A volta para casa

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O dramático agora é voltar para casa. Desde a quinta-feira notava-se uma fuga da cidade. São dezenas, centenas, pode-se até dizer uns dois milhares de carros que saíram de Aracaju rumo às praias da zona sul do Estado ou para chácaras no interior. A Atalaia Nova ainda continua sendo o local procurado por muita gente e até o meio-dia de sábado, a fila para as balsas chegavam até a altura da avenida Barão de Maruim.

 

O trânsito na Ivo do Prado às vezes ficava difícil por causa, justamente, do movimento para a Barra dos Coqueiros. Na capital, as festas se concentraram na orla da cidade, desde o início na Coroa do Meio, até as proximidades do Aruana. Quem queria ver o show de Simone teve que caminhar mais um pouco, pois o palco foi instalado nas proximidades do hotel Parque dos Coqueiros.

 

Enquanto três trios elétricos animavam a orla administrada pelo governo do Estado, houve público, também, para o reveillon do Parati, do Oi Beach Bar, de hotéis e restaurantes da Orla. Público foi o que não faltou. O problema agora é voltar para casa.

 

Quem foi para o interior, já começou a voltar ontem, deixando a Polícia Rodoviária Federal de sobreaviso pelo volume de trafego. Ontem à tarde, na fila para a balsa, mas no lado da Barra dos Coqueiros, já se formavam filas dos que precisavam estar hoje de manhã em Aracaju.

 

Por Ivan Valença

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