O EXORCISTA: O INÍCIO

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(Exorcist: The Begining). EUA, 2004. Direção de Renny Harlin. Roteiro de Alexi Hawley, baseado em história de William Wisher Jr. e Caleb Carr. Produção de James G. Robinson. Direção de Fotografia: Vittorio Storaro. Desenho de Produção: Stefano Maria Ortolari. Música de Trevor Rabin. Edição de Mark Goldblatt e Todd E. Miller. 112m, 16 anos. Cia. Prod.: Morgan Creek. Distr. no Brasil: Warner Bros. Elenco: Stellan Skarsgard, James D´Arcy, Izabella Scorupco, Remy Sweeney e Julian Wadham.

Gênero: Terror.

Sinopse –  Um jovem Padre Merrin acaba de abandonar a igreja, depois que os horrores do Holocausto minaram a sua fé. Ele é agora um arqueologista trabalhando no Egito. Merrin é, então, contratado para resgatar um antigo ídolo de uma igreja de 1.500 anos, nas piores condições, nas proximidades do deserto do Quenia. Os trabalhadores temem que as escavações nas casas da igreja tragam de volta forças diabólicas. Isso aflige os membros das tribos e os homens do exército britânico. 

Apreciação – Quase que este quarto capítulo da série “O Exorcista” – iniciada em 1973, continuada em 1977 com “O Exorcista 2” e praticamente encerrada em 1990 com “O Exorcista 3” – não via a luz do dia. A produtora Morgan Creek tinha um contratado fechado com o diretor John Frankehnheimer, que caiu fora do projeto um mês antes de falecer. O roteirista e diretor Paul Schrader recebeu então 35 milhões de dólares para por na tela esta prequel da célebre história de William Peter Blatty. Uma vez o filme pronto, os produtores não gostaram e o dono do estúdio, James Robinson, chamou Renny Harlin para “refilmar” algumas cenas. O que se transformou num novo filme, que custou 54 milhões de dólares. É esta a versão que vamos ver. É bem possível que o DVD de “O Exorcista O Início” traga também a versão de Paul Schrader. 

Fique de Olho – No ator sueco Stellan Skarsgaard. Na versão de Frankenheimer, o papel do padre Merrin ficou com Liam Neeson. Outros compromissos fizeram com que o diretor Paul Scharader substituísse Neeson por Skarsgaard. Harlin o conservou, no que fez muito bem. Mas a crítica e o público americano não morreram de amores pelo que bate na tela. É conferir, portanto…

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