Autor de atropelamento é descoberto após perícia em fios de cabelo

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O delegado Gregório Bezerra explicou que as equipes fizeram buscas e localizaram o veículo (Foto: SSP)

A Polícia Civil concluiu as investigações sobre o atropelamento de Luis Carlos Oliveira Santos, que ocorreu na rodovia Rota do Sertão, entre os municípios de Ribeirópolis e Nossa Senhora Aparecida, no dia 5 de julho, e deixou a vítima gravemente ferida.

O veículo envolvido no acidente foi encontrado na cidade de de Ribeirópolis e ainda estava com os retrovisores danificados, faróis quebrados e com a presença de cabelos, que foram encaminhados ao Instituto de Criminalística (IC) que, por meio do Laboratório de Genética Forense, identificou que pertenciam à vítima.

O delegado Gregório Bezerra explicou que as equipes fizeram buscas e localizaram o veículo. “No momento da abordagem, os policiais civis identificaram que havia restos de cabelos no farol quebrado. Sendo assim, houve a necessidade de requisitar uma perícia criminal, onde o Instituto de Criminalística foi acionado para realizar essa perícia e com o resultado identificamos que se tratava de material biológico da vítima”, revelou.

O perito criminal Kleber Willer detalhou que o material foi coletado e comparado com amostras de DNA da vítima. “Na perícia, o perito encontrou e coletou material biológico na parte dianteira do veículo e encaminhou para o laboratório de DNA para realização do confronto genético com o sangue da vítima. Após as análises, o laboratório concluiu que o perfil genético do material biológico pertence à vítima, indicando o envolvimento do veículo no fato”, especificou.

Kleber Willer ressaltou que, com o resultado, foi identificada uma prova material incontestável sobre o veículo como sendo o que ocasionou o atropelamento. “Na análise de confronto genético conseguimos materializar uma prova incontestável. Através dessas análises, obtivemos dados estatísticos que afirmam, de forma extremamente forte, esse confronto e essa coincidência entre os perfis que foram oriundos tanto da amostra biológica, quanto da amostra retirada da vítima. É um resultado extremamente forte e incontestável”, afirmou.

Fonte: SSP/SE

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