que precisa ser esclarecido e que foi bastante debatido pela sociedade e mídia, diz respeito à possível utilização de policiais e bombeiros militares para realizarem o atendimento. Muitos defenderam que este “desvio” causaria prejuízos ainda maiores ao policiamento ostensivo. Na verdade o que causa prejuízo ao policiamento ostensivo hoje no Estado de Sergipe é os militares que se encontram em gabinetes, assembléias e a disposição de certos parlamentares, dirigindo, abrindo portas ou até mesmo servindo cafezinho. A Polícia Militar é constituída pela função fim e a função meio, ou seja, o policiamento ostensivo e seu suporte administrativo ao policiamento propriamente dito. Retirar alguns PM´s da função fim para dar o suporte necessário na função meio é dar qualidade ao serviço prestado a sociedade sergipana.

 

Acredito ainda que este simples fato acima não seja suficiente para impedir que outros casos como daquele comerciante venham deixar de acontecer. É preciso que os atendentes, sejam militares ou contratados, realizem além do atendimento às chamadas, uma prestação de informação ao cidadão de acordo com cada ocorrência como acontece em alguns Estados, por exemplo, onde o militar é quem atende a ocorrência, aciona o sistema de emergência e durante todo o evento passa orientações para a pessoa que ligou, diminuindo sensivelmente o tempo de resposta e salvando vidas que é o mais importante. Este princípio tem aproximado a sociedade dos órgãos de segurança pública.

 

Porém, há ainda mais questões a serem debatidas sobre este novo sistema que o governo investiu. É preciso investigar os fatos levantados sobre os apadrinhamentos de atendentes e as empresas beneficiadas com a sua implantação. E precisamos lembrar que nós somos os clientes e precisamos zelar e cobrar pela qualidade do serviço prestado, sugerir mudanças e reconhecer os avanços.

 

Cotas – Resposta ao leitor Gilson

Do leitor Abrahão Crispim Filho: O comentário apócrifo de um tal Gilson – digo apócrifo pela falta de sobrenome e existir milhares de Gilsons por aí – sobre as cotas da UFS, não difere de outros tantos que procuram se utilizar do discurso fácil e hipócrita  em defesa de interesses próprios ou de grupos corporativos. Escamoteiam a verdade; só se contrapõem a aquilo que eles acham defensável; procuram mascarar a essência principal do problema, por ignorância ou má fé. Em todos os meus comentários sobre o sistema de cotas da UFS, apenas procurei mostrar algumas constatações sobre a reação de pais, professores e segmentos sociais, após o resultado do vestibular da UFS. E constatar não é ser preconceituoso. Faz parte do dia a dia de qualquer jornalista. Se os nossos críticos tivessem um pouco de boa vontade em analisar aos textos, verificariam que a nossa crítica não é direcionada aos alunos aprovados ou não pela UFS, mais sim, a qualidade e ensino público deste país, que todos sabemos, deixa muito a desejar. A nossa preocupação sobre o tema foi de chamar a atenção da sociedade, dos políticos e dos governantes, da necessidade urgente de direcionar  grandes investimentos no setor, para que brancos e negros, ricos e pobres, possam ter um ensino qualificado  e condições iguais para o ingresso nas faculdades e no mercado de trabalho. O que não pode e não deve é continuarmos alimentando uma segregação oficializada pelos governantes; o que não pode e não deve é continuarmos acomodados, aceitando goela abaixo medidas paliativas, que sabemos, não define soluções; o que não pode e não deve é continuarmos defendendo um sistema que diz fazer “justiça” a determinados setores sociais, cometendo injustiças com outros segmentos. Portanto senhor Gilson, ridículo é a visão caolha e oportunista de pseudos defensores das propaladas minorias, quando na verdade defende apenas os seus interesses ou de grupos políticos dos quais fazem parte. Não se pode discutir sistema de cotas sem priorizar a discussão sobre a qualidade e o modelo educacional dos nossos jovens. Abrahão Crispim Filho, é jornalista.

 

Participe ou indique este blog para um amigo: 

claudionunes@infonet.com.br

 

Frase do Dia

“Nenhum homem é bom o bastante para governar os outros sem seu consentimento”. Abraham Lincoln.

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
Comentários