Assembléia Legislativa é convocada extraordinariamente

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“Em nenhum dos projetos que serão votados hoje está o de transformação de empresas em autarquias”. A afirmação é de Nicodemos Falcão, secretário Geral do Governo. Segundo Nicodemos, o projeto de reforma administrativa do Estado ainda está em fase de confecção. A convocação extraordinária marcada para hoje tem por objetivo discutir projetos de outras naturezas. Nicodemos explicou que a justificativa para a convocação é a urgência dos projetos que devem ser votados. Em relação à reforma administrativa, “muitas coisas que têm sido divulgadas são boatos, como, por exemplo, a transformação da Deso em autarquia. O governador tem outro posicionamento em relação a esse ponto”, arriscou Falcão. De acordo com o secretário, uma reforma desse tipo é necessária porque há empresas estaduais que vivem exclusivamente do Tesouro do Estado. A transformação desses órgãos em autarquias os imuniza do pagamento de uma série de impostos pagos à União. “Estamos numa época em que é necessária a diminuição de despesas de modo que o Estado possa prestar seus serviços de maneira mais econômica. Um dos principais pontos é a questão dos impostos, que, atualmente, saem do Tesouro e ficam na União quando poderíamos ficar com todo esse capital”, finalizou Nicodemos. Mesmo assim, muitos ainda questionam a necessidade de uma convocação extraordinária. O radialista Fábio Henrique, por exemplo, perguntou por que esses projetos não foram votados quando a Assembléia ainda estava em plena atividade. É bom ressaltar que convocações desse tipo representam mais gastos para o Governo Estadual, uma vez que é feito um pagamento extra para cada parlamentar. Até agora, apenas a deputada Ana Lúcia abriu mão do dinheiro extra. Apreciação da reforma administrativa adiada

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