Casas irregulares são derrubadas na Barra dos Coqueiros

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Construções novas foram derrubadas (Fotos: Portal Infonet)
A prefeitura da Barra dos Coqueiros, em cumprimento ao acordo feito com o Ministério Público Estadual (MP), de fiscalizar as áreas de preservação ambiental para que novas construções não sejam levantadas, resultou na derrubada de alguns muros e casas irregulares na manhã desta quarta-feira, 18.

De acordo com o secretário de comunicação da prefeitura da cidade, Diego Gonzaga, a derrubada tem como principal foco, alertar à população. “Que essa seja uma forma de mostrar para às pessoas que pretendem invadir novas áreas, com intuito de serem beneficiadas com programas do governo, que a prefeitura está atenta e vem realizando um sério trabalho de fiscalização”, explica.

Secretário diz que a fiscalização é intensa para coibir invasores
Ainda de acordo com o secretário, os moradores das áreas de preservação que que já moram no local a mais tempo, também saíram das casas. “Eles irão permanecer nesse local até que a prefeitura entregue as novas casas, mas todas as famílias já estão cadastradas”, acrescenta.

De acordo com a presidente da Associação de Moradores da Invasão Portelinha, Marinilda Ferreira Silva, a prefeitura está cumprindo o acordo. “São 75 famílias cadastradas e realmente está existindo uma fiscalização, tanto por parte da prefeitura como pelos moradores”, confirma.

Situação

Marinilda diz que prefeitura está cumprindo o combinado
Na última segunda-feira, 2, representantes de diversos órgãos responsáveis se reuniram para discutir a situação de cerca de 400 famílias que há anos vivem em áreas de preservação ambiental da União, nas invasões da Portelinha; invasão do Canal do Guaxinin; Atalainha e Suvaco do Cão no município da Barra dos Coqueiros.

Na ocasião a Prefeitura da Barra dos Coqueiros apresentou uma proposta em parceria com o Governo do Estado para a construção de 560 casas para essas famílias.

A prefeitura também se comprometeu a fiscalizar as áreas de preservação ambiental para que novas construções não sejam levantadas.

Por Alcione Martins e Kátia Susanna

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