Raquel Lima apresenta Panapaná no Café da Gente

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A artista visual Raquel Lima expõe 20 novos trabalhos (Foto: Bruno César)

Até o dia 19 de julho, a artista visual Raquel Lima expõe 20 novos trabalhos, no Café da Gente, dentro da exposição “Panapaná- Coletivo de Borboletas”. Essa é a quinta individual da pintora, que tem como curadores, os artistas visuais Elias Santos e Silvane Azevedo.

Flertando com o abstracionismo, Lima trabalha com acrílica aquarelada sobre papel em diferentes formatos. Nessa série, Panapaná, derivada do tupi com significado de coletivo de borboletas, a artista retorna a expor, acompanhada do seu elemento emblemático, utilizando o papel como suporte para suas borboletas voarem como que num processo migratório, transitório assim como é a vida, ora lúdica, ora mais densa.

“As borboletas começaram a aparecer nas minhas pinturas, quando fiz um curso com Elias Santos no SENAC. Eu estava desenhando bailarinas, avaliando a questão do movimento, da leveza, quando, de repente, vi-me inserindo borboletas no trabalho. Elas que simbolizam a liberdade e o movimento, encaixaram-se bem na proposta daquele momento e tornaram-se uma constante no meu trabalho”, explica Lima.

Natural de Mandaguari (PR), mas radicada em Sergipe há mais de três décadas, Raquel Lima acredita transpor o imaginário dos seus sonhos expressando-se em representações artísticas em aquarela, desenho, pintura ou xilogravura, técnicas utilizadas, cada qual a seu tempo, misturando-se atualmente com propriedade conferida pela arte contemporânea.

Suas recentes composições apresentam uma pintura diluída, utilizando-se de uma palheta colorida e com um jogo de elementos e fundo, apresentando suas borboletas numa verdadeira dança pelo espaço, constituindo-se na série “Panapaná”.

A individual que permanece em cartaz até o dia 19 de julho no Café da gente, pode ser visitada de terça a sábado das 10 às 18h e aos domingos, das 10 às 16h. O acesso é gratuito. O Café da Gente funciona anexo ao Museu da Gente Sergipana, localizado à av. Ivo do Prado, 398- Centro.

Biografia da artista

Raquel Lima é paranaense e mudou-se para Aracaju na década de 90. É pedagoga com pós-graduação em Artes Visuais pela UFS. Em sua trajetória artística realizou exposições individuais e participou de inúmeras mostras coletivas em Sergipe e outros Estados, como Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e São Paulo.

Em 1991, ao mudar-se para Aracaju, estudou com Adauto Machado, Silveira (pintura a óleo), Fabião (acrílica), Leonardo Alencar e Elias Santos, seu grande mentor. Conhecendo as técnicas de cada um desses conceituados artistas, foi aprimorando a sua maneira de pintar também e experimentando voos mais altos.

Em 2003, foi premiada com o 2º lugar no 13º Salão dos Novos, promovida pela Galeria de Arte Álvaro Santos, em Aracaju, realizado pela FUNCAJU. A obra premiada foi uma acrílica sobre tela intitulada “Quantas Armadilhas são Necessárias para Capturar uma Borboleta em Fuga?”. Dois anos depois, Raquel estava realizando sua primeira individual, intitulada “Metamorfose”, também na Galeria de Arte Álvaro Santos.

Realizou mais três individuais: “Casulos” (2006), na ENERGIPE; “Varal de Poesias” (2007), Memorial do Tribunal da Justiça e “Entradas e Saídas” (2010), Espaço da Arte 745 e participou de cerca de 50 individuais, na capital sergipana e em outros estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte.

“Panapaná-Coletivo de Borboletas” é sua quinta exposição individual.

SERVIÇO:

“Panapaná-Coletivo de Borboletas”

Artista: Raquel Lima

Período: 21 de maio a 19 de julho de 2019

Local: Café da Gente (anexo ao Museu da Gente Sergipana)

Visitação: terça a sábado, das 10 às 18h e aos domingos, das 10 às 16h

Acesso: gratuito

*O Museu da Gente localiza-se à Av. Ivo do Prado, 398- Centro

Fonte: Assessoria de Imprensa 

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