EFEITO COLATERAL

Pronto desde julho do ano passado, esta nova aventura estrelada por Arnold Schwarzenggger teve seu lançamento adiado de setembro do ano passado “para dias melhores”, em função dos atentados terroristas de 11 de setembro. A Warner julgou que a opinião pública seria atingida em sua sensibilidade se assistisse esta história que lembra, um pouco, o ataque ao World Trade Center e ao Pentágono naquela data fatídica. No filme, Arnoldão interpreta um bombeiro de uma metrópole americana que assiste a morte da mulher e da filha, quando o prédio em que elas estavam é atingido por um atentado terrorista. O autor do atentado é El Lobo, um terrorista da Colômbia que pretendia atingir autoridades de seu país e ao mesmo tempo a política norte-americana no que ela tem de mais perversa: a intervenção anti-democrática em países latino-americano. De fato, por causa disso, El Lobo também perdeu toda a sua família. Não se pretende discutir aqui a filosofia norte-americana e sua política imperialista. Como este é um filme de Arnoldão, ele viaja para a Colômbia com o objetivo único de praticar sua vingançazinha contra o Bin Laden de ocasião. Ele se interna nas florestas colombianas e a ação vai do começo ao fim. Pode ser até que o filme seja movimentado, afinal, Andrew Davis, o diretor é experimentado em filmes de aventura, vide “Os Fugitivos”. A próposito: tal como o último filme de Stallone, “Efeito Colateral” foi lançado no Exterior, antes de ser testado pelo mercado norte-americano Fique de Olho – Tem Arnoldão, mas também bons nomes no elenco de apoio. John Turturro, John Leguizamo são apenas dois deles. O primeiro papel feminino é de Francesa Néri, atriz italiana que estréia no cinema americano.

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