Acusados de tráfico de entorpecentes são apresentados

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Delegado luciano Cardoso apresenta acusados à imprensa
Na manhã dessa quinta, 10, o delegado Luciano Cardoso, da 3° Delegacia Metropolitana, junto com o capitão Vitor Anderson, da Rádio Patrulha, e o capitão Gilmar Santana do Grupamento Especial Tático de Motocicletas (GETAM) apresentaram a imprensa os três acusados de tráfico de entorpecentes e falaram detalhes da investigação que levou até os acusados.

As investigações iniciaram há mais de dois meses, e José Marcio Tavares, 28 anos, conhecido como Márcio Taxista, vinha sendo monitorado 24 horas por dia. “Tínhamos certeza de que ele estava levando a droga, então pedimos ao capitão Gilmar para realizar a blitz, com a intenção de não levantar suspeitas da investigação,” comentou o Delegado Luciano.

Assim que o suposto taxista foi preso, portando quase dois quilos de cocaína, a polícia chegou ao apartamento, alugado em nome do acusado, nas imediações da avenida Saneamento, onde encontrou os outros dois suspeito identificados até o momento como Plínio Antônio Tome

Marcio, Plinio e rafael acusado de tráfico de intorpecentes
Cândido e Rafael Augusto Pereira Franco. Além de achar mais dois quilos da droga no apartamento, a polícia também encontrou diversos cartões de créditos, identidades falsas e todo equipamento para a clonagem de cartões, desarticulando assim um grande esquema de clonagem realizado com pessoas especialista, na cidade de São Paulo.

“Encontramos cartões de crédito com limites de R$ 60 mil”, informou o delegado. Segundo Luciano Cardoso, só foi possível desarticular esse esquema porque houve a integração das polícias e uma intensa investigação. “Quando a polícia trabalha junta, o resultado favorece a população.”

Para o delegado Luciano, seria impossível prender o taxista interceptando apenas conversas telefônicas. “Há mais de dois meses grampeamos o telefone de Márcio e ele não falou nada. Se não

Cartões de créditos,identidades e cocaína apreendidos na investigação.
tivéssemos outros recursos não pegaríamos,” afirmou Luciano. Os acusados não revelaram o nome das pessoas responsável pela clonagem de cartões em São Paulo, também não informaram os números do telefones, pois segundo o capitão Vitor, eles trocam de aparelhos várias vezes ao mês, para não deixar pistas.

Com o apoio da polícia de São Paulo, as investigações não irão parar. “Vamos trocar informações com a polícia de lá para tentar desarticular o grupo”, comentou Vitor. A droga vinha de São Paulo, mais precisamente da cidade de Santos. Com a morte do traficante conhecido como Chocolate, que ocorreu 15 dias atrás na cidade paulista, Plínio e Rafael assumiram o comando. Eles traziam a droga dentro dos carros e entregavam a Marcio.

*A reportagem foi alterada às 15:28 de 10/09/2009 para correção de informações. A polícia apreendeu cocaína com o grupo, e não maconha como anteriormente estava publicado.

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