A rainha da Inglaterra

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Quando empossou José Carlos Teixeira na Secretaria de Cultura, no final de fevereiro de 2003, o governador João Alves Filho disse que era a pasta que tinha mais carinho e que, portanto, o titular da pasta teria todo o apoio. Talvez por culpa do trabalho atabalhoado do secretário, o Governo não ajudou em nada a Cultura. Tanto que, para suprir as deficiências de uma Secretaria que antes de chegar ao meio do ano já não tem mais orçamento para gastar, quem está fazendo cultura é a Secretaria de Combate a Pobreza. O projeto Temporada de Arte Sergipana, que estreou na última sexta-feira, vai prosseguir no interior do Estado. É um trabalho típico da Secretaria de Cultura, mas esta não participou de coisa nenhuma. Uma assessora da senadora Maria do Carmo dizia ontem a este repórter que o projeto foi idealizado e executado para “pirraçar” com Teixeira. “É para ver se ele toma um chá de ´simancol´ e pede para ir embora”. Teixeira faz ouvidos de mercador e até não enxerga que o secretário Adjunto, Paulo Hermes, é uma espécie de “interventor branco” junto à Secretaria. Nada ali é feito, agora, sem que passe pelas mãos de Hermes. Teixeira é agora a rainha da Inglaterra. Reina, enche a paciência do mundo cultural sergipano, não faz nada, nem manda em nada… Por Ivan Valença

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