Ato do Não Pago é realizado no Terminal da Atalaia

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Guarda Municipal impediu que movimento fizesse o catraca livre (Foto: divulgação)

Integrantes do Movimento Não Pago foram até o Terminal da Atalaia na tarde deste domingo, 2, para promover mais um “catraca livre” e protestar contra o aumento da tarifa de transporte coletivo, anunciado recentemente pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Aracaju (Setransp). A intenção de permitir aos usuários que utilizem o serviço sem ter que pagar por ele foi rapidamente sufocada pela Guarda Municipal, que estava no local com dezenas de agentes.

Issac Giuseppe, integrante do movimento, explica que o principal objetivo é dialogar com os usuários sobre o aumento que está para ocorrer. “Nossa intenção é dar continuidade aos atos nos quais promovemos o catraca livre e também conversar com a população para esclarecer sobre o aumento da passagem”, afirma.

Com a presença da Guarda Municipal, não houve a liberação da catraca e alguns integrantes foram impedidos de entrar no terminal. Apesar disso, um carro de som foi utilizado pelo movimento para proferir palavras de protesto. “Para nós, o uso da Guarda Municipal é ilegal. A Prefeitura argumenta que utilizada a Guarda Municipal para evitar depredações, mas isso não justifica, pois o movimento não prega esse tipo de coisa”, destaca Isaac.

Legenda

Isaac explica ainda que outras mobilizações serão realizadas. “Faremos panfletagem no bairro Bugio e na feira do Conjunto Augusto Franco. Também faremos protesto em frente à Prefeitura de Aracaju e à Câmara de Vereadores. Assim como incomodamos no ano passado, vamos incomodar nesse ano”, garante.

Guarda Municipal

O diretor adjunto da Guarda Municipal, Tenente Jonatas, afirmou à reportagem do Portal Infonet que conforme política da atual gestão, a GM já vem reforçando a segurança em todos os seis terminais de integração da capital.

“Houve um aumento dos agentes aqui no terminalda Atalaia, mas a intenção é garantir a ordem e fazer com que todos possam usar o terminal em sua plenitude, além de coibir ações que violem a lei”, explica.

Por Verlane Estácio

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