Centrais trabalhistas fazem manifestação

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Edival Gois falou que o manifesto é uma ação nacional (Fotos: Portal Infonet)

Na manhã dessa terça-feira, 26, a Central dos trabalhadores Brasileiros (CTB), a Força Sindical, e a União Geral dos Trabalhadores (UGT) fizeram manifestação no calçadão da Rua João Pessoa, no Centro da capital. A manifestação teve como objetivo reivindicar melhorias trabalhistas, entre elas a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem redução salarial.

O presidente da CTB, Edival Gois, disse que o ato é parte de um evento nacional. “Já houve manifestação em Brasília e esse período entre 21 e 26 de Julho marca a fase nordestina dos protestos. Tudo irá culminar na manifestação nacional, que acontecerá dia três de Agosto na Avenida Paulista”.

A ação é parte de uma campanha em prol dos direitos de várias classes. “Temos uma pauta ampla, que além de pedir a redução da jornada de trabalho, que é nosso principal objetivo, queremos o fim do fator previdenciário e a implementação da convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que regulamenta as relações de direito e trabalho no serviço público”, explica Edival Gois.

Raimundo Nonato falou sobre a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores

O presidente da UGT, Raimundo Nonato, ressalta a importância da causa. “Se os trabalhadores tiverem assegurados esses direitos, garantirão além de mais qualidade de vida, mais vagas de emprego, já que a redução na jornada de trabalho criará mais um turno”, argumenta o presidente do órgão que representa trabalhadores rurais e urbanos.

A manifestação visou divulgar a causa trabalhista e mobilizar os representantes sergipanos no Congresso Nacional. “Essas propostas que reivindicamos já são projetos que tramitam em Brasília. Por isso viemos ao calçadão, porque aqui é o lugar em que toda a sociedade passa e não há forma melhor de divulgar nossa luta, além do mais pretendemos chamar a sociedade para nossa causa, só assim conseguiremos chamar a atenção dos políticos para uma luta que é de toda a sociedade”, finaliza Edival Gois.

Por Caio Guimarães e Aldaci de Souza

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