E se fosse verdade

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(Just Like Heaven). EUA, 2005. Direção de Mark Waters. Roteiro de Peter Tolan e Leslie Dixon, baseado em livro de Marc Levy. Produção de Laurie MacDonald e Walter F. Parkes. Música de Rolf Kent e Robert Smith. Direção de Fotografia: Daryn Okada. Desenho de Produção: Cary White. Direção de Arte: Maria L. Baker. Edição de Bruce Green. Livre, 95min. Cia. Produtor: Dreamworks, MacDonald/Parkes Productions. Distr. no Brasil: UIP. Elenco: Reese Whiterspoon, Mark Ruffalo, Donal Logue, Dina Spybey, Ben Shenkman, Jon Heder, Ivana Milicevic, Rosalind Chao, Kerris Dorsey, Alyssa Shafer, Ron Canada, Caroline Aaron, Gabrielle Made e Shulie Cowen.

Gênero: comédia romântica

Sinopse – David Abbott acaba de alugar um belo apartamento em San Francisco. Embora não quisesse dividi-lo com alguém, logo surge uma jovem bonita e controladora, Elizabeth, que insiste que o apartamento é seu. Quando Elizabeth desaparece, ele muda a fechada da casa, mas isto não impede que ela volte. Quase sempre ela desaparece misteriosamente. David convence-se então que Elizabeth é um fantasma e quer ajudá-la. Só que ela está convencida que está viva e se recusa a fazer qualquer coisa que não signifique “morar” no seu antigo apartamento.

Apreciação – Já não se fazem comédias românticas como antigamente. Para pôr na tela este “besteirol”, a Dreamworks – a empresa de Spielberg, David Geffen e Jeffrey Katzberger que foi vendida a Paramount pela bagatela de 1 bilhão e 600 milhões de dólares – gastou nada menos que 58 milhões. Vai recuperá-lo, claro pois o filme sabe conquistar as platéias. Mas, as situações são repetidas, quase clichês, e os efeitos especiais nada mais que rotineiros. Dá para o gasto, claro – é um filme bem típico para esta época do ano – mas se você tiver coisa melhor para fazer, sinta-se à vontade…

Fique de Olho – Em Reese Whiterspoon . Depois de “Legalmente Loira” ela virou atriz padrão em Hollywood. Confira…

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