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(Foto: Divulgação Assessoria Capitão Samuel) |
Duas testemunhas são ouvidas na 2ª audiência do caso da soldado Ediana Oliveira, que foi presa por ter se ausentado do local de trabalho por mais de cinco minutos do local onde trabalhava. A audiência ocorreu na manhã desta terça-feira, 26 no Fórum Gumersindo Bessa. O caso aconteceu há dois anos.
De acordo com o advogado da policial Ediana Oliveira, Gerson Carvalho, parte das testemunhas de acusação foram ouvidas, mas as ouvidas devem continuam em maio, quando as demais testemunhas serão ouvidas pelo juiz. “O processo está seguindo todos os trâmites que a lei processual militar determina. O incontroverso no processo é que o PAC não tinha estrutura para atender ao público feminino, pois não tinha banheiro. Ediana já freqüentava o banheiro de sua casa que fica a 100 metros do PAC, pois era autorizada pelos seus superiores na época”, explica Carvalho.
Ainda segundo o advogado, a PM ficou presa por 3 dias, até conseguir um habeas corpus. “Ela chegou a ser presa e ficou três dias detida. Na verdade depois desse problema a própria Policia Militar reconheceu que havia a falta de estrutura para atender as policias militares. Por conta disso, elas foram deslocadas para outros locais que houvesse estrutura para abrigá-las”, diz.
Relembre
O caso aconteceu em abril de 2011, quando a então aluna do curso de Formação de soldado, Ediana, foi presa por ter se ausentado do local de trabalho por mais de cinco minutos. A policial militar foi até o banheiro de sua casa próximo ao posto de serviço, já que no local não havia banheiro feminino.
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