11 de setembro: o mundo de olho nos Estados Unidos

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Hoje o dia foi de apreensão para os Estados Unidos e para o resto do mundo. O medo de o país sofrer um novo ataque terrorista ainda é presente na vida de todos os americanos. Há um ano, o mundo acompanhava, estarrecido, o drama de milhares de novairoquinos diante dos ataques terroristas que abalaram a todos. O dia 11 de setembro de 2001 entrou para a história da humanidade como um alerta à violência entre as nações. Quatro aviões comerciais seqüestrados foram usados como armas – dois foram jogados contra as torres gêmeas do World Trade Center e um terceiro contra o Pentágono. O quarto, que teria como alvo a Casa Branca ou o Congresso norte-americano, caiu na Pensilvânia após os passageiros se rebelarem. Os ataques mudaram os rumos da história que milhares de mortos, além de um trauma difícil de ser superado. Sob alerta, as duas principais cidades dos Estados Unidos, Washington e Nova York, realizam hoje, durante todo o dia, homenagens às vítimas. Em Nova York as homenagens começaram durante a madrugada, quando centenas de pessoas partiram dos cinco distritos da cidade, acompanhados por gaitas de foles e carros do Corpo de Bombeiros. O local de encontro foi o “ponto zero” – local onde estavam os prédios atingidos – às 8h30min, horário de Brasília, onde um minuto de silêncio marcou o horário dos choques dos aviões e da queda das torres. Os nomes das pessoas que morreram no atentado são lidos por autoridades e parentes. O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, começou o dia participando de uma missa privada em uma igreja na frente da Casa Branca.

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