Condomínios terão fornecimento de água fiscalizado

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Dra. Euza Missano realizou reunião entre condôminos e Deso
Em uma ação conjunta entre o Ministério Público Estadual (MPE) e a Companhia de Saneamento Básico de Sergipe (Deso), foram agendadas nesta segunda-feira, 9, quatro audiências públicas para resolver pendências sobre o fornecimento de água na capital aracajuana.

De acordo com a promotora de Justiça Drª Euza Missano, a reunião decidiu concentrar as situações em que o serviço de abastecimento de água constava problemas na capital. “É uma forma de solucionar problemas de distribuição de água”, afirma a promotora.

Condomínio Morada das Mangueiras

Os moradores do Condomínio Morada das Mangueiras, no bairro Ponto Novo, estiveram no Ministério Público, pois o valor cobrado à conta de água do condomínio não condiz com o gasto real do prédio. De acordo com vários moradores, já foram feitas vistorias para constatar irregularidades, mas nada foi confirmado.

O síndico José Genisson Souza
De acordo com o síndico José Genisson Souza, desde 2007 há uma diferença no medidor externo do condomínio. “Estávamos insatisfeitos e viemos cobrar ao Ministério Público uma ação para finalizar este problema, pois nossas contas a pagar  contabilizam R$ 18.800 de água”, declara José.

A advogada da Deso, Antônia Maria Oliveira, afirma que em alguns dias um técnico irá ao local para verificar o que está ocorrendo. “Deve-se achar uma maneira de racionalizar o gasto da água da rede pública. A Deso pode fazer a verificação, mas o conserto de irregularidades e a constatação  de alguma fraude deve ser feita pelo condômino”, afirma a advogada.

A advogada da Deso, Antônia Oliveira
O Ministério Público decidiu que na próxima quinta-feira, 12, uma equipe de técnicos visitará o local, juntamente com o síndico. Em seguida, será feito um monitoramento de 30 dias para constatar as irregularidades.

Residencial Philadelphia

O Condomínio Residencial Philadelphia também apresentou ao MPE uma queixa semelhante a do Morada das Mangueiras. Os condôminos reclamavam do alto valor cobrado por um serviço que, de acordo com os moradores, não existia. Devido a suspeita de irregularidades no rateio do valor cobrado ao condomínio, ficou-se decidido que em até 10 dias será realizada uma inspeção no edifício.

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