Campanha da Fraternidade busca um olhar para as políticas públicas

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Segundo à Igreja, o objetivo central é disseminar uma conscientização política voltada para as políticas públicas que ora abrange, ora deixa de abranger, os mais carentes (Foto: Portal Infonet)

“Fraternidade e Políticas Públicas” é o tema da Campanha da Fraternidade de 2019. Na tarde desta quarta-feira, 6, a Catedral Metropolitana de Aracaju lançou oficialmente a campanha. Segundo à Igreja, o objetivo central é disseminar uma conscientização política voltada para as políticas públicas que ora abrange, ora deixa de abranger, os mais carentes.

D. João José Costa, arcebispo de Aracaju (Foto: Portal Infonet)

De acordo com o arcebispo da capital, D. João José Costa, o tema surgiu a partir da análise da Igreja e das dificuldades que a população mais carente vem enfrentando para ter acesso aos serviços públicos de saúde, alimentação e moradia. “Com essa reflexão que a Igreja nos traz. Esperamos que as políticas públicas do nosso país possa melhorar”, diz.

Ainda de acordo com o clérigo, as políticas públicas são importantes porque norteiam a vida em sociedade e, com isso, se pode ofertar aos mais pobres condições mais dignas de vida. “Nós queremos um comunidade do bom viver, onde todos possam viver com dignidade”, relata. “A partir da fé do encontro com Deus convocamos nossos representantes políticos e todos da sociedade para debatermos a fundo essa temática”, completa.

Um dos coordenadores da Campanha da Fraternidade em Sergipe, José Lourenço Rodrigues (Foto: Portal Infonet)

Para um dos coordenadores da Campanha da Fraternidade em Sergipe, José Lourenço Rodrigues, o tema “políticas públicas” é pouco debatido na sociedade, embora seja de grande importância. Ao longo da Campanha deste ano, Lourenço espera que haja uma grande movimentação e debate em torno do tema para que as políticas públicas possam chegar aos que mais necessitam. “O tema dessa campanha vem com o objetivo de incentivar a criação de políticas públicas para atender a sociedade, principalmente aqueles mais vulneráveis, mais pobres”, destaca.

por João Paulo Schneider e Aisla Vasconcelos

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