Aditivo do Governo do Estado não intimida policiais

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Policiais e bombeiros voltam a se reunir em assembléia/Foto: Arquivo Infonet
O presidente da Associação dos Oficiais da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, capitão Samuel Barreto, informou que todos os movimentos da categoria serão mantidos, independente da criação de um aditivo a uma lei do Poder Executivo, que proíbe os policiais de participarem de qualquer ato de reivindicação por melhores salários e condições de trabalho.

De acordo com ele, a categoria não se sentiu intimidada com a informação contida no aditivo, dando conta de que qualquer reivindicação feita pelos policiais caracteriza-se em crime de natureza militar. “Está claro que é uma perseguição declarada do Governo do Estado e nós vamos manter os movimentos democráticos e legalistas. Não vamos abrir mão das nossas reivindicações nem com um trem sem freios e descarrilados na nossa frente”, enfatiza.

Capitão Samuel disse ainda estar confirmada para esta quinta-feira, 16, nas proximidades do Palácio dos Despachos, uma assembléia com representantes das chamadas Associações Unidas. “Estamos convocando todos os sócios das associações, sem farda e desarmados, para discutirmos mais uma vez as nossas reivindicações”, convida.

Os representantes das Associações Unidas reivindicam entre outros pontos, a equiparação salarial com a Polícia Civil, a definição da carga horária e o retorno dos policiais que estão em desvio de função.

 

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