Conexão Escobar

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(The Infiltrator). EUA, 2016. Direção de Brad Furman. Roteiro de Ellen Sue Brown. Produção de Furman, Don Sikorski, Miriam Segal, Paul M. Brennan. Direção de Fotografia: Joshua Reis. Montagem de Jeff McEvoy e Luis Carbalar. Música de Chris Haijan. 127m, 14 anos. Cia Produtora: Good Times. Distr. nos Cinemas: Imagem Filmes. Com Bryan Cranston, Diana Kruger, Elena Anaya, Jason Isaacs, John Leguizamo, Amy Ryan, Benjamin Bratt, Art Malik, Daniel Mays, Joseph Gilgun, Juan Cely, Juliet Aubrey, Lara Decaro, Mark Holden, Olimpia Dukakis, Said Taghmaoui, Simon Andreu.

Gênero – Drama

Sinopse – O agente do FBI, Robert Mazur, recebe uma missão da Divisão Antidrogas dos Estados Unidos e passa cinco anos como Bob Musella, especialista em olavagem de dinheiro, que se infiltra no Cartel de Medellin, de Pablo Escobar nos anos 1980. Robert consegue revelar a ligação do traficando com o Banco de Crédito e Comércio Internacionl, responsável pela lavagem do dinheiro do criminoso; e, assim, começa a agir para dar um duro golpe ao tráfico de drogas.

Apreciação – O seriado do Netflix, “Narcos” despertou o interesse por este personagem, Pablo Escovar, que foi considerado ao seu tempo, o rei das drogas. Ele foi vivido naquele seriado, e na sua sequência, pelo brasileiro Wagner Moura. Agora os americanos fizeram este filme que cultiva o personagem de Escobar como um ícone do baixo mundo da transgressão internacional. O filme é sobre Escobar, mas dá destaque ao personagem americano Robert Mazur, que foi infiltrado pelo FBI para devastar a bang de Escobar. O filme parece interessante se não cair na armadilha de fazer de Mazur um super-herói  quando ele foi apenas um agente competente que trouxe dados surpreendentes sobre a quadrilha do colombiano Escobar.

Fique de Olho – Em Bryan Cranston, que faz o papel do agente Mazur.

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