Comerciantes são alvos de assalto no Augusto Franco

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Há 15 dias a farmácia de José Iolando Moura, localizada na avenida canal 4 do Augusto Franco, foi assaltada duas vezes na mesma semana. Para ele o dinheiro e objetos que levaram são irrisórios diante do que ficou: a sensação de insegurança. “A gente passa a temer todo desconhecido que passa perto”, declara.

Os dois assaltos foram efetuados por três elementos armados que fugiram em um veículo. Os inesperados visitantes tinham hora certa para agir. “Os dois ocorreram num horário que se pensa que menos acontece, entre 19h30 e 20h30. Sempre costumo fechar às 00h, mas a família já está pressionando pra fechar mais cedo”, afirma Iolando.

Iolando trabalha com medo após dois assaltos seguidos
Segundo os comerciantes que mantém pequenos negócios num dos conjuntos habitacionais mais populosos da capital sergipana, a insegurança está demais. “Graças a Deus ainda não fui alvo dos assaltantes, mas depois do assalto aqui na farmácia fiquei uma semana tendo pesadelos. Eu assiste a tudo. Acho que escapei por pouco”, declara Aline de Oliveira, proprietária de uma loja de roupas na mesma galeria em que Iolando mantém a farmácia.

A comerciante afirma que não se vê carros da policia fazendo rondas pelo conjunto, fato que contribui para o aumento do índice de criminalidade. “Quando dá uma 17h já começo a fechar as grades da loja. Está todo mundo amedrontado”, ressalta Aline.

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