Acusado de estelionato é preso em Aracaju

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Sílvio Batalha da Silva foi preso no final  da manhã desta terça, 24 (Foto: Polícia Civil)
Após perseguição pelas ruas do centro no início da tarde desta terça-feira, 24, a polícia conseguiu prender Sílvio Batalha da Silva, 44 anos, acusado de estelionato, furto qualificado e cinco mandatos de prisão. Segundo informações da delegada que cuida do caso, Viviane Pessoa, o homem veio de São Paulo e agia desde maio aqui no Estado.

De acordo com as investigações, Silvio é contador e atuava há pelo menos três meses como gerente financeiro de uma empresa da área de engenharia e administração de obras, falsificando assinaturas através de cheques. O homem recebia os valores destinados ao pagamento dos fornecedores e acabava extraviando toda a quantia. “Ele foi descoberto porque uma das vítimas percebeu a tempo e um fornecedor não havia recebido o dinheiro solicitado”, relata a delegada Viviane.

As falsificações dos cheques eram realizadas em nome da empresa em que ele atuava, sendo que depois era retirada a quantia. Ela conta que só no Estado de São Paulo, Sílvio já fez cinco vítimas e é considerado foragido da polícia por várias condenações envolvendo o mesmo crime. Em Aracaju tanto a empresa onde ele estava trabalhando, quanto as empresas contratadas saíram com consideráveis desfalques. “Nos primeiros levantamentos nós registramos quatro vítimas aqui em Sergipe”, conta.

Carro foi abandonado durante a fuga (Foto: Portal Infonet)
No momento da captura de Sílvio, constatou-se que ele não estava habilitado para dirigir. “Aqui, ele quis empreender a fuga em veículo de modelo Gol, cor prata, mas foi interceptado. A Polícia Interestadual [Polinter] também contribuiu na captura do acusado”, acrescenta a delegada.

Cuidados

A delegada Viviane Pessoa diz que as investigações continuarão e aponta a importância das denúncias de vítimas de estelionato. “Nós orientamos que as pessoas procurem as delegacias em casos como estes e denunciem. Os estelionatários estudam a fragilidade da vítima e acabam trazendo sérios danos financeiros e até no equilíbrio das pessoas”, aponta.

Por Victor Hugo e Raquel Almeida

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